Crentes caem no barranco Mas Nossa Senhora realiza milagre em peregrinação

Imagine caminhar por dias, superando o cansaço, o terreno difícil, com um propósito sagrado no coração… e em um instante, tudo mudar. A fé posta à prova de uma forma inimaginável, onde um passo em falso poderia custar tudo. Mas, será que em momentos de perigo extremo, uma presença divina pode se manifestar de forma real e salvar?

A história que vou compartilhar hoje aborda exatamente isso: um grupo em peregrinação enfrentando a montanha, à beira da tragédia, e a intervenção que desafiou a lógica. Antes de mergulharmos nessa narrativa poderosa que vai prender sua atenção, tenho um pedido rápido e importante: se você conhece alguém que precisa de uma oração urgente, um familiar, um amigo, ou até mesmo você, escreva o nome AGORA mesmo nos comentários aqui embaixo. Vamos unir todos esses nomes à nossa oração principal com o Rosário, pedindo a intercessão de Nossa Senhora por cada um deles.
Nosso grupo, movido por uma fé profunda e o desejo ardente de alcançar um lugar sagrado no alto da montanha, iniciou a jornada com os corações cheios de esperança. O destino era um pequeno santuário dedicado a Nossa Senhora, conhecido por ser um refúgio de paz e um local onde muitas graças foram alcançadas ao longo dos anos. A preparação foi intensa: meses de organização, oração e planejamento. Levávamos o essencial nas mochilas: água, comida, agasalhos, kit de primeiros socorros, e no centro de tudo, protegida com reverência e cuidado, uma imagem de Nossa Senhora, que seria levada até o altar principal do santuário como um presente de devoção e gratidão. A atmosfera era de comunhão, de irmandade, com todos compartilhando o mesmo objetivo espiritual, prontos para enfrentar os desafios que a montanha imporia, certos de que cada passo seria uma oração, uma entrega, uma forma de se aproximar do divino.
A jornada começou com o sol ainda tímido, colorindo o céu com tons vibrantes, prometendo um dia bonito, ideal para a caminhada. Os primeiros quilômetros foram relativamente fáceis, por trilhas largas e bem marcadas, o que permitiu que o grupo se ambientasse, conversasse, compartilhasse expectativas e risadas. A paisagem inicial era deslumbrante, com vales verdes se abrindo à medida que subíamos, e o ar puro da montanha enchendo nossos pulmões, trazendo uma sensação de renovação e leveza. Passávamos a imagem de Nossa Senhora de mão em mão, permitindo que cada um sentisse o peso físico e, ao mesmo tempo, o peso simbólico da fé que carregávamos, um lembrete constante do propósito maior da nossa peregrinação. Esse início tranquilo nos deu confiança, mas, no fundo, sabíamos que a montanha guardava desafios muito maiores à frente, testando não apenas a resistência física, mas principalmente a solidez da nossa fé e a união do grupo.
À medida que avançávamos, a montanha começou a mostrar sua verdadeira imponência e dificuldade. As trilhas, antes convidativas, deram lugar a caminhos estreitos, íngremes e cheios de pedras soltas, exigindo atenção redobrada a cada pisar. O cansaço começou a se instalar, transformando a leveza inicial em uma sensação de peso nos ombros e nas pernas, e as conversas animadas deram lugar a um silêncio focado, quebrado apenas pelo som da respiração ofegante e pelo atrito das botas na terra e na rocha. O ar ficou mais rarefeito, e a vista, embora espetacular, revelava a altura que havíamos alcançado e o quão pequenos éramos diante da vastidão da natureza. Pequenas pausas para descanso se tornaram mais frequentes, momentos preciosos para recuperar o fôlego, beber água, compartilhar um lanche rápido e, acima de tudo, encorajar uns aos outros, reafirmando o compromisso com a jornada e com o objetivo final de chegar ao santuário, levando nossa imagem de Nossa Senhora.
