Se há um momento na história recente em que a humanidade deveria silenciar o ruído cotidiano e inclinar os ouvidos para os sinais dos céus, esse tempo é, indiscutivelmente, agora neste limiar crítico do ano de 2026.
Iniciamos este ciclo anual sob uma atmosfera que difere de tudo o que conhecíamos anteriormente; não se trata apenas de uma mudança calendário, mas de uma alteração tangível, quase física, na ordem espiritual e natural do cosmos. Se o seu desejo sincero é ser avisado, se o seu coração, entre o medo e a esperança, busca ser devidamente alertado sobre os horizontes que se desenham à nossa frente, então é imperativo que compreenda a gravidade das palavras proferidas recentemente. Ecoando o clamor bíblico de que “quem não tiver ouvidos que ouça”, somos convidados a meditar profundamente sobre tudo o que um certo sacerdote, movido por uma clara unção, expôs sobre as realidades escatológicas que nos cercam. Muitos ainda resistem, rotulando mensageiros devotos como “profetas do caos” ou arautos da desgraça, pois preferem a comodidade de uma cegueira voluntária; entretanto, é fundamental compreender a pedagogia divina. O objetivo da Virgem Maria, em sua ternura de mãe amorosa, jamais, em tempo algum, é semear o pânico nos corações de seus filhos. Pelo contrário, sua missão é preparar o terreno da alma, assim como uma mãe avisa o filho do perigo iminente não para traumatizá-lo, mas para garantir sua sobrevivência e integridade diante do abismo.
O prenúncio muitas vezes possui um tom de severidade necessário para despertar as consciências adormecidas no torpor do materialismo e da indiferença religiosa. “Quem avisa, amigo é”, diz a sabedoria popular, e neste cenário espiritual, a advertência pode, sim, soar desconfortável aos ouvidos acostumados com facilidades, pois exige uma mudança radical de vida. Este dedicado padre recorda-nos que Nossa Senhora ofereceu caminhos e saídas que estavam inteiramente ao nosso alcance durante as aparições em Fátima. O aviso era claro e cristalino: se a humanidade escolhesse não emendar a sua conduta pecaminosa e não retornasse o seu olhar para Deus, uma tragédia bélica de proporções ainda maiores se abateria sobre o mundo. Perguntes a si mesmo: essa profecia se cumpriu? Sem dúvida alguma. A história testemunhou os horrores da Segunda Grande Guerra. Somos, portanto, obrigados a levantar as mãos para os céus e dizer: “Obrigado, Mãezinha, porque nos avisaste com antecedência”. Fátima não foi apenas uma mensagem apocalíptica, mas uma prova de misericórdia. Um ponto luminoso no meio dessa história de avisos ocorreu precisamente em Portugal; diante do terror iminente, os bispos lusitanos, numa hora de extremada aflição, voltaram-se para o Céu suplicantes. Graças a Deus, suas preces foram transformadas em ação concreta: prometeram que, se a nação lusa fosse poupada do envolvimento direto nos horrores do conflito, ergueriam majestoso monumento ao Sagrado Coração de Jesus. E a promessa foi paga, com o Cristo Rei erguido em Lisboa, guardando perenemente a cidade como testemunho de um povo que ouviu e respeitou a voz do Alto.
Dessa forma, entendemos que o ofício de Nossa Senhora, em qualquer latitude ou longitude onde se digne apparacer, transcende o mero repasse de informações jornalísticas sobre o futuro; trata-se de um chamamento à co-responsabilidade na redenção do mundo, uma convocação militar-espiritual das almas. Quando a Virgem Maria descerra o veú do futuro, ela conferi-nos uma missão intransferível. Deus, na sua infinita generosidade e mistério, aguarda e conta verdadeiramente com o nosso “sim”, aspirando que sejamos partes ativas na solução da crise espiritual que nos envolve. A chave reside no comportamento adotado pelos pastorinhos de Fátima e ecoa em outros videntes contemporâneos: a nossa conversão pessoal, traduzida em penitência rigorosa e oração contínua, possui força suficiente para mudar o curso de histórias nacionais e planetárias. Acabamos, pois, de ouvir e absorver essas directrizes da boca de um padre com uma biografia imersa em retiros profundos e vivência de oração, alguém que não macula a verdade para adular audiências por likes na internet, mas que expõe a crua realidade em pregações na esperança de um genuíno despertar da fé. Este sacerdote, cujos ensinamentos circulam amplamente por meios de evangelização católicos, reforça a inquebrantável realidade das novas profecias e do “Baque do fim dos tempos” com discernimento do Espírito Santo.
