Medjugorje! Se Você Deseja Ser Salvo, Ouça: O Plano de Nossa Senhora na Tribulação.

O padre avisou, mas ninguém ouviu medjugorje

Se o seu coração anseia pela verdade e se existe em você o desejo genuíno de compreender os avisos que o Céu nos envia, então, como dizem as Escrituras, “quem tem ouvidos, ouça”.

O padre avisou, mas ninguém ouviu medjugorje

É imperativo que prestemos atenção redobrada às palavras proferidas pelo padre, um sacerdote que tem dedicado sua vida a alertar as ovelhas sobre os perigos iminentes e a urgência da conversão. Muitas vezes, ao ouvirmos falar de profecias e advertências, surge uma resistência natural, uma voz interna que rejeita os chamados “profetas da desgraça”. No entanto, é fundamental compreender a pedagogia divina: o objetivo de Nossa Senhora, em sua infinita ternura de Mãe, jamais é semear o pânico ou o terror infundado em nossos corações. Pelo contrário, Sua missão é de preparação. Tal como um amigo leal que nos avisa de um perigo na estrada não para nos amedrontar, mas para que possamos desviar e sobreviver, a Virgem Maria nos alerta porque o aviso, embora desconfortável, é um ato supremo de misericórdia. Ela nos desperta do sono letárgico da indiferença para que possamos estar prontos para o que virá.

Recordemos, através das palavras do padre, o exemplo histórico e incontestável das aparições de Fátima. A Mensagem foi clara e condicional: se a humanidade não se convertesse, viria uma guerra ainda pior. A história nos mostra que a humanidade não deu ouvidos suficientes, e o segundo grande conflito mundial devastou nações. Contudo, a gratidão deve encher nossos corações, pois a “Mãezinha” nos avisou. Em Portugal, especificamente, vimos a eficácia da resposta espiritual. Na hora da grande aflição, o episcopado português, iluminado pela graça, recorreu ao Céu, fazendo uma promessa solene de erguer um monumento a Cristo Rei caso a nação fosse poupada da entrada direta na guerra. Aquele monumento, que hoje se ergue majestoso em Lisboa, não é apenas pedra e cimento; é um testemunho de que Deus ouve o clamor de seu povo e que a proteção divina é real quando nos voltamos para Ele. Portanto, quando Nossa Senhora nos avisa, Ela não está apenas transmitindo uma notícia jornalística celestial; Ela está nos confiando uma missão. Deus conta com o nosso “sim” para sermos parte ativa da solução, através da oração, da penitência e da conversão pessoal, seguindo o exemplo heroico dos pastorinhos.

Tudo isso nos foi recordado pela boca deste padre, um homem que vive a santidade e não teme desagradar ao mundo para agradar a Deus. Ele não esconde a verdade, por mais dura que possa parecer aos ouvidos modernos acostumados com facilidades. Em seus retiros, pregações e intervenções nos meios católicos, ele tem sido uma voz constante a falar das profecias marianas e da escatologia, ou seja, do estudo do fim dos tempos. Pela ação discernidora do Espírito Santo, este sacerdote possui uma percepção aguçada de que não estamos vivendo uma época comum, mas sim o tempo do cumprimento das grandes promessas e avisos. Infelizmente, uma grande parcela da sociedade, e até mesmo muitos fiéis, caíram em um ceticismo perigoso, acreditando que a vida seguirá seu curso normal indefinidamente e que nada de extraordinário acontecerá. Essa cegueira espiritual é, talvez, um dos maiores perigos, pois nos deixa desarmados diante das tempestades que já começam a se formar no horizonte da história humana.

Observemos com honestidade o cenário em que estamos inseridos. O ano de 2026 iniciou-se sob uma atmosfera diferente, onde o tempo parece ter acelerado de forma vertiginosa, escapando por entre os nossos dedos. Estamos avançando no calendário, e as manchetes que chegam do Brasil e de diversas partes do globo trazem notícias que, até pouco tempo atrás, seriam consideradas roteiros de filmes de ficção. Não estamos falando apenas de mudanças políticas ou econômicas, mas de uma revolta da própria natureza. Tempestades de gelo sem precedentes estão paralisando cidades inteiras, lançando metrópoles modernas no caos absoluto. É um choque de realidade perceber que, mesmo com toda a tecnologia de ponta, com toda a inteligência artificial e os avanços científicos dos países mais desenvolvidos, o ser humano continua pequeno e impotente diante da força da criação quando esta é permitida por Deus a agir como instrumento de correção.

