ATENTADO DURANTE MISSA: Padre é atacado ao vivo e causa indignação e revolta

A frequência crescente de ultrajes e ataques direcionados à nossa fé evoca questionamentos profundos sobre as forças em ação. Acompanhemos um episódio emblemático que abalou a comunidade, no qual um sacerdote de idade avançada foi agredido no meio da Missa e um Crucifixo foi sumariamente destruído.

Este não é um mero ato de vandalismo, mas sim um reflexo vívido da intensa batalha espiritual que nos cerca. Embora o relato não pretenda ser factualmente exato, ele encapsula a lamentável realidade que observamos. Buscaremos compreender a proliferação desses incidentes e, sobretudo, a relevante orientação que nos é transmitida pela Virgem Maria em tempos recentes. Primeiramente, se há alguém em seu coração necessitando de imediata intercessão – um familiar, um amigo doente ou afastado da fé –, por favor, registrem o nome AGORA nos comentários. Todos esses nomes serão integrados à nossa principal prece, o Rosário, num fervoroso apelo por Paz e renovação espiritual.
(A trilha sonora adota um tom mais grave e introspectivo)
Em um cenário inicialmente de serenidade, em meio à celebração matinal da Eucaristia e a reunião dos fiéis em devoção, essa harmonia foi violentamente interrompida pela invasão de um indivíduo em franco estado de fúria. Este homem não hesitou em se dirigir ao altar, onde desferiu agressões contra o sacerdote – um homem dedicado à sua vocação e com idade avançada – e, num auge de fúria descontrolada, agarrou e destroçou o Crucifixo central, máxima expressão do nosso sacrifício e redenção, perante os olhares atônitos dos presentes. A intensidade do choque provocou uma paralisia momentânea em toda a congregação. O que impulsiona tal nível de profanação em um ambiente de culto? O ponto de reflexão mais pungente não reside na violência física contra o religioso, mas sim na hostilidade direcionada à fé, ao Sacerdócio e, primordialmente, ao símbolo de Cristo. Por que a Igreja Católica se tornou um alvo recorrente deste tipo de violência? A seleção da vítima — um sacerdote idoso, um representante de Cristo — e a demolição do Crucifixo sinalizam um conflito que extrapola a simples desordem mental humana, instalando-se no domínio espiritual, onde a meta do adversário é desvalorizar o sagrado, testar a fé da comunidade e instaurar o pavor no Santuário de Deus.
A lamentável cena da agressão trouxe à luz uma verdade incômoda para os fiéis presentes: a inação diante do avanço da iniquidade. Embora houvesse um número considerável de homens e mulheres na igreja, a reação imediata e a firme defesa do padre e da fé não se manifestaram, permitindo que o ato de destruição fosse consumado. Isso nos convida a uma autocrítica sobre a robustez da nossa crença: estaríamos prontos para proteger aquilo em que acreditamos quando confrontados, ou o temor nos silencia? A justificativa superficial, frequentemente levantada, de que “o agressor deveria ser insano”, é perigosa, pois minimiza a gravidade da profanação e ignora a possibilidade de influências malévolas. Se o impulso agressivo fosse apenas “loucura”, por que a igreja e o clero seriam os alvos prediletos, em detrimento de espaços públicos onde o risco pessoal seria consideravelmente maior? A malignidade espiritual age de maneira astuta: ela explora a fraqueza, a desorientação e, sim, até a instabilidade psicológica, para atingir o cerne da Igreja, pois é na Eucaristia e nos Sacramentos que reside a maior força divina contra o mal. A lentidão da reação, a hesitação dos que observavam, demonstra como o inimigo capitaliza sobre a nossa timidez em salvaguardar a fé, utilizando o ataque para delimitar e infundir medo onde deveria imperar a reverência.
