Aconteceu ao vivo em Medjugorje e a vidente Mirjana transmite a mensagem de Nossa Senhora

Você já sentiu o peso do mundo em seus ombros, como se uma cruz invisível e gigantesca estivesse te esmagando a alma? E se eu disser que existe um lugar onde o peso dessa cruz, simbolicamente, caiu, trazendo uma nova luz de esperança para milhares de corações aflitos?

Hoje, vou contar uma história profunda que irá tocar sua fé e te mostrar o poder da esperança e da devoção, inspirada em um acontecimento marcante onde uma mensagem de Nossa Senhora em Medjugorje se revelou com a surpreendente declaração de que “a cruz de Jesus Cristo tombou!”. Fique conosco, pois esta mensagem é para você. Mas antes, quero te pedir algo especial: escreva agora mesmo nos comentários o nome de pessoas e parentes que necessitam de oração, e nós iremos adicionar todos esses nomes na nossa oração principal com o Rosário, crendo que juntos, podemos mover montanhas pela fé.
No coração de uma pequena e abençoada aldeia, aninhada entre montanhas, pessoas de todas as partes do mundo se reuniam com um mesmo propósito: encontrar um alento para suas dores e uma resposta para suas inquietações mais profundas, atraídas pela fama de que a Virgem Maria, nossa Mãe Celestial, aparecia e transmitia mensagens de paz, amor e conversão. A atmosfera ali era diferente de tudo o que se podia sentir em qualquer outro lugar; um silêncio reverente permeava o ar, interrompido apenas pelos sussurros das orações e pela emoção contida nos olhos de quem ali buscava consolo. Milhares de peregrinos, cada um carregando em seu interior a sua própria “cruz” – seja a dor de uma doença incurável, a angústia de um filho perdido, a desesperança de um casamento em ruínas, ou o desespero de uma fé abalada –, ansiavam por um sinal, uma palavra de conforto que pudesse reacender a chama da esperança em seus corações já tão feridos pela vida.
Naquela noite em particular, a expectativa era ainda maior, pairava uma sensação de que algo extraordinário estava prestes a acontecer, um evento que ficaria gravado na memória e na alma de todos os presentes. O ar estava pesado de esperança e expectativa quando a vidente Mirjana, um instrumento simples nas mãos da Divina Providência, entrou em êxtase diante da multidão em silêncio quase palpável. A cada momento que passava, a comoção aumentava, e os olhos fixavam-se nela, procurando qualquer indício da presença da Rainha da Paz. A mensagem começou a ser transmitida, inicialmente com palavras de encorajamento e um apelo fervoroso à oração e ao perdão, temas que Nossa Senhora sempre enfatizou. As vozes, antes dispersas em orações individuais, uniam-se num único e poderoso coro, fortalecendo a corrente de fé que parecia levitar sobre a assembleia.
De repente, em meio à tranquilidade e à devoção profunda, a vidente Mirjana, em um tom de voz que ressoou no coração de todos, expressou uma frase enigmática e ao mesmo tempo impactante, dita por Nossa Senhora, que ecoou pelos vales da alma de cada um: “A cruz de Jesus Cristo tombou!”. Um choque silencioso percorreu a multidão. O que significaria aquilo? Alguns sentiram um frio na espinha, outros uma súbita pontada de temor, interpretando a frase literalmente ou como um presságio de algo terrível. Houve quem pensasse que era o fim de algo ou um colapso iminente, pois a imagem da cruz caindo, por si só, poderia evocar desespero e perda. Mas não era isso, a frase vinha de um lugar de amor, e não de temor, mas de profunda revelação. A vidente transmitiu, de forma quase mística, que essa não era uma queda de derrota, mas sim de um alívio extraordinário, uma libertação que se manifestava para todos ali, naquele momento.
