Os Sinais dos Tempos e a Estratégia da Rainha da Paz: Uma Profecia em Pleno Desdobramento

Os danos maiores já começaram profecia

É de vital importância que voltemos nossos olhos e corações para as advertências que ecoam através das vozes proféticas da atualidade, especialmente quando consideramos a figura central do Padre Lívio Fanzaga, o incansável diretor da Rádio Maria

Os danos maiores já começaram profecia

No horizonte temporal que aponta para o dia 28 de janeiro de 2026, data mencionada em suas reflexões recentes, encontramos um sentido de urgência que não pode ser ignorado. Padre Lívio, que caminha para completar seus 86 anos nesse mesmo ano, carrega consigo uma promessa e um fardo: a confirmação, dada pela vidente Vicka, de que seus olhos testemunhariam o desenrolar dos Dez Segredos de Medjugorje. Ele não é apenas um espectador, mas um canal escolhido pela Providência para anunciar o tempo da colheita espiritual. A sua ligação direta com os videntes e a sua missão de décadas conferem um peso de autoridade às suas palavras. Quando ele nos pede atenção, não é por sensacionalismo, mas porque a “ampulheta” do Céu parece estar deixando cair os seus últimos grãos de areia antes da grande revelação. Ele permanece como uma sentinela na torre de vigia, alertando que o tempo da graça está se fundindo perigosamente com o tempo da justiça.

Para compreender a magnitude do que está por vir, é necessário, como sugere Padre Lívio, revisitar a teologia da história sob a ótica do Cardeal Carlo Caffarra. Diferentemente de outras manifestações marianas que visam primordialmente o consolo individual e o fomento da piedade, as aparições de Fátima e, consequentemente, Medjugorje, transcendem a devoção ordinária; elas são intervenções proféticas diretas de Deus na história humana. Estamos lidando com eventos únicos e irrepetíveis, onde o véu que separa o Céu da Terra se rompe não apenas para pedir oração, mas para avisar sobre o curso destrutivo da humanidade. Medjugorje não é um evento isolado, mas a “Grande Profecia” dos nossos tempos, o capítulo final de um livro aberto em Portugal, em 1917. Estas revelações divinas sobre o nosso futuro indicam que o Céu desceu à Terra para travar uma batalha decisiva, e ignorar a natureza histórica e escatológica destas mensagens é caminhar de olhos vendados em direção a um abismo que já se abre sob os nossos pés.

Recordemos a pedagogia divina em Fátima, onde a Virgem Maria não poupou as crianças, e através delas a humanidade, da dura realidade espiritual e geopolítica. O segredo revelado aos pastorinhos foi uma tríplice visão de advertência: a visão aterrorizante do Inferno, lembrando-nos que a condenação eterna é uma possibilidade real para quem rejeita a Deus; e o aviso geopolítico sobre a Rússia, que espalharia seus erros — o ateísmo militante e o materialismo — pelo mundo, provocando guerras e perseguições à Igreja. Lúcia, Francisco e Jacinta, na sua simplicidade rural, desconheciam mapas ou políticas internacionais, mas as suas almas puras captaram a gravidade da mensagem: se o mundo não se convertesse, uma guerra ainda pior estouraria. Fátima estabeleceu, portanto, uma relação de causa e efeito entre o pecado da humanidade e as catástrofes históricas. Não são castigos arbitrários de Deus, mas as consequências naturais de uma humanidade que decide construir uma civilização sobre os escombros da fé e da moralidade, colhendo, inevitavelmente, a tempestade.

A conexão intrínseca entre Fátima e Medjugorje é a chave hermenêutica para decifrar o presente. A Rainha da Paz afirmou explicitamente que veio à Bósnia-Herzegovina para concluir o que iniciou em Portugal. Os dez segredos confiados aos videntes de Medjugorje são a concretização daquelas profecias antigas, mas agora com uma iminência assustadora. Enquanto Fátima nos deu o esboço, Medjugorje nos dará os detalhes e o cronograma. Estamos falando de profecias concretas que moldarão o nosso futuro imediato, um futuro que, segundo as advertências, inclui convulsões globais, catástrofes físicas e uma tentativa orquestrada de aniquilar a fé católica. A terceira parte do segredo de Fátima, revelada tardiamente, mostrava um anjo com uma espada de fogo pronto para incendiar o mundo, clamando por penitência, enquanto cidades jaziam em ruínas e cadáveres se amontoavam. Essa imagem não é uma alegoria do passado, mas um aviso suspenso sobre o nosso presente, aguardando apenas o momento em que a mão protetora da Virgem já não possa mais deter a justiça divina devido à obstinação humana.