Depois de horas de subida constante, chegamos à parte da montanha que era conhecida por ser a mais perigosa: um trecho onde a trilha se transformava em uma passagem extremamente estreita, quase uma saliência na rocha, com um precipício íngreme de um lado. O vento soprava forte nessa altura, aumentando a sensação de vulnerabilidade. Era preciso atravessar um por um, com cuidado extremo, sem espaço para erros ou passos em falso. A rocha ali era um pouco escorregadia em alguns pontos, e a concentração tinha que ser máxima. A imagem de Nossa Senhora, nesse trecho, precisou ser passada com ainda mais delicadeza, exigindo que quem a carregava tivesse um equilíbrio perfeito e uma força extra para manobrá-la naquela passagem apertada. A cada curva apertada, a cada passo calculado, a tensão aumentava, pois sabíamos que estávamos no limite da nossa segurança, dependendo totalmente da atenção de cada um e da estabilidade da rocha sob nossos pés, sentindo a iminência do perigo pairando no ar.
Foi justamente em um dos pontos mais críticos dessa passagem estreita, onde o espaço mal dava para uma pessoa passar de lado e o abismo parecia ainda mais profundo, que o impensável aconteceu. Um dos peregrinos, talvez pelo acúmulo da fadiga física e mental, ou talvez por uma pedra que cedeu sob sua bota, perdeu o equilíbrio de forma brusca. Em um reflexo desesperado para não cair no vazio, ele tentou se segurar no companheiro que vinha logo à frente, desencadeando uma reação em cadeia que rapidamente envolveu outras pessoas que estavam muito próximas. Houve gritos de susto e pânico, uma confusão de corpos que tropeçavam, se desequilibravam, lutando para encontrar qualquer tipo de apoio naquela passagem precária. A imagem de Nossa Senhora, que estava sendo transportada com tanto cuidado, balançou perigosamente nas mãos de quem a carregava, parecendo prestes a despencar, e por alguns segundos angustiantes, a cena foi de puro terror, com vários membros do grupo pendendo à beira do abismo, com a queda parecendo inevitável e catastrófica.
Naquele instante de pânico e caos, o tempo pareceu congelar. Aqueles que conseguiram se manter firmes estavam paralisados pelo medo, vendo seus amigos e familiares por um fio, lutando desesperadamente para encontrar um ponto de apoio em uma rocha que oferecia quase nada de segurança. A sensação era de total impotência, de que havíamos chegado ao limite das nossas forças e que a tragédia era iminente. O barulho das pedras soltas caindo no abismo ecoava, amplificando o terror. E no meio de tudo isso, a imagem de Nossa Senhora, que estava nas mãos de um dos peregrinos que mais balançou, permaneceu inexplicavelmente firme, como se estivesse presa por uma força invisível, desafiando a própria física naquele cenário de desmoronamento iminente. Era uma cena que confundia a mente: o caos, o perigo real, e a imagem sagrada permanecendo intacta e estável, como um farol no meio da tempestade, enquanto tudo ao redor ameaçava desabar.
Foi nesse ponto crucial, quando a esperança humana parecia esgotada e a queda se anunciava como inevitável, que uma calma inexplicável e poderosa desceu sobre a passagem. Não houve barulho, nem luzes celestiais, mas uma presença suave e imponente que envolveu a todos como um manto protetor. Aqueles que estavam deslizando e caindo encontraram, de repente, seus pés firmes em apoios que antes não existiam, ou sentiram suas quedas serem suavemente contidas. Uma força invisível pareceu estabilizar a imagem de Nossa Senhora, que apesar de ter balançado perigosamente, permaneceu ilesa, sem um arranhão sequer, nas mãos do peregrino que quase a deixou cair. Alguns sentiram um calor suave, outros uma paz repentina que dissipou o pânico. Era como se a própria montanha tivesse se solidarizado, amparada por uma intercessão divina, um milagre palpável, uma manifestação clara da presença e da proteção da Mãe Santíssima agindo no momento de maior necessidade do grupo, impedindo a tragédia iminente de forma sobrenatural.
Passado o susto inicial e a incredulidade diante do que havia acontecido (ou melhor, do que não havia acontecido), o grupo se reuniu, abraçando-se com lágrimas nos olhos, não de dor, mas de um alívio e gratidão profundos. Olhávamos uns para os outros, para a passagem estreita e para a imagem ilesa de Nossa Senhora, e não havia dúvida nos corações: fomos protegidos de forma milagrosa. Ninguém se feriu gravemente, apenas arranhões leves e o susto que ficaria para sempre na memória. A experiência nos transformou instantaneamente. A imagem de Nossa Senhora, que antes era um objeto de devoção, agora era o símbolo vivo e palpável da proteção divina que havia nos salvado. A fé que nos impulsionava na peregrinação se tornou inabalável, uma rocha sólida diante da fragilidade humana. Cada passo dali em diante foi dado com uma reverência ainda maior, com a certeza inabalável de que não estávamos sozinhos naquela caminhada e que a Virgem Maria caminhava conosco, passo a passo, protegendo-nos.