A compreensão, contudo, veio em instantes, não como um grito de pânico, mas como um suspiro coletivo de alívio e uma explosão de emoção. A queda da cruz simbolizava não a falha, mas a imensa capacidade do amor divino de acolher e sustentar o fardo de cada filho sofredor. Significava que, por maior que fosse a sua dor, por mais insuportável que parecesse a sua carga, Jesus, por meio de sua Paixão e por intercessão de Sua Mãe, já havia carregado e tombado a cruz por todos nós, abrindo o caminho para que nossas próprias cruzes, as de nossa vida cotidiana, pudessem ser aliviadas e até removidas. Foi uma metáfora poderosa: a Cruz, antes vista como símbolo de peso e sacrifício árduo, agora era compreendida como o ponto onde todas as dores são redimidas, onde o perdão é concedido e onde o coração se torna leve. Muitos sentiram as correntes de anos de ressentimento e mágoa se partirem, liberando-os para perdoar e, principalmente, para se perdoarem.
A partir daquele instante de revelação profunda, a atmosfera mudou drasticamente. Aquele sentimento inicial de temor deu lugar a uma onda de esperança e uma profunda paz que envolvia a todos. As lágrimas que escorriam agora eram de gratidão e não de dor, o alívio era palpável. As pessoas, antes curvadas sob o peso de suas tribulações, sentiram seus corações se erguerem, cheios de uma nova fé e de uma certeza inabalável de que a vitória é de Cristo e, através Dele e de Sua Mãe Santíssima, a ajuda virá. A mensagem era clara: quando nossas cruzes parecem pesadas demais, é Jesus quem as carrega conosco. E Nossa Senhora, com seu manto protetor, nos guia para Ele, nos convidando a entregar nossas aflições, a perdoar com todo o coração e a viver na luz do amor e da esperança, que são a essência das mensagens de Medjugorje. Era um chamado vibrante à conversão sincera e à devoção ainda mais fervorosa, uma lembrança de que somos amados incondicionalmente.
O impacto daquela experiência se espalhou como uma brisa suave por todos os presentes. Muitos testemunharam curas físicas e, mais notável ainda, curas espirituais. A história da cruz que tombou em Medjugorje se tornou um símbolo de renovação, uma pregação silenciosa sobre o poder do perdão, a importância da fé inabalável e a centralidade do amor em nossas vidas. A devoção a Nossa Senhora se tornou um caminho mais concreto para se aproximar de Jesus, percebendo-a como a Mãe que nos acompanha, que intercede por nós, e que, com seu amor, ajuda a levantar nossos espíritos abatidos e a remover os fardos que parecem nos oprimir. Retornaram para suas casas com um novo sentido para a vida, sabendo que nenhuma cruz é grande demais quando se caminha com fé e devoção ao lado de Jesus e Maria.
Pense agora na sua própria vida, naquele fardo que você carrega e que às vezes parece grande demais, impedindo seu sono, tirando sua paz e até a sua alegria de viver. Quantas vezes você se viu sozinho diante de uma tempestade, sentindo que a sua “cruz” – seja ela uma enfermidade, uma dívida esmagadora, um luto inconsolável, ou um relacionamento que se desfez – estava prestes a te derrubar completamente? É nesses momentos de desamparo que a mensagem “a cruz de Jesus Cristo tombou!” se torna um farol em sua própria escuridão. Não é uma promessa de que você não terá desafios, mas sim a certeza de que você não os enfrentará sozinho. Ela nos convida a entregar cada preocupação, cada lágrima, cada medo aos pés Daquele que já carregou o peso maior por nós, lembrando-nos que o alívio pode vir de uma fonte de amor inesgotável, basta abrirmos o coração e permitirmos que a fé transforme a paisagem de nossa alma, por mais árida que ela pareça agora.