Contudo, para se ter uma compreensão global destes avisos mariano, não podemos deter o nosso olhar apenas nos eventos do passado ou numa única localidade. Em Medjugorje, o fenômeno das aparições perdura e carrega uma tocha fundamental de urgência misturada com esperança. Mirjana Soldo, assim como outros videntes daquelas colinas pedregosas da Bósnia, tem sido portadora da mensagem celeste há décadas, recebendo as visitas de nossa Senhora em momentos de calma, mas também durante períodos de extrema tribulação pessoal e mundial. É impressionante notar que, mesmo cercados por tempestades de descrença e perseguição eclesiástica inicial, estes videntes permaneceram firmes porque a Rainha da Paz nunca cessou seu apelo à fé e à reconciliação. Mirjana, em sua missiva de ter confidenciado segredos que envolvem o futuro próximo da humanidade—segredos que implicam convulsões da natureza e redefinições geo-políticas similares às advertências que estamos ouvindo agora—mantém, no entanto, a serenidade de quem sabe que a “Senhora” detém o controle da história. Medjugorje, Fátima e as atuais pregações sacerdotais tecem a mesma rede de significado: as tribulações no mundo são reais, tangíveis e estão a agravar-se, mas para aqueles que amparam sua existência no manto materno de Maria, há um porto seguro inabalável no meio da hecatombe.
Diante disso, é impossível fechar os olhos para a densidade dos acontecimentos atuais; o ano de 2026 inaugurou um capítulo que, perdoem-nos a repetição, não reflete normalidade alguma observável nas estatísticas de anos pregressos. Por inspiração da clara e lúcida ação do Espírito no intelecto deste supracitado padre, percebemos que estamos a adentrar uma era de pleno cumprimento, onde profecias anteriormente vagas e disantes, estão a tomar contornos 4K diante dos nossos olhos perplexos. Infelizmente, o drama contemporâneo é agravado pelo ceticismo entorpecido de multidões; “muitas pessoas,” nota-se com tristeza, pararam de acreditar nos sinais divinos por mero esgotamento ou por adotarem uma postura psicológica de negação perante o medo, agarrando-se à ilusão perigosa de que “nada de grave irá acontecer”. Contudo, convido a cada um que pondera estas linhas a olhar à sua volta: o tempo cronológico parece ter aderido a um ritmo frenético, acelerado, escapelindo entre os nossos dedos com uma velocidade sobrenatural. Estamos praticamente já penetrando os meandros de fevereiro de 2026 e o notocário global não nos traz amenidades ou trivialidades, mas sim manchetes carregadas de alertas que a nossa geração jamais imaginou presenciar com tal intensidade simultânea em todas as latitudes do globo.
Os dados são expressivos e a realidade é, no mínimo, assombrosa: tempestades brutais que desafiam o entendimento climatológico estão a varrer não apenas regiões isoladas, mas os próprios centros nevrálgicos da civilização moderna. Basta observar com atenção para ver o que tem ocorrido recentemente com as super-cold storms (tempestades de frio extremos) e os fenómenos de nevoeiro “denso como pano” seguidos de congelamento repentino que têm sequestrado grandes metrópoles mundo afora. A prepotência da tecnologia humana, que se jactava de controlar o ambiente, curva-se humilde e impotente, pois, nem com toda a sofisticada maquinaria digital e de aquecimento dos países do topo da economia mundial, tem sido possível conter o avanço do gelo. Nas redes e nos jornais, fala-se de milhares de voos sumariamente cancelados em vasto território dos Estados Unidos e outras nações desenvolvidas. Não são atrasos técnicos; são dezenas de cidades literalmente sepultadas e paralisadas sob 30cm, 50cm, por vezes metros de neve combinada com vórtices polares de -40ºC ou -50ºC, transformando paisagens antes familiares em terras inóspitas que lembram glaciações antigas, onde a vida humana fica suspensa e dependente inteiramente da Providência.