É neste ambiente de instabilidade e assalto que a voz da Virgem Maria se manifesta, apresentando o antídoto para este tempo de adversidade. Através de um relato emocionante, um vidente compartilha uma recente comunicação recebida da Mãe de Deus. Ela se apresentou com sua habitual alegria e serenidade, iniciando o diálogo com um convite à confiança: “Aquele que reza não teme o futuro.” Essa declaração poderosa funciona como um baluarte contra o pânico que tais agressões no contexto da Missa buscam disseminar. A Mãe assegura que a oração constitui a armadura essencial na luta contra as forças que visam desmantelar a paz e a santidade. Ela nos recorda que, embora seja difícil mensurar a magnitude de Seu amor e a forma como nos conduz, é através desse amor que Ela enfatiza a necessidade urgente de conversão e de oração ininterrupta. Nossa Senhora não apenas Se faz presente; Ela intercede conosco e por nós, em especial pelos mais vulneráveis e, com um toque particular, pelos sacerdotes, que representam a vanguarda desta guerra espiritual e sofrem assaltos constantes. Essa intercessão divina é o conforto indispensável para superar o medo e a sensação de impotência deixados pelos eventos de profanação.
Após dirigir Seu olhar afetuoso aos peregrinos e abençoar a todos com Sua saudação maternal, a Virgem Maria transmitiu uma solicitação muito específica, reorientando o foco da nossa resistência espiritual: “Amados filhos, hoje os convido a serem inabaláveis na oração pela paz. Orem por todos aqueles que exercem posições de poder em suas nações, para que a paz prevaleça. Paz, e não guerra. Portanto, sejam perseverantes na oração.” Compreendem a relevância desta diretriz? O ataque ao sacerdote e ao Crucifixo não simboliza apenas uma perturbação da ordem local, mas é um indício da escassez de paz em um espectro muito mais vasto – abrangendo a Igreja, as famílias e as nações. Nossa Senhora não Se refere somente a conflitos bélicos; Ela fala da guerra interna, da desordem que culmina em hostilidade e agressão dentro do próprio local de culto. Ao solicitar orações pelas autoridades, Ela sugere que a paz começa com a ordem correta e a liderança justa, e que o mal busca a desestabilização começando pelos estratos superiores da sociedade. A tenacidade na oração é o remédio celestial contra o pandemônio manifestado nessas cenas de ultraje e violência irracional, pois onde a oração é ardente e constante, a capacidade de manifestação do maligno é drasticamente reduzida.
A mensagem da Mãe de Deus é inequívoca: a paz precisa ser onipresente. Não podemos nos concentrar apenas em disputas internacionais enquanto a paz nos é subtraída dentro dos nossos lares, dos nossos templos e das nossas almas. O incidente envolvendo o padre agredido é um reflexo doloroso desta realidade. O mal não espera a eclosão de um grande conflito para atacar; ele está penetrando nas paróquias, nas comunidades e, de modo sutil, nos lares, gerando cisões, rancor e desprezo pelo sagrado. Nossa Senhora insiste: Ela nos abriga sob o Seu “manto de paz”, mas é nosso dever cumprir nossa parte, que é a persistência. Quando um Crucifixo é desfigurado em uma igreja, é uma representação material de como a fé de muitos está sendo desmantelada pela ausência de paz e pela ascendência do maligno na coletividade. É por essa razão que Ela ora sem descanso pela “santidade e paz nas famílias”, reconhecendo que a família é a igreja primária e o primeiro palco de batalha. O ataque ao clero e ao altar é o aviso de que o inimigo identifica onde deve ferir para debilitar a fé, e somente a oração incessante pode restabelecer a ordem divina.
O aspecto que exige nossa máxima atenção é o pedido específico para rezarmos por aqueles que detêm o poder. Vivemos em um período em que as deliberações tomadas por governos e esferas influentes muitas vezes se chocam com os preceitos cristãos e a Lei de Deus. Ao orarmos pelos líderes, não estamos apenas pleiteando tranquilidade política; estamos implorando que a influência divina alcance essas mentes, capacitando-as a tomar decisões que favoreçam a moral, a vida, a justiça e, consequentemente, a paz social. É fundamental perceber que, sem essa ordem superior, o caos se alastra até o interior da igreja, como testemunhamos na agressão. Se o indivíduo não demonstra reverência pela autoridade humana legítima, como manifestará respeito pela autoridade divina? A desculpa da “insanidade” em tais atos serve apenas como um biombo para o avanço da ausência de Deus, da ideologia do caos, que visa desarticular a ordem, atacando prioritariamente os líderes espirituais e os símbolos sagrados. Devemos, portanto, acolher este chamado da Virgem Maria com absoluta seriedade: é um ato de defesa espiritual de nossas nações e da nossa crença.