E é nesse caminhar de fé que a devoção a Nossa Senhora ganha uma dimensão ainda mais poderosa em nossas vidas. Ela, a Mãe que esteve aos pés da Cruz e viu o maior sacrifício da história, é também aquela que nos estende a mão com ternura e compreensão incondicionais, intercedendo por nós a cada instante. Em Medjugorje e em tantos outros lugares de aparições marianas, percebemos que o caminho de Maria é um atalho seguro para Jesus. Ela nos ensina a humildade, a perseverança na oração, a paciência nas tribulações e, acima de tudo, o amor que perdoa. Não se trata de uma devoção vazia, mas de um compromisso diário de imitar suas virtudes e confiar em sua intercessão, buscando o refúgio em seu Imaculado Coração para encontrar a força para carregar o que é preciso e a serenidade para aceitar o que não pode ser mudado, na certeza de que ela nos cobrirá com seu manto protetor em cada passo que damos, especialmente nos momentos de maior fragilidade.
Essa revelação de que “a cruz tombou” não é apenas uma imagem poética, mas um chamado à ação em sua própria vida. Significa que não há dor tão grande que o perdão não possa curar, não há fardo tão pesado que a fé não possa aliviar, e não há escuridão que a luz do amor de Cristo não possa dissipar, por mais densa que seja a névoa que paira sobre seus dias. Isso implica em você olhar para dentro, identificar as mágoas que ainda te aprisionam, as dores que te corroem e as desculpas que te impedem de avançar. Ao nos libertarmos dessas amarras – perdoando a quem nos ofendeu, pedindo perdão a quem magoamos e, crucialmente, perdoando a nós mesmos – estamos colaborando para que a “nossa” cruz pessoal também comece a tombar, abrindo espaço para a paz que excede todo o entendimento e para uma liberdade interior que poucos experimentam. A verdadeira libertação começa no coração que se entrega.
Esta mensagem sublime, que ecoou em uma humilde aldeia e se espalhou pelo mundo, carrega a promessa de esperança para todos, independentemente de sua história, seus erros ou sua condição atual. Ela nos garante que a dor tem um limite, que o sofrimento pode ser transformado e que sempre, sempre, haverá uma nova chance para recomeçar, desde que nosso coração esteja aberto e receptivo à graça divina. Não se trata de negar a existência das cruzes em nossa vida, mas de encará-las com a convicção de que elas podem ser aliviadas e transfiguradas pelo poder de Cristo e pela intercessão amorosa de Nossa Senhora. Essa é a força que te impulsiona a orar por aqueles que você ama, a ter fé quando tudo parece desmoronar, e a lembrar que o caminho da paz e da verdadeira felicidade começa na aceitação do plano divino e na certeza de que o amor sempre vence, mesmo que as provações se apresentem desafiadoras.
Essa história nos lembra que, em nosso dia a dia, também enfrentamos momentos em que nossas “cruzes” parecem insuportáveis – sejam os problemas financeiros que nos afligem, a saúde que se deteriora, os conflitos familiares que parecem não ter fim, ou a aridez em nossa fé que nos faz sentir sozinhos. E assim como naquela abençoada aldeia, a mensagem para nós é a mesma: “a cruz de Jesus Cristo tombou!”, e ela tombou para aliviar os fardos que carregamos, para nos ensinar sobre a verdadeira fé, a alegria de perdoar e de viver em paz. É por isso que devemos manter uma vida de oração constante, acolher a pregação da Palavra, buscar a paz no coração mesmo em meio ao caos, abrirmo-nos para mais conversões diárias e cultivarmos uma fé inabalável. Mais uma vez, te convido a escrever nos comentários o nome de pessoas e parentes que necessitam de oração, e nós iremos adicioná-los à nossa oração principal com o Rosário, acreditando no poder da oração coletiva.