Dramatizando ainda mais este cenário que reflete uma natureza em “dor de parto”, há o elemento do colapso essencial, algo impensável para a dita sociedade tecnológica de 2026. Falamos de milhões—não meras centenas, mas a escala aterrante de milhões de almas—a braços com a escuridão literal pela ausência total de energia elétrica em meio ao frio mortal. Estradas interestaduais bloqueadas transformam-se em armadilhas de gelo, e populações ditas modernas descobrem, da forma mais dolorosa possível, que não estavam preparadas para a supressão do botão do termostato. O que choca ainda mais é o comportamento social que se seguiu imediatamente aos avisos meteorológicos dos líderes políticos. Ao soar do alerta de grandes governantes sobre as tempestades de inverno inéditas—fenômenos categorizados como “monstros climáticos nunca antes vistos”—oinstinto primitivo falou superou qualquer civilidade: houve corridas animalescas aos supermercados. Em horas, grandes redes de abastecimento viram prateleiras esvaziadas, expondo a fragilidade de nosso sistema de distribuição e o pânico oculto no coração do homem que, desesperadamente, tenta estocar bens perecíveis enquanto se esquece radicalmente de se abastecer do necessário imperecível. Isto valida, com dor e concretude, as palavras sábias do referido sacerdote: Nossa Senhora avisou, insistiu pacientemente, para que nos preparássemos não com latas de comida, mas espiritualmente.
Agora a escolha pertence à prudência de cada filho de Deus: ver nos sinais uma coincidência geológica ou encarar o alerta da Virgem Mãe como ultimato de conversão enquanto as confissões ainda estão disponíveis. Esta tempestade global deve ser o gatilho para a observação da nossa vivência diária: como estamos perante os tribunais celestes? Estamos anestesiados, tal como muitos que já não se abeiram do confessionário há anos esquecimentos? Eis que chegamos a um período liturgicamente abençoado, o tempo sagrado da Quaresma. O conselho do clero vigilante, incluindo este sacerdote fiel aos dogmas ou os ecos do Padre Oliveira, outro canal que mencionou como esses períodos sombrios iriam começar gradualmente para depois se intensificar em “dores” severas, aponta que secas dramáticas e tempestades bíblicas ocorreriam precisamente em terras antes livres desses flagelos. É o chamamento, uma premonição já concretizada diante dos nossos olhos quando grandes pôtencias tremem diante de fenómenos naturais avassaladores e não mais manejáveis pela mão humana; tudo rui por terra com um sopro gelado. A única preparação lógica, inteligente e sobrenaturalmente eficaz é realizar uma confissão exaustiva de pecados e, de forma real e não poética, entregar as fragilidade nas mãos que carregaram a Cruz.
Concluímos com esta súplica direta ao vosso discernimento: as profecias e os fenômenos observáveis de 2026—neve, gelo, paralisia das cidades, alertas nos céus e na terra—são chamamentos vindos do Alto, clamando para que rompamos com a falácia musical de “deixar a vida nos levar”. Devemos, com fervor, pedir “Deixa Deus me carregar e a Sua Santa Vontade me conduzir através das tempestades, seja no fervor de Fátima ou nas colinas de Medjugorje onde mensagens de Rainhal ainda ressoam.” Atentai para os que, escolhidos por Deus sejam em Bósnia, Fátima em Portugal, ou nos templos atuais ao lado do nosso reverenciado padre profetizaram um aumento das tensões: grandes terremotos onde a terra nunca tremeu, inundações onde o solo antes era seco. Contra tamanha imponencia da fúria natureza, como avisaram os videntes e profetas de Cristo, o refúgio seguro será sem exceção o Imaculado Coração de Maria e o Sacratíssimo Coração de Jesus. Antes de seguirdes, façamos deste espaço uma comunidade de partilha: peço o vosso valiosíssimo comentário abaixo. Com que sentimentos iniciastes este ano de tribulação transformadora de 2026? Deixai aqui sua impressão, o seu necessário “joinha” e auxiliai a propagar esta Luz na internet, alertando outros. Que Deus, em Sua misericórdia providente, proteja e abençoe vossas famílias e lares diante do frio fora e alimente o calor interno das vossas almas.