A mensagem final de Nossa Senhora reitera Sua presença constante: Ela ora e abençoa. Após proferir Suas palavras, a Virgem Maria abençoa os objetos de devoção e confia ao vidente as intenções e as necessidades de todos, demonstrando que nenhuma de nossas petições é ignorada. Isso constitui um conforto imenso diante de incidentes tão alarmantes quanto a agressão ao padre. Saber que a Mãe acolhe nossas mágoas e nossos clamores nos fortalece para prosseguir. E a forma como Ela se retira é um emblema de esperança: Ela partiu sob o “sinal da luz e da cruz” e com a bênção “Vão em paz, meus queridos filhos.” A luz representa a verdade que dissipa as trevas da violência; a Cruz simboliza o poder que restaura o crucifixo despedaçado; e a Paz é o prêmio da lealdade. A agressão ao sacerdote revela a ferocidade do adversário; o aparecimento de Nossa Senhora demonstra a magnitude da Proteção de Deus. Sua insistência em que mantenhamos a oração é o plano de resgate que devemos adotar antes que o tempo se esgote.
Este evento hediondo na Missa e a mensagem subsequente da Mãe de Deus têm uma correlação íntima com nossa vida diária. Quantas vezes a “paz” é sequestrada de nossas famílias por atritos banais que se avolumam? Quantas vezes somos tentados a reagir com hostilidade ou julgamento, em vez de praticar o perdão? A busca pela paz não se restringe às grandes catedrais; ela se desenvolve no âmago do ser, na disposição de cultivar a serenidade interior para poder irradiá-la aos que nos cercam. Nossa Senhora clama pela persistência na oração precisamente porque, na correria da vida, tendemos a negligenciar essa comunhão vital com o Criador. A agressão ao padre é o espelho da agressão que a fé e os princípios estão suportando na sociedade, e a única reação eficaz é fortalecer nossa própria jornada espiritual, buscar maior conversão e aprofundar nossa devoção, defendendo-a não somente com discursos, mas com o exemplo de uma existência pautada na paz e no perdão. Não podemos mais permanecer inertes ou passivos diante do avanço do mal. Assim, não demorem! Conforme solicitado no início, listem nos comentários os nomes de mais entes queridos ou parentes que clamam por intercessão neste momento. Incluiremos esses nomes em nossa principal oração, invocando a assistência da Rainha da Paz.
Esta narrativa, irmãos e irmãs, nos desperta para a seriedade dos tempos atuais. Qual seria sua atitude se presenciasse um ato de profanação semelhante em seu templo? A reflexão do padre Cristian, de que “um doido só é doido até encontrar alguém mais doido do que ele”, é, em essência, um apelo à firmeza na defesa intransigente da nossa fé. Não podemos permitir que o temor anule nossa capacidade de resposta contra a injustiça espiritual e moral. Chegou o momento de abandonar a inércia e responder ao chamado da Virgem Maria: orar, e orar incessantemente pela paz. Convidamos você a expressar sua opinião nos comentários: o que este acontecimento, confrontado com a mensagem de Nossa Senhora, revela sobre a guerra espiritual que a Igreja atravessa hoje? Sua contribuição é de extrema importância para amplificarmos esta mensagem de advertência e esperança.
(A música aumenta suavemente)
Se este conteúdo ressoou em seu espírito e reacendeu em você o fervor da oração, pedimos que curtam e compartilhem com seus círculos de contato e amigos. Divulguemos a mensagem urgente de Nossa Senhora e amplifiquemos essa cadeia de súplicas pela Paz e pela conversão. Inscrevam-se no canal para não perderem nossas futuras análises sobre os eventos relacionados à fé. Que Nossa Senhora, Rainha da Paz, abençoe a todos, suas famílias e o mundo inteiro. Permaneçam na paz de Cristo!