Que esta história ressoe em seu coração, lembrando-o que nenhuma dificuldade é invencível quando entregamos nossos fardos a Jesus, pela intercessão de Nossa Senhora. O que essa mensagem da “cruz que tombou” significa para você e sua própria jornada de fé? Compartilhe nos comentários suas reflexões e experiências. Se você sentiu que esta mensagem tocou sua alma, deixe seu like neste vídeo e inscreva-se em nosso canal para que possamos continuar crescendo juntos na fé e na devoção. Que Deus abençoe a todos!
Haben Sie schon einmal die Last der Welt auf Ihren Schultern gespürt, als würde ein riesiges, unsichtbares Kreuz Ihre Seele erdrücken? Was wäre, wenn ich Ihnen von einem Ort erzählen würde, an dem die Last dieses Kreuzes symbolisch fiel und Tausenden von verzweifelten Herzen neues Licht der Hoffnung schenkte? Heute erzähle ich Ihnen eine tiefgründige Geschichte, die Ihren Glauben berühren und Ihnen die Kraft von Hoffnung und Hingabe zeigen wird. Inspiriert von einem bemerkenswerten Ereignis, bei dem eine Botschaft der Muttergottes in Medjugorje mit der überraschenden Erklärung offenbart wurde: „Das Kreuz Jesu Christi ist gefallen!“ Bleiben Sie dran, denn diese Botschaft ist für Sie. Doch zunächst möchte ich Sie um etwas Besonderes bitten: Schreiben Sie in die Kommentare die Namen von Menschen und Angehörigen, die Gebete brauchen, und wir werden all diese Namen in unser Hauptgebet mit dem Rosenkranz aufnehmen, im Glauben daran, dass wir gemeinsam durch Glauben Berge versetzen können.
Im Herzen eines kleinen, gesegneten Dorfes, eingebettet in die Berge, versammelten sich Menschen aus aller Welt mit einem gemeinsamen Ziel: Trost für ihren Schmerz und eine Antwort auf ihre tiefsten Sorgen zu finden, angezogen vom Ruhm der Jungfrau Maria, unserer himmlischen Mutter, die erschienen war und Botschaften des Friedens, der Liebe und der Umkehr überbrachte. Die Atmosphäre dort war anders als alles andere; eine ehrfürchtige Stille lag in der Luft, unterbrochen nur vom Flüstern der Gebete und den Emotionen in den Augen der Trostsuchenden. Tausende von Pilgern, jeder mit seinem eigenen „Kreuz“ in sich – sei es der Schmerz einer unheilbaren Krankheit, die Angst um ein verlorenes Kind, die Hoffnungslosigkeit einer zerbrechenden Ehe oder die Verzweiflung eines erschütterten Glaubens – sehnten sich nach einem Zeichen, einem Wort des Trostes, das die Flamme der Hoffnung in ihren vom Leben schon so verwundeten Herzen wieder entzünden konnte.
An diesem Abend war die Vorfreude noch größer, ein Gefühl, dass etwas Außergewöhnliches geschehen würde, ein Ereignis, das sich in das Gedächtnis und die Seele aller Anwesenden einprägen würde. Die Luft war erfüllt von Hoffnung und Erwartung, als die Seherin Mirjana, ein einfaches Werkzeug in den Händen der göttlichen Vorsehung, vor der Menge in fast greifbarer Stille in Ekstase geriet. Mit jedem Augenblick wuchs die Aufregung, und die Blicke richteten sich auf sie, suchten nach einem Zeichen der Gegenwart der Königin des Friedens. Die Botschaft begann zu verkünden, zunächst mit ermutigenden Worten und einem inbrünstigen Aufruf zu Gebet und Vergebung – Themen, die Unsere Liebe Frau stets betonte. Die Stimmen, die zuvor in einzelne Gebete zerstreut waren, vereinten sich zu einem einzigen, kraftvollen Chor und verstärkten den Strom des Glaubens, der über der Versammlung zu schweben schien. Plötzlich, inmitten der Stille und tiefen Hingabe, sprach die Seherin Mirjana mit einer Stimme, die in allen Herzen widerhallte, einen rätselhaften, aber eindringlichen Satz, gesprochen von Unserer Lieben Frau, der in den Tiefen der Seele eines jeden widerhallte: „Das Kreuz Jesu Christi ist gefallen!“ Ein stummer Schock durchfuhr die Menge. Was mochte das bedeuten? Manchen lief ein Schauer über den Rücken, andere ein plötzlicher Anflug von Angst. Sie interpretierten den Satz wörtlich oder als Omen für etwas Schreckliches. Manche dachten, es sei das Ende von etwas oder ein bevorstehender Zusammenbruch, da das Bild des fallenden Kreuzes an sich Verzweiflung und Verlust hervorrufen konnte. Doch das war es nicht; der Satz kam aus Liebe, nicht aus Angst, sondern aus tiefer Erkenntnis. Die Seherin vermittelte fast mystisch, dass dies kein Fall der Niederlage war, sondern vielmehr ein Gefühl außerordentlicher Erleichterung, eine Befreiung, die sich in diesem Moment für alle Anwesenden manifestierte.