Essa história nos mostra de forma muito clara que a vida, assim como essa peregrinação na montanha, é cheia de passagens estreitas, momentos de dificuldade inesperada, onde tudo parece que vai desmoronar e a tragédia está à espreita. Nossas “montanhas” diárias podem ser desafios no trabalho, doenças na família, problemas financeiros, lutas contra nossos próprios defeitos e pecados, ou simplesmente a sensação de estarmos sozinhos diante dos obstáculos. E é exatamente nessas horas que a presença constante de Deus em nossas vidas e a poderosa intercessão de Nossa Senhora se tornam nosso refúgio seguro, nossa força inabalável. A oração não é um último recurso para momentos de desespero, mas a nossa linha de vida, nossa conexão constante com o divino que nos sustenta em todos os momentos, bons e maus. Perdoar quem nos magoou, buscar a paz no coração em meio ao caos, cultivar a fé mesmo quando tudo parece incerto, testemunhar a conversão de outros… tudo isso faz parte da nossa caminhada diária de santidade, e a oração nos fortalece e nos guia. Assim como naquele dia na montanha eles se uniram e foram protegidos, nós também precisamos nos apoiar mutuamente na oração, pedindo a intercessão por nós e pelos que amamos. Por isso, quero reforçar com todo carinho aquele pedido inicial: se você ainda não escreveu, ou se lembrou de mais alguém que precisa urgentemente das graças divinas, coloque AGORA nos comentários os nomes das pessoas que necessitam de oração. Vamos incluir todos esses nomes na nossa oração especial com o Rosário, entregando-os nas mãos amorosas de Nossa Senhora.
E você, o que essa história despertou em seu coração sobre a presença de Nossa Senhora e a força da fé em momentos de perigo? Já sentiu a intercessão da Virgem Maria em alguma situação difícil da sua vida? Compartilhe sua reflexão e suas experiências sobre a fé diante das adversidades aqui nos comentários abaixo deste vídeo. Seu testemunho pode inspirar muitas outras pessoas a confiar mais em Deus e em Sua Mãe Santíssima. Que essa narrativa nos inspire a confiar sempre na intercessão da Virgem Maria, a buscar a oração como nosso refúgio e a nunca desistir da nossa própria caminhada de fé, por mais íngreme ou perigosa que ela pareça ser. Se você gostou deste vídeo e ele tocou seu coração, deixe seu ‘Like’ para que essa mensagem alcance mais pessoas e se inscreva no canal se ainda não for inscrito para não perder os próximos vídeos com mais histórias e reflexões sobre fé e esperança. Que Deus abençoe você e sua família grandemente. Muito obrigado por estar conosco e até a próxima!
Stellen Sie sich vor, Sie wandern tagelang, überwinden Müdigkeit und schwieriges Gelände, mit einem heiligen Ziel im Herzen … und plötzlich ändert sich alles. Der Glaube wird auf unvorstellbare Weise auf die Probe gestellt, ein falscher Schritt kann alles kosten. Doch kann sich in Momenten extremer Gefahr eine göttliche Gegenwart wirklich offenbaren und retten? Die Geschichte, die ich Ihnen heute erzählen werde, handelt genau davon: von einer Pilgergruppe, die dem Berg gegenübersteht, am Rande einer Tragödie, und von einer Intervention, die jeder Logik widerspricht. Bevor wir uns in diese eindringliche Erzählung vertiefen, die Ihre Aufmerksamkeit fesseln wird, habe ich eine kurze und wichtige Bitte: Wenn Sie jemanden kennen, der dringend Gebet braucht – ein Familienmitglied, einen Freund oder sich selbst –, schreiben Sie seinen Namen JETZT in die Kommentare unten. Schließen wir uns all diesen Namen unserem Hauptgebet mit dem Rosenkranz an und bitten wir um die Fürsprache der Muttergottes für jeden von ihnen.
