NASA ALERTA para APAGÃO GLOBAL em 3 de Março: O Que Está Por Vir?

NASA ALERTA para APAGÃO GLOBAL em 3 de Março: O Que Está Por Vir?

A NASA emitiu recentemente um comunicado que está movimentando a comunidade astronômica e gerando curiosidade em todo o mundo: um alerta para que observadores se preparem para um fenômeno marcante na madrugada do dia 3 de março.

NASA ALERTA para APAGÃO GLOBAL em 3 de Março: O Que Está Por Vir?

A agência espacial descreve o evento como um eclipse lunar total que promete provocar um verdadeiro “apagão” temporário no brilho noturno, coincidindo precisamente com a fase de Lua Cheia. Embora manchetes sensacionalistas possam sugerir uma catástrofe elétrica, o “apagão” aqui se refere ao desaparecimento momentâneo do nosso satélite natural do céu brilhante, mergulhando na sombra da Terra. Este evento é um dos mais aguardados do ano, pois combina uma visibilidade privilegiada para as Américas com uma duração de totalidade significativa, prometendo transformar a madrugada em um espetáculo de sombras e luzes celestiais que não requer equipamentos sofisticados para ser apreciado, mas exige planejamento e atenção aos horários divulgados.

Durante a fase máxima deste eclipse, a Lua não desaparecerá completamente, mas ganhará uma coloração dramática e avermelhada, o que lhe confere o famoso título de “Lua de Sangue”. Entender a física por trás disso torna a experiência ainda mais fascinante: o fenômeno ocorre quando o Sol, a Terra e a Lua se alinham perfeitamente, com o nosso planeta bloqueando a incidência direta da luz solar sobre a superfície lunar. A cor vermelha surge devido à atmosfera da Terra, que atua como um prisma gigantesco. Ela filtra as frequências de luz azul e permite que apenas os tons vermelhos e laranjas passem e sejam refratados em direção à Lua. É o mesmo efeito óptico, conhecido como Dispersão de Rayleigh, que torna o nosso pôr do sol avermelhado. Portanto, na madrugada de 3 de março, o que veremos não é uma lua morta, mas uma lua banhada pela luz de todos os amanheceres e entardeceres da Terra projetados simultaneamente sobre ela.

Além do aspecto científico, este eclipse carrega um forte simbolismo cultural e histórico, sendo apelidado também de “Lua de Sangue das Minhocas”. A nomenclatura peculiar tem raízes nas tradições indígenas e rurais do Hemisfério Norte. O mês de março marca o fim do inverno rigoroso e o início da primavera nessas regiões; é o momento em que o solo, antes congelado, começa a descongelar e amolecer, permitindo que as minhocas voltem à superfície e que os pássaros retornem para se alimentar. Essa conexão entre o céu e a terra nos lembra que, antigamente, os eventos astronômicos serviam como calendário vital para a agricultura e a sobrevivência. Unir a “Lua de Sangue” com a “Lua das Minhocas” cria um evento de dualidade: enquanto o céu exibe um tom rubro e misterioso, a terra anuncia o renascimento da vida e o despertar da natureza após um longo período de dormência e frio.

Para os observadores brasileiros que desejam acompanhar cada segundo deste balé cósmico, a precisão no horário é fundamental. Segundo o cronograma ajustado para o horário de Brasília, o evento começa de forma sutil com o eclipse penumbral às 3h44 da manhã. No entanto, o show visual realmente ganha força a partir das 4h50, com o início do eclipse parcial. O momento mais aguardado, o “apagão” da totalidade, terá início às 6h04, quando a Lua estará inteiramente coberta pela umbra terrestre. A duração dessa fase total será de aproximadamente 58 minutos, encerrando-se às 7h03. Contudo, é importante notar que, dependendo da sua localização no Brasil, o amanhecer do Sol pode ocorrer durante a fase total, criando um contraste raro entre a Lua vermelha se pondo no horizonte oeste e o Sol nascendo no leste. O encerramento completo do evento astronômico se dará às 9h23, mas para a maioria dos observadores, a janela mágica ocorre entre 5h e 6h30 da manhã.

Uma das grandes vantagens deste evento, conforme ressaltado pela NASA, é a total segurança para a visão humana. Diferentemente dos eclipses solares, que exigem filtros especiais e óculos de proteção para evitar danos irreversíveis à retina, o eclipse lunar pode ser observado a olho nu tranquilamente. A luz refletida pela Lua, mesmo durante o eclipse, é suave e inofensiva. Para enriquecer a experiência, recomenda-se o uso de binóculos ou telescópios amadores, que podem revelar detalhes impressionantes das crateras lunares sob a iluminação avermelhada difusa. A NASA e especialistas em astronomia sugerem fortemente a busca por locais com baixa poluição luminosa — longe dos grandes centros urbanos e das luzes artificiais de postes e prédios — para que o contraste da “Lua de Sangue” contra o fundo estrelado seja mais nítido. Além disso, monitorar a previsão do tempo é crucial, pois uma noite nublada pode bloquear completamente a visão deste espetáculo.