Doch das Verständnis kam augenblicklich, nicht als panischer Schrei, sondern als kollektives Aufatmen und einen Ausbruch von Emotionen. Der Fall des Kreuzes symbolisierte nicht Versagen, sondern die immense Fähigkeit der göttlichen Liebe, die Last jedes leidenden Kindes auf sich zu nehmen und zu tragen. Es bedeutete, dass Jesus, wie groß ihr Schmerz, wie unerträglich ihre Last auch erscheinen mochte, durch sein Leiden und auf die Fürsprache seiner Mutter das Kreuz bereits für uns alle getragen und gefallen hatte und so den Weg dafür geebnet hatte, dass unsere eigenen Kreuze, die unseres täglichen Lebens, leichter oder sogar beseitigt werden konnten. Es war eine kraftvolle Metapher: Das Kreuz, einst als Symbol der Last und des mühevollen Opfers gesehen, wurde nun als der Punkt verstanden, an dem aller Schmerz gesühnt, Vergebung gewährt und das Herz leicht wird. Viele spürten, wie die Ketten jahrelangen Grolls und Schmerzes zerbrachen, was sie frei machte zu vergeben und, was am wichtigsten war, sich selbst zu vergeben.
Von diesem Moment tiefer Offenbarung an veränderte sich die Atmosphäre drastisch. Das anfängliche Gefühl der Angst wich einer Welle der Hoffnung und eines tiefen Friedens, der alle erfasste. Die Tränen, die flossen, waren nun eher der Dankbarkeit als dem Schmerz geschuldet; die Erleichterung war spürbar. Menschen, die zuvor unter der Last ihrer Leiden gebeugt waren, fühlten, wie sich ihre Herzen hoben, erfüllt von neuem Glauben und der unerschütterlichen Gewissheit, dass Christus der Sieg gehört und dass durch ihn und seine heiligste Mutter Hilfe kommen wird. Die Botschaft war klar: Wenn unsere Kreuze zu schwer erscheinen, ist es Jesus, der sie mit uns trägt. Und die Muttergottes führt uns mit ihrem schützenden Mantel zu ihm und lädt uns ein, unsere Leiden aufzugeben, von ganzem Herzen zu vergeben und im Licht der Liebe und Hoffnung zu leben, die die Essenz der Botschaften von Medjugorje ausmachen. Es war ein lebendiger Aufruf zu aufrichtiger Umkehr und noch innigerer Hingabe, eine Erinnerung daran, dass wir bedingungslos geliebt werden.