Unsere Gruppe, bewegt von tiefem Glauben und dem brennenden Wunsch, einen heiligen Ort auf dem Gipfel des Berges zu erreichen, begann die Reise mit Herzen voller Hoffnung. Das Ziel war ein kleines, Unserer Lieben Frau geweihtes Heiligtum, bekannt als Oase des Friedens und Ort, an dem uns im Laufe der Jahre viele Gnaden zuteilwurden. Die Vorbereitung war intensiv: Monate der Organisation, des Gebets und der Planung. In unseren Rucksäcken trugen wir das Nötigste: Wasser, Essen, warme Kleidung, einen Erste-Hilfe-Kasten und mittendrin, mit Ehrfurcht und Sorgfalt behütet, ein Bild Unserer Lieben Frau, das als Geschenk der Hingabe und Dankbarkeit zum Hauptaltar des Heiligtums gebracht werden sollte. Es herrschte eine Atmosphäre der Gemeinschaft, der Brüderlichkeit, alle teilten das gleiche spirituelle Ziel, bereit, sich den Herausforderungen des Berges zu stellen, in der Gewissheit, dass jeder Schritt ein Gebet, eine Hingabe, ein Weg sein würde, dem Göttlichen näherzukommen.
Die Reise begann bei noch schüchterner Sonne, die den Himmel in leuchtende Farben tauchte und einen wunderschönen Tag versprach, ideal zum Wandern. Die ersten Kilometer waren relativ einfach, auf breiten und gut markierten Wegen, die der Gruppe Gelegenheit gaben, sich einzugewöhnen, zu reden, Erwartungen auszutauschen und zu lachen. Die Landschaft war zunächst atemberaubend. Grüne Täler öffneten sich, während wir bergauf stiegen, und die reine Bergluft erfüllte unsere Lungen und schenkte uns ein Gefühl der Erneuerung und Leichtigkeit. Wir reichten das Bildnis der Muttergottes von Hand zu Hand, sodass jeder die physische Last und zugleich die symbolische Bedeutung unseres Glaubens spüren konnte – eine ständige Erinnerung an den höheren Sinn unserer Pilgerreise. Dieser ruhige Beginn gab uns Zuversicht, doch tief im Inneren wussten wir, dass der Berg noch viel größere Herausforderungen bereithielt und nicht nur unsere körperliche Ausdauer, sondern vor allem die Stärke unseres Glaubens und den Zusammenhalt der Gruppe auf die Probe stellte.
Je weiter wir vorwärtskamen, desto größer und schwieriger wurde der Berg. Die einst einladenden Pfade wichen schmalen, steilen Pfaden voller loser Steine, die bei jedem Schritt besondere Vorsicht erforderten. Müdigkeit machte sich bemerkbar und verwandelte die anfängliche Leichtigkeit in ein Gefühl der Schwere in Schultern und Beinen. Die angeregten Gespräche wichen konzentrierter Stille, die nur durch das Geräusch schweren Atmens und das Reiben der Stiefel auf Erde und Fels unterbrochen wurde. Die Luft wurde dünner, und die Aussicht, obwohl spektakulär, offenbarte uns, wie hoch wir waren und wie klein wir angesichts der Weite der Natur waren. Kurze Pausen wurden immer häufiger, kostbare Momente, um zu verschnaufen, Wasser zu trinken, einen kleinen Imbiss zu teilen und vor allem einander zu ermutigen und unsere Hingabe an die Reise und unser letztendliches Ziel, das Heiligtum mit unserem Bildnis Unserer Lieben Frau zu erreichen, zu bekräftigen.
Nach stundenlangem, stetigem Klettern erreichten wir den bekanntermaßen gefährlichsten Teil des Berges: einen Abschnitt, an dem der Weg in einen extrem engen Gang abbog, fast wie ein Felsvorsprung, mit einem steilen Abgrund auf der einen Seite. Der starke Wind in dieser Höhe verstärkte das Gefühl der Verwundbarkeit. Wir mussten einzeln und mit äußerster Vorsicht hindurch, ohne uns Fehler oder Fehltritte erlauben zu müssen. Der Fels war an manchen Stellen etwas rutschig, und wir mussten uns maximal konzentrieren. Das Marienbild musste in diesem Abschnitt mit noch mehr Fingerspitzengefühl passiert werden. Wer es trug, musste perfektes Gleichgewicht und zusätzliche Kraft haben, um es durch den engen Gang zu manövrieren. Mit jeder scharfen Kurve, mit jedem kalkulierten Schritt stieg die Anspannung, denn wir wussten, dass wir am Rande unserer Sicherheit waren, völlig abhängig von der Aufmerksamkeit jedes Einzelnen und der Stabilität des Felsens unter unseren Füßen, und spürten die drohende Gefahr in der Luft.