Para ilustrar a gravidade da situação, basta olharmos para o que tem ocorrido no Hemisfério Norte, especificamente nos Estados Unidos. Milhares de voos foram cancelados, deixando multidões presas em aeroportos, longe de suas famílias. Cidades inteiras foram sepultadas sob 30 centímetros ou mais de neve, enfrentando temperaturas brutais que chegaram a marcas inferiores a 40 graus negativos. O que é mais assustador não é apenas o frio, mas o colapso da infraestrutura: milhões de pessoas ficaram sem energia elétrica. Não estamos falando de centenas, mas de milhões de seres humanos no escuro e no frio. Estradas foram bloqueadas, sistemas de aquecimento falharam em locais que não estavam preparados para tamanha severidade climática. Quando os governantes emitiram os alertas sobre a tempestade invernal nunca antes vista, a reação instintiva da população foi correr para os supermercados, resultando em prateleiras vazias e um sentimento palpável de desespero e fragilidade.

Além dos fenômenos climáticos extremos relatados pelo padre, devemos abrir os olhos para outras tribulações que assolam o mundo e que corroboram este tempo de dores. O mundo vive uma instabilidade geopolítica aterrorizante, com rumores de guerras se transformando em conflitos reais e sangrentos em diversas partes do globo. Vemos uma crise moral sem precedentes, onde o certo é chamado de errado e o errado é aplaudido como virtude, gerando uma confusão diabólica na mente das famílias e das crianças. Há também a perseguição silenciosa à fé, onde os valores cristãos são ridicularizados publicamente. A economia global balança, gerando incertezas sobre o futuro do sustento de milhões. Tudo isso compõe um quadro de tribulação que não pode ser ignorado. São sinais claros de que a humanidade caminhou para longe de Deus e agora colhe os frutos amargos dessa distância. A natureza geme, a sociedade adoece e a alma humana, sem Deus, entra em desespero.

No entanto, em meio a toda essa escuridão e tribulação, brilha uma luz inextinguível de esperança trazida por Nossa Senhora, que nunca nos abandona. Precisamos recordar o exemplo de perseverança vindo de Medjugorje. Há décadas, videntes como Mirjana Soldo e seus companheiros têm recebido a visita da Rainha da Paz. Eles enfrentaram, ao longo de mais de 40 anos, perseguições do regime comunista, escárnio da mídia, exames médicos exaustivos e a descrença de muitos dentro da própria Igreja. Contudo, mantiveram-se firmes. Mirjana e os outros videntes continuam a nos transmitir que, mesmo com todas as tribulações e segredos que falam de eventos futuros difíceis, a mensagem central é sempre de paz, fé e oração. Nossa Senhora, em Medjugorje, insiste que com o jejum e a oração, até mesmo guerras podem ser paradas e leis naturais suspensas. Ela é a “Gospa” que nos ensina que não devemos temer o futuro se estivermos abrigados em Seu Coração Imaculado, vivendo suas mensagens de conversão diária.

O alerta do padre ecoa, portanto, como um chamado urgente para que saiamos da paralisia. Estamos, neste momento do ano, nos aproximando ou vivenciando períodos litúrgicos propícios à reflexão, como a Quaresma. É o tempo favorável para uma boa confissão. Não podemos mais adiar. Faça uma promessa, não de forma leviana, mas de coração sincero; Deus acolhe o sacrifício de quem deseja renunciar a um vício, a um pecado de estimação que está destruindo sua alma e desagradando ao Criador. Precisamos abandonar a filosofia mundana do “deixa a vida me levar” e assumir a postura cristã do “deixa Deus me conduzir, deixa a Divina Vontade governar meus passos”. É vital prestar atenção no que os profetas atuais e sacerdotes iluminados estão dizendo, pois Deus escolhe seus mensageiros para nos despertar antes que seja tarde demais.

Recordamos também as palavras de outros avisos espirituais, que mencionavam o início de um período de tribulações graduais que se intensificariam com o tempo. Falava-se de secas extremas, tempestades em lugares inusitados, terremotos e eventos climáticos intensos em escala global. Basta abrir os jornais ou navegar pelos sites de notícias para confirmar que isso não é mais uma previsão futura, mas a nossa realidade presente. As grandes potências, com todo o seu orgulho e tecnologia, estão de joelhos diante da natureza. Por isso, a recomendação da Mãe de Deus em todas as suas aparições — seja em Fátima, em Medjugorje ou através das pregações deste santo padre — é única: refúgio nos Sacramentos e na oração do Santo Rosário. O Imaculado Coração de Maria e o Sagrado Coração de Jesus são o nosso abrigo seguro. Diante deste ano de 2026 que se desdobra com tantos desafios, convido você a refletir: o que você está sentindo? Como está a sua preparação espiritual? Deixe seu comentário, partilhe sua percepção, pois é tempo de unirmos nossa fé e estarmos vigilantes. Que Deus abençoe e proteja a todos nós.

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Sou Fabio Russo, desenvolvedor e administrador do site Artesanato Total desde 2015. A mais de 25 anos trabalho com diversos nichos de sites na Internet, sempre presando a qualidade em todos os projetos.

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