Die Wirkung dieses Erlebnisses breitete sich wie eine sanfte Brise durch alle Anwesenden aus. Viele erlebten körperliche und, noch bemerkenswerter, geistige Heilungen. Die Geschichte vom Kreuz, das in Medjugorje fiel, wurde zum Symbol der Erneuerung, zu einer stillen Predigt über die Kraft der Vergebung, die Bedeutung unerschütterlichen Glaubens und die zentrale Bedeutung der Liebe in unserem Leben. Die Verehrung der Muttergottes wurde zu einem konkreteren Weg, Jesus näherzukommen und sie als die Mutter wahrzunehmen, die uns begleitet, die für uns Fürsprache einlegt und die mit ihrer Liebe hilft, unsere gebrochenen Seelen aufzurichten und die Lasten zu nehmen, die uns zu bedrücken scheinen. Sie kehrten mit einem neuen Lebenssinn nach Hause zurück, wissend, dass kein Kreuz zu groß ist, wenn man mit Glauben und Hingabe an der Seite von Jesus und Maria geht.
Denken Sie jetzt an Ihr eigenes Leben, an die Last, die Sie manchmal zu groß zu tragen scheinen, die Sie am Schlafen hindert, Ihnen den Frieden und sogar die Lebensfreude raubt. Wie oft haben Sie sich schon allein in einem Sturm wiedergefunden und das Gefühl gehabt, Ihr „Kreuz“ – sei es eine Krankheit, eine erdrückende Schuld, ein untröstlicher Kummer oder eine zerbrochene Beziehung – würde Sie bald völlig überwältigen? In diesen Momenten der Hilflosigkeit wird die Botschaft „Das Kreuz Jesu Christi ist gefallen!“ zu einem Leuchtfeuer in Ihrer eigenen Dunkelheit. Sie ist kein Versprechen, dass Sie keine Herausforderungen bewältigen müssen, sondern vielmehr die Gewissheit, dass Sie ihnen nicht allein gegenüberstehen. Sie lädt uns ein, jede Sorge, jede Träne, jede Angst demjenigen zu Füßen zu legen, der bereits die größte Last für uns getragen hat, und erinnert uns daran, dass Erleichterung aus einer unerschöpflichen Quelle der Liebe kommen kann; wir müssen einfach unsere Herzen öffnen und zulassen, dass der Glaube die Landschaft unserer Seele verwandelt, egal wie öde sie jetzt erscheinen mag.
Und auf diesem Weg des Glaubens gewinnt die Verehrung Unserer Lieben Frau eine noch kraftvollere Dimension in unserem Leben. Sie, die Mutter, die am Fuße des Kreuzes stand und das größte Opfer der Geschichte miterlebte, ist auch diejenige, die uns mit bedingungsloser Zärtlichkeit und Verständnis die Hand reicht und in jedem Augenblick für uns Fürsprache einlegt. In Medjugorje und an so vielen anderen Orten Marienerscheinungen erkennen wir, dass Marias Weg ein sicherer Weg zu Jesus ist. Sie lehrt uns Demut, Ausdauer im Gebet, Geduld in der Not und vor allem vergebende Liebe. Dies ist keine leere Hingabe, sondern eine tägliche Verpflichtung, ihre Tugenden nachzuahmen und auf ihre Fürsprache zu vertrauen, Zuflucht in ihrem Unbefleckten Herzen zu suchen, um die Kraft zu finden, das Notwendige zu ertragen, und die Gelassenheit, das Unveränderliche hinzunehmen, in der Gewissheit, dass sie uns bei jedem Schritt, besonders in Momenten größter Zerbrechlichkeit, mit ihrem schützenden Mantel umhüllt.