Genau an einer der kritischsten Stellen dieses engen Durchgangs, wo kaum Platz für einen seitlichen Durchgang war und der Abgrund noch tiefer schien, geschah das Undenkbare. Einer der Pilger verlor plötzlich das Gleichgewicht, vielleicht aufgrund der zunehmenden körperlichen und geistigen Erschöpfung oder weil ein Fels unter seinem Stiefel nachgab. In einem verzweifelten Versuch, nicht ins Leere zu stürzen, versuchte er, sich an seinem Begleiter festzuhalten, der direkt vor ihm war. Dies löste eine Kettenreaktion aus, die rasch andere Menschen in unmittelbarer Nähe erfasste. Es gab Schreie des Schreckens und der Panik, ein Wirrwarr von Körpern, die stolperten, das Gleichgewicht verloren und in diesem gefährlichen Durchgang nach Halt suchten. Das mit so viel Sorgfalt transportierte Bildnis der Muttergottes schwankte gefährlich in den Händen des Trägers und schien abzustürzen. Für einige qualvolle Sekunden herrschte pures Entsetzen. Mehrere Mitglieder der Gruppe hingen über dem Rand des Abgrunds, und der Sturz schien unausweichlich und verheerend.
In diesem Moment der Panik und des Chaos schien die Zeit stillzustehen. Diejenigen, die es schafften, stark zu bleiben, waren vor Angst wie gelähmt und sahen ihre Freunde und Familienangehörigen am seidenen Faden hängen und verzweifelt versuchen, auf einem Felsen Halt zu finden, der kaum Sicherheit bot. Es herrschte ein Gefühl völliger Hilflosigkeit, das Gefühl, am Ende unserer Kräfte zu sein und eine Tragödie unmittelbar bevorzustehen. Das Geräusch loser Steine, die in den Abgrund fielen, hallte wider und verstärkte den Schrecken. Und inmitten all dessen blieb das Bild Unserer Lieben Frau, das in den Händen eines der am stärksten schwankenden Pilger lag, unerklärlich fest, als würde es von einer unsichtbaren Kraft gehalten und trotzte in diesem Szenario des drohenden Einsturzes der Physik. Es war ein Anblick, der einen fassungslos machte: Chaos, reale Gefahr und das heilige Bild, unversehrt und stabil, wie ein Leuchtfeuer mitten im Sturm, während alles um es herum einzustürzen drohte.
In diesem entscheidenden Moment, als die menschliche Hoffnung erschöpft und der Sturz unausweichlich schien, senkte sich eine unerklärliche und kraftvolle Ruhe über den Weg. Kein Lärm, kein himmlisches Licht, nur eine sanfte und imposante Präsenz, die alle wie ein schützender Mantel umhüllte. Wer ausrutschte und fiel, fand plötzlich festen Halt auf vorher nicht dagewesenen Stützen oder spürte, wie sein Sturz sanft aufgefangen wurde. Eine unsichtbare Kraft schien das Bild der Muttergottes zu stabilisieren, das trotz gefährlichen Schwankens unverletzt und ohne einen einzigen Kratzer in den Händen des Pilgers blieb, der es beinahe fallen gelassen hätte. Manche spürten eine sanfte Wärme, andere einen plötzlichen Frieden, der ihre Panik vertrieb. Es war, als hätte der Berg selbst Solidarität gezeigt, unterstützt durch göttliche Fürsprache – ein greifbares Wunder, eine klare Manifestation der Gegenwart und des Schutzes der Heiligen Mutter, die im Moment der größten Not der Gruppe eingriff und auf übernatürliche Weise die drohende Tragödie verhinderte.