Die zunehmende Häufigkeit von Gewalttaten und Angriffen auf unseren Glauben wirft tiefgreifende Fragen über die dahinter stehenden Kräfte auf. Lassen Sie uns einen symbolträchtigen Vorfall verfolgen, der die Gemeinde erschütterte: Ein älterer Priester wurde mitten in der Messe angegriffen und ein Kruzifix kurzerhand zerstört. Dies ist kein bloßer Akt des Vandalismus, sondern vielmehr ein anschauliches Spiegelbild des intensiven spirituellen Kampfes, der uns umgibt. Obwohl der Bericht keinen Anspruch auf sachliche Richtigkeit erhebt, bringt er die beklagenswerte Realität, die wir beobachten, auf den Punkt. Wir werden versuchen, die Häufung dieser Vorfälle und vor allem den relevanten Rat zu verstehen, den uns die Jungfrau Maria in jüngster Zeit gegeben hat. Erstens: Wenn Sie jemanden in Ihrem Herzen haben, der sofortige Fürsprache braucht – ein Familienmitglied, einen Freund, der krank ist oder vom Glauben abgekommen ist –, tragen Sie seinen Namen JETZT in die Kommentare ein. Alle diese Namen werden in unser Hauptgebet, den Rosenkranz, integriert, als inbrünstiger Appell für Frieden und spirituelle Erneuerung. (Der Soundtrack nimmt einen ernsteren und nachdenklicheren Ton an.)
In einer zunächst ruhigen Umgebung, inmitten der morgendlichen Eucharistiefeier und der Versammlung der Gläubigen zur Andacht, wurde diese Harmonie durch den Angriff eines Mannes in offenem Zorn gewaltsam unterbrochen. Dieser Mann zögerte nicht, sich dem Altar zu nähern, wo er den Priester – einen seiner Berufung ergebenen und betagten Mann – angriff und in einem Anfall unkontrollierter Wut das zentrale Kruzifix, den ultimativen Ausdruck unseres Opfers und unserer Erlösung, vor den erstaunten Augen der Anwesenden ergriff und zerschmetterte. Die Intensität des Schocks löste in der gesamten Gemeinde eine vorübergehende Lähmung aus. Was treibt eine solche Schändung im Gottesdienst an? Der ergreifendste Punkt zum Nachdenken liegt nicht in der physischen Gewalt gegen den Klerus, sondern vielmehr in der Feindseligkeit gegenüber dem Glauben, dem Priestertum und vor allem dem Symbol Christi. Warum ist die katholische Kirche immer wieder Ziel solcher Gewalt geworden? Die Auswahl des Opfers – eines älteren Priesters, eines Stellvertreters Christi – und die Zerstörung des Kruzifixes signalisieren einen Konflikt, der über bloße menschliche Geistesstörungen hinausgeht und im spirituellen Bereich wurzelt. Dort zielt der Gegner darauf ab, das Heilige zu entwerten, den Glauben der Gemeinde auf die Probe zu stellen und Angst im Heiligtum Gottes zu verbreiten.
Der beklagenswerte Angriff brachte den anwesenden Gläubigen eine unbequeme Wahrheit ans Licht: Untätigkeit angesichts des Vormarsches der Bosheit. Obwohl sich in der Kirche eine beträchtliche Anzahl von Männern und Frauen befand, fehlte es an einer unmittelbaren Reaktion und entschiedenen Verteidigung des Priesters und des Glaubens, sodass der Akt der Zerstörung vollzogen werden konnte. Dies lädt uns dazu ein, die Robustheit unseres Glaubens zu hinterfragen: Wären wir bereit, das zu verteidigen, woran wir glauben, wenn wir konfrontiert werden, oder bringt uns die Angst zum Schweigen? Die oft vorgebrachte oberflächliche Rechtfertigung, „der Angreifer müsse verrückt sein“, ist gefährlich, da sie die Schwere der Schändung verharmlost und die Möglichkeit böswilliger Einflüsse außer Acht lässt. Wäre der aggressive Impuls bloßer „Wahnsinn“, warum wären dann Kirche und Klerus die bevorzugten Ziele – zum Nachteil öffentlicher Räume, in denen das persönliche Risiko deutlich größer wäre? Spirituelle Bösartigkeit geht listig vor: Sie nutzt Schwäche, Orientierungslosigkeit und ja sogar psychische Instabilität aus, um das Herz der Kirche zu treffen, denn in der Eucharistie und den Sakramenten liegt die größte göttliche Kraft gegen das Böse. Die langsame Reaktion, das Zögern der Beobachter zeigt, wie der Feind unsere Schüchternheit beim Schutz des Glaubens ausnutzt und Angriffe nutzt, um uns einzuschränken und Angst zu schüren, wo Ehrfurcht herrschen sollte.