Diese Offenbarung, dass „das Kreuz gefallen ist“, ist nicht nur ein poetisches Bild, sondern ein Aufruf zum Handeln im eigenen Leben. Sie bedeutet, dass es keinen Schmerz gibt, der so groß ist, dass Vergebung ihn nicht heilen kann, keine Last, die so schwer ist, dass Glaube sie nicht lösen kann, und keine Dunkelheit, die das Licht der Liebe Christi nicht vertreiben kann, egal wie dicht der Nebel über unseren Tagen hängt. Dies erfordert, dass wir in uns gehen, die Verletzungen erkennen, die uns noch immer gefangen halten, den Schmerz, der uns zerfrisst, und die Ausreden, die uns daran hindern, voranzukommen. Indem wir uns von diesen Fesseln befreien – indem wir denen vergeben, die uns beleidigt haben, indem wir diejenigen um Vergebung bitten, die wir verletzt haben, und, ganz entscheidend, indem wir uns selbst vergeben –, tragen wir dazu bei, dass auch „unser“ persönliches Kreuz zu fallen beginnt und schaffen Raum für den Frieden, der alles Verstehen übersteigt, und für eine innere Freiheit, die nur wenige erfahren. Wahre Befreiung beginnt im Herzen, das sich hingibt.
Diese erhabene Botschaft, die in einem bescheidenen Dorf widerhallte und sich in der ganzen Welt verbreitete, trägt das Versprechen der Hoffnung für alle Menschen in sich, unabhängig von ihrer Geschichte, ihren Fehlern oder ihrer aktuellen Situation. Sie versichert uns, dass Schmerz Grenzen hat, dass Leiden verwandelt werden kann und dass es immer, immer eine neue Chance für einen Neuanfang geben wird, solange unsere Herzen offen und empfänglich für die göttliche Gnade sind. Es geht nicht darum, die Existenz von Kreuzen in unserem Leben zu leugnen, sondern ihnen mit der Überzeugung zu begegnen, dass sie durch die Kraft Christi und die liebevolle Fürsprache Unserer Lieben Frau gelindert und verwandelt werden können. Diese Kraft treibt uns an, für unsere Lieben zu beten, Glauben zu haben, wenn alles auseinanderzufallen scheint, und uns daran zu erinnern, dass der Weg zu Frieden und wahrem Glück mit der Annahme des göttlichen Plans und der Gewissheit beginnt, dass die Liebe immer siegt, selbst wenn Prüfungen herausfordernd sind.
Diese Geschichte erinnert uns daran, dass auch wir in unserem Alltag Momente erleben, in denen unsere „Kreuze“ unerträglich erscheinen – seien es finanzielle Probleme, die uns belasten, eine sich verschlechternde Gesundheit, scheinbar endlose Familienkonflikte oder die Dürre unseres Glaubens, die uns einsam fühlen lässt. Und genau wie in jenem gesegneten Dorf lautet die Botschaft auch für uns: „Das Kreuz Jesu Christi ist gefallen!“ Es ist gefallen, um unsere Lasten zu erleichtern, uns wahren Glauben, die Freude der Vergebung und ein Leben in Frieden zu lehren. Deshalb müssen wir ein Leben im beständigen Gebet führen, die Verkündigung des Wortes Gottes willkommen heißen, auch im Chaos Frieden in unseren Herzen suchen, uns täglich für mehr Bekehrungen öffnen und unerschütterlichen Glauben pflegen. Ich lade Sie erneut ein, in den Kommentaren die Namen von Menschen und Angehörigen zu schreiben, die Gebet brauchen. Wir werden sie dann in unser Hauptgebet mit dem Rosenkranz aufnehmen, im Glauben an die Kraft des gemeinsamen Gebets.
Möge diese Geschichte in Ihrem Herzen nachhallen und Sie daran erinnern, dass keine Schwierigkeit unüberwindbar ist, wenn wir unsere Lasten auf die Fürsprache Unserer Lieben Frau Jesus übergeben. Was bedeutet diese Botschaft vom „gefallenen Kreuz“ für Sie und Ihren eigenen Glaubensweg? Teilen Sie Ihre Gedanken und Erfahrungen in den Kommentaren. Wenn diese Botschaft Sie berührt hat, liken Sie dieses Video und abonnieren Sie unseren Kanal, damit wir gemeinsam in Glauben und Hingabe weiter wachsen können. Möge Gott Sie alle segnen!
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