Olhando ao nosso redor, é impossível negar que as tribulações já começaram a se manifestar como “dores de parto”. Além das ameaças de guerra mencionadas nas profecias, vemos a natureza se rebelando de forma violenta, como se a própria criação gemesse sob o peso do pecado humano. Terremotos em lugares inesperados, inundações que engolem regiões inteiras, secas que desafiam a tecnologia moderna e novas pestes que paralisam nações são sinais claros de um desequilíbrio que vai além do climático; é espiritual. Vemos também uma tribulação moral sem precedentes: a desintegração da família, a confusão de identidades, a normalização do mal e a ridicularização do sagrado. O homem moderno, embriagado pelo orgulho tecnológico, construiu uma nova Torre de Babel, acreditando poder dispensar Deus. Mas, como nos alertam os sinais, essa estrutura é frágil. A crise econômica global, a polarização social e o medo paralisante que infecta a sociedade são sintomas de um mundo que perdeu sua bússola moral, criando o terreno fértil para o caos que os segredos predizem.

Neste cenário de incertezas, a figura do Papa e o destino da Igreja ocupam um lugar central nas visões marianas. Embora São João Paulo II tenha acreditado que o atentado de 1981 fosse o cumprimento da profecia de Fátima, análises mais profundas e as palavras do Padre Lívio sugerem que a visão completa — a do Papa caminhando sobre os corpos dos seus sacerdotes e sendo morto — ainda aguarda o seu cumprimento pleno. O “bispo vestido de branco” da visão de Lúcia reflete um martírio que pode não ter sido consumado naquele dia na Praça de São Pedro. Isso significa que a grande perseguição, o derramamento de sangue dos mártires e o ataque frontal ao Vaticano ainda estão no horizonte. A Igreja deve passar pela sua própria Paixão, tal como Cristo, para alcançar a ressurreição. Padre Lívio nos adverte que os segredos de Medjugorje apontam para essa “guerra global” contra a fé, onde o objetivo final do Inimigo não é apenas matar corpos, mas extinguir a chama da Eucaristia da face da Terra.

O plano de Satanás, revelado nestas mensagens, é astuto e terrível: ele deseja substituir o Cristianismo autêntico por um pseudo-cristianismo, uma falsa religião humanitária, desprovida da Cruz, do pecado e da redenção, onde o homem adora a si mesmo no lugar de Deus. É a preparação para a grande apostasia. As imagens descritas por Nossa Senhora, e interpretadas por teólogos atentos às revelações privadas, falam de uma invasão física e espiritual. Fala-se de soldados de uma nação específica invadindo a Itália, profanando Roma e tentando estabelecer uma nova ordem imperial e religiosa. Essa nação, movida por uma ideologia que mescla poder estatal e fervor quase místico, vê-se como a sucessora histórica de impérios passados, desejando usurpar a dignidade de Roma. Aqui, a profecia deixa de ser vaga e torna-se assustadoramente geopolítica, ligando os “erros da Rússia” mencionados em 1917 a uma nova forma de totalitarismo que ameaça a liberdade da Igreja no século XXI.

E é aqui que entramos em uma das “coincidências” mais perturbadoras apontadas pelo Padre Lívio: a conexão entre os videntes e a Rússia. A vidente Mirjana, a quem foi confiada a responsabilidade de revelar os segredos ao mundo através de um padre escolhido, tem sua aparição anual no dia 18 de março. Durante anos, ela afirmou que a escolha dessa data não se dava por ser seu aniversário, mas por uma razão que o mundo entenderia quando os segredos começassem a se desdobrar. A história secular nos revela que o dia 18 de março é, na verdade, um feriado de imensa importância nacional na Rússia moderna, ligado à consolidação do poder de Vladimir Putin e à anexação de territórios, simbolizando o ressurgimento da ambição imperial russa. Será mero acaso que a data escolhida pelo Céu para uma aparição crucial coincida com a data de exaltação do poder que Fátima tanto alertou? Padre Lívio sugere que não. As datas do Céu são marcadores divinos que desmascaram os planos terrenos, indicando de onde virão os ventos que sacudirão a Barca de Pedro.

Contudo, o objetivo destas revelações não é incutir o pânico paralisante, mas despertar a esperança ativa e a conversão sincera. A estratégia de Maria é clara: vencer o mal através da oração, do jejum e da fidelidade dos seus apóstolos. O Triunfo do Imaculado Coração de Maria é a certeza final, mas o caminho até lá exige coragem. Estamos vivendo o tempo da misericórdia que antecede o tempo da justiça. O Padre Lívio, ao partilhar estas conexões e profecias, convoca-nos a ser o exército de oração que, como em Nínive, pode mitigar os castigos e salvar almas. A invasão, a guerra, a perseguição e as tribulações naturais são cenários possíveis e prováveis, mas a última palavra pertence a Deus. Por isso, a divulgação destas mensagens, a reflexão sobre a data de 28 de janeiro e a atenção aos sinais dos tempos são deveres de todo católico consciente. Não ignoremos os sinais; preparemo-nos com o Rosário nas mãos, pois a batalha final já começou e a vitória virá por meio Daquela que esmaga a cabeça da serpente.

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Sou Fabio Russo, desenvolvedor e administrador do site Artesanato Total desde 2015. A mais de 25 anos trabalho com diversos nichos de sites na Internet, sempre presando a qualidade em todos os projetos.

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