In diesem Umfeld der Instabilität und des Angriffs erklingt die Stimme der Jungfrau Maria und bietet das Gegenmittel für diese Zeit der Not. In einem bewegenden Bericht teilt eine Seherin eine kürzlich erhaltene Botschaft der Mutter Gottes. Sie stellte sich mit ihrer gewohnten Freude und Gelassenheit vor und begann das Gespräch mit der Einladung zum Vertrauen: „Wer betet, fürchtet die Zukunft nicht.“ Diese kraftvolle Aussage dient als Bollwerk gegen die Panik, die solche Angriffe im Rahmen der Messe verbreiten wollen. Unsere Mutter versichert uns, dass das Gebet die unverzichtbare Rüstung im Kampf gegen die Kräfte ist, die Frieden und Heiligkeit zerstören wollen. Sie erinnert uns daran, dass es zwar schwer ist, das Ausmaß ihrer Liebe und die Art und Weise, wie sie uns führt, zu ermessen, dass sie aber gerade durch diese Liebe die dringende Notwendigkeit von Umkehr und ununterbrochenem Gebet betont. Unsere Liebe Frau ist nicht nur gegenwärtig; sie tritt bei uns und für uns ein, insbesondere für die Schwächsten und insbesondere für die Priester, die die Vorhut dieses geistlichen Krieges bilden und ständigen Angriffen ausgesetzt sind. Diese göttliche Fürsprache ist der unverzichtbare Trost, um die Angst und das Gefühl der Hilflosigkeit zu überwinden, die Ereignisse der Entweihung hinterlassen.
Nachdem die Jungfrau Maria ihren liebevollen Blick auf die Pilger gerichtet und sie alle mit ihrem mütterlichen Gruß gesegnet hatte, übermittelte sie eine ganz konkrete Bitte, die unseren geistigen Widerstand neu ausrichtete: „Geliebte Kinder, heute lade ich euch ein, unerschütterlich für den Frieden zu beten. Betet für alle Machthaber in euren Ländern, damit Frieden herrscht. Frieden, nicht Krieg. Betet daher beharrlich.“ Versteht ihr die Bedeutung dieser Anweisung? Der Angriff auf den Priester und das Kruzifix symbolisiert nicht nur eine Störung der lokalen Ordnung, sondern ist ein Hinweis auf den Mangel an Frieden in einem viel breiteren Spektrum – in Kirche, Familien und Nationen. Unsere Liebe Frau bezieht sich nicht nur auf bewaffnete Konflikte; sie spricht von innerem Krieg, von der Unordnung, die in Feindseligkeit und Aggression innerhalb der Kultstätte gipfelt. Indem sie um Gebete für die Behörden bittet, weist sie darauf hin, dass Frieden mit richtiger Ordnung und gerechter Führung beginnt und dass das Böse Destabilisierung sucht, beginnend in den oberen Schichten der Gesellschaft. Beharrlichkeit im Gebet ist das himmlische Heilmittel gegen das Chaos, das sich in diesen Szenen der Empörung und irrationalen Gewalt manifestiert. Denn wo inbrünstig und beständig gebetet wird, ist die Fähigkeit des Bösen, sich zu manifestieren, drastisch eingeschränkt.
