O que ACABOU de acontecer nos EUA CHOCOU o mundo — Jesus está voltando em breve

Imagine sair de casa e, em poucos segundos, sentir a própria pele queimar de tão brutal que o frio está. Não é roteiro de um filme apocalíptico de Hollywood, é exatamente o que acabou de chocar o mundo dentro dos Estados Unidos.

Tudo isso aponta para uma verdade infinitamente maior: Jesus Cristo está voltando em breve. Preste muita atenção no que vou te contar agora, pois algo profundamente perturbador está tomando conta da América e não é um evento isolado. As coisas ocorrem de forma simultânea e assustadora. O que parecia cena de ficção virou uma realidade inevitável, assustadora e muito diária.
Para você ter uma ideia clara da gravidade, nós não estamos falando de um inverno comum. A natureza simplesmente parece ter perdido os seus freios. Nevascas absolutamente colossais estão engolindo estados americanos inteiros, congelando rodovias, paralisando enormes aeroportos e quebrando rapidamente as redes elétricas cruciais. O frio despencou para níveis perigosos que desafiam a nossa sobrevivência física. Ficar exposto ao ar livre por minutos resulta em extremo congelamento humano. O mais bizarro é que alertas de emergência disparam sem parar nos celulares das famílias, porém muitos decidem apenas ignorar a urgência vital. Construções robustas estão colapsando tragicamente sob este gelo pesado.
Como se não bastasse ser completamente soterrado pela neve grossa, a nossa natureza atinge com mais um golpe cruel e imprevisto: enchentes repentinas. Imediatamente logo após tempestades de gelo severas, chuvas caóticas castigam a população incessantemente. O derretimento furioso das estradas transforma bairros super tranquilos em verdadeiros rios de desespero dentro de minutos. Imagine só a cena: pessoas humildes que sobreviviam contra o congelamento noturno acordam fugindo de torrentes destrutivas com águas pela cintura. A nossa estrutura civil inteira acaba entrando num nítido colapso total. Socorristas heróicos arriscam vidas diariamente porque nenhum grande hospital suporta essa taxa altíssima e inédita de ferimentos.
Porém, você sabe qual é realmente a parte mais aterrorizante nessa história inteira? Não é a neve gigante ou o avanço descontrolado das águas, mas sim a surpreendente falta de choque da sociedade. O mundo está absurdamente anestesiado e frio. Tragédias diárias invadem repetidas vezes as telas brilhantes de nossos telefones inteligentes, mas a imensa maioria dos usuários continua apenas deslizando para baixo silenciosamente. As pessoas murmuram: “é apenas mais um terrível desastre”. Aqui entra perfeitamente um inegável alerta bíblico histórico. Através de Amós, foi profetizado especificamente que as sociedades humanas parariam subitamente de chorar dolorosamente diante de um ambiente mundial fraturado e instável.
Enquanto todos caminham distraídos olhando para telas reluzentes, outro grande pavor sobrenatural domina misteriosamente nossos céus imensos em várias nações. A típica noite natural, escura e cheia de silêncio simplesmente resolveu sumir em diversos lugares intensamente. Sim, os horizontes recusam parar de reluzir no fim da tarde. No lugar de confortantes e familiares trevas de repouso físico, vemos agora luzes estranhas pairando sem explicação durante duras madrugadas sombrias pela extensão americana. As mentes reagem instantaneamente ao ver tamanha distorção. Clínicas médicas registram explosões assombrosas de crises emocionais porque nossa instintiva biologia enxerga de perto um mundo cujas regras de repouso absoluto foram todas definitivamente abolidas.
E no chão perigoso ao nosso lado, observamos nitidamente muros civilizacionais caindo assustadoramente rápido e a violenta e implacável fronteira que separava instintos de tranquilidade acabou. Florestas inteiras começam sistematicamente uma perigosa caça contra zonas povoadas e calmas de residências rurais americanas. Noticiários atestam ursos espreitando livremente pelos parquinhos das crianças durante os recreios alegres matinais estudantis. Sorrateiros e cruéis predadores carnívoros selvagens ignoram perigos automobilísticos de luzes intensas em importantes pontes. Acampamentos de verões alegres vivenciam a fúria enlouquecida originária das matas e litorais americanos. Animais, antigamente temerosos ou pacíficos com humanos passeando, agora realizam caçadas urbanas muito frequentes através do assombrado pânico atual coletivo.
É natural que, diante desses eventos, especialistas e cientistas corram para apresentar explicações técnicas. Eles falam sobre poluição luminosa severa, partículas na atmosfera e mudanças climáticas que alteram os instintos migratórios dos animais. Racionalmente, essas explicações fazem sentido, mas para quem observa com atenção, elas não trazem paz. Isso acontece porque o medo humano não é apenas da luz estranha no céu ou da proximidade dos animais selvagens, mas sim da sensação de que a ordem natural das coisas se quebrou. Espiritualmente, as Escrituras explicam que a Terra não é um objeto morto; ela reage ao que acontece com a humanidade. O profeta Oséias advertiu que, quando o equilíbrio moral de um povo se perde, a própria natureza começa a sofrer, os animais perdem seu rumo e o ambiente lamenta. O que estamos vendo nos EUA não é apenas um fenômeno climático, mas o reflexo de um desajuste muito mais profundo entre a criação e o Criador.
Talvez o sinal mais perigoso de todos não seja o céu brilhando ou as nevascas históricas, mas sim a frieza do coração humano. Vivemos em uma era onde tragédias que antes parariam o mundo agora são recebidas com um simples suspiro e o deslizar de uma tela de celular. As pessoas se acostumaram com o caos. Jesus Cristo deixou um alerta muito claro sobre esse estado de espírito: Ele disse que, nos dias que precederiam a Sua volta, o mundo viveria como nos dias de Noé. As pessoas continuariam comendo, bebendo e seguindo suas rotinas, completamente alheias aos sinais que gritavam à sua volta. O perigo real não está na tempestade que desaba lá fora, mas na anestesia que nos impede de sentir o peso do momento. Quando o desastre se torna apenas mais um item na rotina, a sociedade atinge seu ponto mais frágil, pois deixou de ouvir a voz de advertência que precede a grande mudança.
Portanto, ao olharmos para tudo o que está acontecendo agora, precisamos entender que esses eventos não servem para causar pânico, mas para provocar um despertar. A Bíblia ensina que Deus não tem prazer na destruição, mas deseja que todos encontrem o caminho do arrependimento e da paz. Se esses sinais estão te fazendo parar, refletir e questionar o sentido da vida, saiba que a Graça ainda está agindo. Não se trata de ter medo do futuro, mas de ter honestidade sobre a sua prontidão espiritual. Os sinais na terra, no mar e no céu são como um relógio cujo ponteiro está se aproximando da meia-noite. A grande pergunta que fica no ar para cada um de nós não é “o que acontecerá amanhã?”, mas sim: “você está pronto para ouvir?”. O tempo de ignorar os avisos acabou. Prepare-se, busque o que é eterno e mantenha os olhos abertos, pois tudo indica que Jesus Cristo está voltando em breve.
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