Este “apagão” lunar de 3 de março não é apenas um evento para astrofotógrafos e curiosos, mas uma oportunidade científica. Durante esses 58 minutos de escuridão relativa na superfície lunar, cientistas podem medir como as rochas lunares esfriam rapidamente quando a luz solar é cortada, fornecendo dados sobre a composição e a densidade do solo lunar (regolito). Para o público geral, o evento serve como um lembrete da nossa posição no cosmos, um momento de “apagão” que nos força a olhar para cima e desconectar da tecnologia terrestre. A NASA pede que o mundo se prepare não por medo, mas pela raridade da beleza que será exposta. Contudo, sempre que falamos em “apagão”, “escuridão no céu” e “Lua de Sangue”, é inevitável que o imaginário coletivo e as antigas escrituras venham à tona, despertando medos ancestrais e correlações com profecias que atravessam séculos.

Ao falarmos sobre um “apagão global” no céu e uma lua que se veste de sangue, torna-se impossível para muitos estudiosos de escatologia e misticismo cristão não fazer um paralelo imediato com a temida profecia dos “Três Dias de Escuridão”. Diversos videntes, santos e místicos ao longo da história — como a Beata Anna Maria Taigi, Marie Julie Jahenny e relatos atribuídos a Padre Pio — profetizaram um tempo futuro em que a Terra seria mergulhada em uma escuridão total e absoluta, não apenas por 58 minutos, mas por 72 horas ininterruptas. Segundo essas visões, diferentemente do eclipse explicável pela NASA, essa escuridão seria de origem sobrenatural e densa, onde nenhuma luz artificial (elétrica) funcionaria. A profecia adverte que, quando o céu escurecer dessa forma, seria um sinal de purificação global, onde “o inferno estaria solto na Terra”, e a única fonte de luz permitida seria a de velas de cera benta, guardadas pelos fiéis em oração dentro de suas casas fechadas.

A descrição deste eclipse de 3 de março, com seu “apagão” e a cor avermelhada, serve como um gatilho visual poderoso que nos remete às descrições bíblicas e proféticas, como as encontradas no livro de Joel ou no Apocalipse, onde se diz que “o sol se converterá em trevas e a lua em sangue”. No entanto, é fundamental traçar o paralelo e a distinção: o evento da NASA é um alinhamento mecânico, previsível, belo e inofensivo, uma dança gravitacional que celebra a ordem do universo. Já a profecia dos Três Dias de Escuridão descreve um caos espiritual e físico, uma ruptura da ordem natural onde o ar se tornaria irrespirável e a escuridão seria “palpável”. Enquanto o eclipse de março nos convida a sair de casa e olhar para o céu com binóculos, as profecias antigas orientam exatamente o oposto: trancar-se, cobrir as janelas e não olhar para fora sob hipótese alguma, temendo a morte instantânea ao encarar a ira divina que estaria varrendo o planeta.

Portanto, ao nos prepararmos para a madrugada de 3 de março, vivemos uma dualidade interessante. Por um lado, temos a ciência nos garantindo 58 minutos de um show inofensivo e magnífico de uma “Lua de Sangue”; por outro, temos o eco persistente de avisos seculares que nos dizem para temer o dia em que a luz se extinguir de verdade. Muitos fiéis veem nestes eclipses “sinais dos tempos”, pequenos avisos ou ensaios para eventos maiores profetizados. Comparar o eclipse lunar com os Três Dias de Escuridão nos ajuda a dimensionar a nossa fragilidade: hoje, celebramos um “apagão” como entretenimento, sabendo que a luz retornará em menos de uma hora. Mas a profecia permanece no imaginário como um lembrete sombrio de que, talvez um dia, a escuridão venha sem data marcada pela NASA. Até lá, aproveitemos a visão da Lua das Minhocas, mas sem jamais esquecer as mensagens antigas que nos pedem vigilância constante sobre os mistérios que os céus podem esconder.

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Sou Fabio Russo, desenvolvedor e administrador do site Artesanato Total desde 2015. A mais de 25 anos trabalho com diversos nichos de sites na Internet, sempre presando a qualidade em todos os projetos.

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