Die Botschaft der Mutter Gottes ist eindeutig: Frieden muss allgegenwärtig sein. Wir können uns nicht nur auf internationale Streitigkeiten konzentrieren, während uns der Frieden in unseren Häusern, unseren Kirchen und unseren Seelen geraubt wird. Der Vorfall mit dem angegriffenen Priester ist ein schmerzliches Spiegelbild dieser Realität. Das Böse wartet nicht auf den Ausbruch eines größeren Konflikts, um zuzuschlagen; es dringt in Pfarreien, Gemeinschaften und, subtil, in Häuser ein und erzeugt Spaltungen, Ressentiments und Verachtung des Heiligen. Unsere Liebe Frau betont: Sie schützt uns unter ihrem „Mantel des Friedens“, aber es ist unsere Pflicht, unseren Teil zu erfüllen, nämlich beharrlich zu bleiben. Wenn ein Kruzifix in einer Kirche verunstaltet wird, ist dies ein konkretes Beispiel dafür, wie der Glaube vieler durch die Abwesenheit von Frieden und den Aufstieg des Bösen in der Gemeinde zerstört wird. Aus diesem Grund betet sie unermüdlich für „Heiligkeit und Frieden in den Familien“, da sie erkennt, dass die Familie die primäre Kirche und die erste Etappe des Kampfes ist. Der Angriff auf den Klerus und den Altar ist eine Warnung: Der Feind weiß, wo er zuschlagen muss, um den Glauben zu schwächen, und nur unaufhörliches Gebet kann die göttliche Ordnung wiederherstellen.
Der Aspekt, der unsere größte Aufmerksamkeit erfordert, ist die konkrete Bitte, für die Mächtigen zu beten. Wir leben in einer Zeit, in der die Entscheidungen von Regierungen und einflussreichen Kreisen oft im Widerspruch zu christlichen Grundsätzen und dem Gesetz Gottes stehen. Wenn wir für die Verantwortlichen beten, bitten wir nicht nur um politische Ruhe; wir flehen um göttlichen Einfluss, der diese Köpfe erreicht und sie befähigt, Entscheidungen zu treffen, die Moral, Leben, Gerechtigkeit und folglich sozialen Frieden fördern. Es ist entscheidend zu verstehen, dass sich ohne diese höhere Ordnung auch innerhalb der Kirche Chaos ausbreitet, wie wir beim Angriff gesehen haben. Wenn der Einzelne keine Ehrfurcht vor legitimer menschlicher Autorität zeigt, wie soll er dann Respekt vor göttlicher Autorität zeigen? Der Vorwand des „Wahnsinns“ dient bei solchen Taten lediglich als Deckmantel für die Verbreitung der Gotteslosigkeit, der Ideologie des Chaos, die darauf abzielt, die Ordnung zu zerstören und dabei vor allem geistliche Führer und heilige Symbole anzugreifen. Wir müssen diesen Ruf der Jungfrau Maria daher mit aller Ernsthaftigkeit annehmen: Es ist ein Akt der geistlichen Verteidigung unserer Nationen und unseres Glaubens.
Die letzte Botschaft Unserer Lieben Frau bekräftigt ihre ständige Gegenwart: Sie betet und segnet. Nachdem sie ihre Worte gesprochen hat, segnet die Jungfrau Maria die Andachtsobjekte und vertraut der Seherin die Anliegen und Bedürfnisse aller an. Damit zeigt sie, dass keine unserer Bitten ignoriert wird. Dies ist ein immenser Trost angesichts so beunruhigender Vorfälle wie dem Angriff auf den Priester. Zu wissen, dass die Mutter unsere Sorgen und unsere Schreie annimmt, gibt uns Kraft, weiterzumachen. Und die Art und Weise, wie sie sich zurückzieht, ist ein Sinnbild der Hoffnung: Sie ging im „Zeichen des Lichts und des Kreuzes“ und mit dem Segen „Geht in Frieden, meine lieben Kinder“. Das Licht steht für die Wahrheit, die die Dunkelheit der Gewalt vertreibt; das Kreuz symbolisiert die Kraft, die das zerbrochene Kruzifix wiederherstellt; und Frieden ist der Lohn der Treue. Der Angriff auf den Priester offenbart die Wildheit des Gegners; die Erscheinung Unserer Lieben Frau demonstriert das Ausmaß von Gottes Schutz. Ihr Beharren darauf, dass wir weiter beten, ist der Rettungsplan, den wir ergreifen müssen, bevor die Zeit abläuft.