Nachdem der erste Schock und die Fassungslosigkeit über das Geschehene (oder vielmehr das, was nicht geschehen war) vorüber waren, versammelte sich die Gruppe und umarmte sich mit Tränen in den Augen – nicht vor Schmerz, sondern vor tiefer Erleichterung und Dankbarkeit. Wir blickten einander an, auf den engen Gang und das unversehrte Bildnis der Muttergottes, und es gab keinen Zweifel in unseren Herzen: Wir waren wie durch ein Wunder verschont geblieben. Niemand war ernsthaft verletzt, nur leichte Kratzer und ein Schrecken, der uns für immer in Erinnerung bleiben würde. Dieses Erlebnis veränderte uns augenblicklich. Das Bildnis der Muttergottes, zuvor ein Gegenstand der Verehrung, war nun das lebendige und greifbare Symbol des göttlichen Schutzes, der uns gerettet hatte. Der Glaube, der uns auf der Pilgerreise angetrieben hatte, wurde unerschütterlich, ein Fels angesichts menschlicher Zerbrechlichkeit. Von da an taten wir jeden Schritt mit noch größerer Ehrfurcht, in der unerschütterlichen Gewissheit, dass wir auf diesem Weg nicht allein waren und dass die Jungfrau Maria uns Schritt für Schritt begleitete und beschützte. Diese Geschichte zeigt uns deutlich, dass das Leben, wie diese Pilgerreise auf den Berg, voller Engpässe und unerwarteter Schwierigkeiten ist, in denen alles auseinanderzufallen scheint und eine Tragödie lauert. Unsere täglichen „Berge“ können Herausforderungen im Beruf, Krankheiten in der Familie, finanzielle Probleme, der Kampf mit unseren eigenen Fehlern und Sünden oder einfach das Gefühl der Einsamkeit angesichts von Hindernissen sein.
Und gerade in diesen Zeiten werden die ständige Gegenwart Gottes in unserem Leben und die mächtige Fürsprache der Muttergottes zu unserer sicheren Zuflucht, unserer unerschütterlichen Kraft. Das Gebet ist nicht der letzte Ausweg in Momenten der Verzweiflung, sondern unser Rettungsanker, unsere ständige Verbindung mit dem Göttlichen, die uns in allen guten wie in schlechten Zeiten beisteht. Denen zu vergeben, die uns verletzt haben, inmitten des Chaos Frieden im Herzen zu suchen, den Glauben zu pflegen, auch wenn alles unsicher erscheint, die Bekehrung anderer mitzuerleben … all dies gehört zu unserem täglichen Weg der Heiligkeit, und das Gebet stärkt und leitet uns. So wie sie an jenem Tag auf dem Berg zusammenkamen und beschützt wurden, müssen auch wir uns gegenseitig im Gebet unterstützen und um Fürsprache für uns selbst und unsere Lieben bitten. Deshalb möchte ich diese erste Bitte liebevoll bekräftigen: Wenn Sie noch nicht geschrieben haben oder sich an jemanden erinnern, der dringend göttliche Gnade benötigt, hinterlassen Sie JETZT die Namen der Menschen, die Gebet benötigen, in den Kommentaren. Wir werden alle diese Namen in unser besonderes Rosenkranzgebet einschließen und sie in die liebevollen Hände Unserer Lieben Frau legen.
Und Sie, was hat diese Geschichte in Ihrem Herzen über die Gegenwart Unserer Lieben Frau und die Kraft des Glaubens in Zeiten der Gefahr geweckt? Haben Sie in einer schwierigen Situation in Ihrem Leben schon einmal die Fürsprache der Jungfrau Maria gespürt? Teilen Sie Ihre Gedanken und Erfahrungen zum Thema Glaube angesichts von Widrigkeiten hier in den Kommentaren unter diesem Video. Ihr Zeugnis kann viele andere Menschen dazu inspirieren, mehr auf Gott und seine heiligste Mutter zu vertrauen. Möge uns diese Geschichte inspirieren, stets auf die Fürsprache der Jungfrau Maria zu vertrauen, das Gebet als unsere Zuflucht zu suchen und unseren Glaubensweg niemals aufzugeben, egal wie steil oder gefährlich er auch erscheinen mag. Wenn dir dieses Video gefallen hat und es dich berührt hat, hinterlasse bitte ein „Gefällt mir“, damit diese Botschaft noch mehr Menschen erreicht, und abonniere den Kanal, falls du noch nicht abonniert bist, um die nächsten Videos mit weiteren Geschichten und Betrachtungen zu Glaube und Hoffnung nicht zu verpassen. Möge Gott dich und deine Familie reich segnen. Vielen Dank, dass du bei uns warst, und bis zum nächsten Mal!
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