Dieses abscheuliche Ereignis während der Messe und die darauffolgende Botschaft der Mutter Gottes stehen in engem Zusammenhang mit unserem täglichen Leben. Wie oft wird unseren Familien der „Frieden“ durch triviale, schwelende Reibereien geraubt? Wie oft sind wir versucht, mit Feindseligkeit oder Verurteilung zu reagieren, anstatt Vergebung zu üben? Die Suche nach Frieden beschränkt sich nicht auf große Kathedralen; sie entwickelt sich im Innersten unseres Wesens, in der Bereitschaft, innere Gelassenheit zu pflegen, um sie auf unsere Mitmenschen auszustrahlen. Unsere Liebe Frau ruft zur Beharrlichkeit im Gebet auf, gerade weil wir in der Hektik des Lebens dazu neigen, diese lebenswichtige Gemeinschaft mit dem Schöpfer zu vernachlässigen. Der Angriff auf den Priester spiegelt den Angriff wider, dem Glaube und Prinzipien in der Gesellschaft ausgesetzt sind. Die einzige wirksame Antwort besteht darin, unseren eigenen spirituellen Weg zu stärken, nach tieferer Umkehr zu streben und unsere Hingabe zu vertiefen. Wir verteidigen sie nicht nur mit Reden, sondern mit dem Beispiel eines Lebens, das auf Frieden und Vergebung basiert. Wir können angesichts des Vormarsches des Bösen nicht länger tatenlos oder passiv bleiben. Zögern Sie also nicht! Wie eingangs erbeten, nennen Sie bitte in den Kommentaren die Namen aller Angehörigen, die in dieser Zeit um Fürbitte bitten. Wir werden diese Namen in unser Hauptgebet aufnehmen und um den Beistand der Königin des Friedens bitten.
Diese Geschichte, Brüder und Schwestern, weckt uns den Ernst unserer Zeit. Wie würden Sie reagieren, wenn Sie in Ihrer Kirche Zeuge einer ähnlichen Schändung würden? Pater Cristians Überlegung, dass „ein Verrückter nur so lange verrückt ist, bis er jemanden findet, der noch verrückter ist als er selbst“, ist im Wesentlichen ein Aufruf zur Standhaftigkeit in der kompromisslosen Verteidigung unseres Glaubens. Wir dürfen nicht zulassen, dass Angst unsere Fähigkeit, auf spirituelle und moralische Ungerechtigkeit zu reagieren, zunichte macht. Es ist an der Zeit, die Trägheit aufzugeben und dem Ruf der Jungfrau Maria zu folgen: zu beten, und zwar unablässig für den Frieden. Wir laden Sie ein, Ihre Meinung in den Kommentaren zu äußern: Was verrät dieses Ereignis im Vergleich zur Botschaft Unserer Lieben Frau über den spirituellen Kampf, den die Kirche heute erlebt? Ihr Beitrag ist äußerst wichtig, um diese Botschaft der Warnung und Hoffnung zu verbreiten. (Die Musik wird leise lauter.)
Wenn dieser Inhalt Sie angesprochen und Ihre Gebetsfreude neu entfacht hat, bitten wir Sie, ihn mit „Gefällt mir“ zu markieren und mit Ihren Kontakten und Freunden zu teilen. Lassen Sie uns die dringende Botschaft der Muttergottes verbreiten und diese Kette der Bitten um Frieden und Umkehr verstärken. Abonnieren Sie den Kanal, um unsere zukünftigen Analysen zu glaubensbezogenen Ereignissen nicht zu verpassen. Möge die Muttergottes, Königin des Friedens, Sie alle, Ihre Familien und die ganze Welt segnen. Bleiben Sie im Frieden Christi!
Sobre o Autor

0 Comentários