Vivemos um momento singular na história da humanidade, um período que muitos teólogos e místicos identificam como o auge dos “últimos tempos” ou um período estendido de grande tribulação espiritual.
As mensagens transmitidas pelo Céu à vidente Marija Pavlovic, uma das mensageiras de Medjugorje, não são apenas conselhos pios, mas verdadeiros decretos de urgência vindos do trono do Altíssimo. Quando Nossa Senhora inicia sua comunicação chamando este período de “tempo de graça”, ela está nos alertando que a janela da misericórdia divina ainda está aberta, mas que o tempo cronológico para a conversão está se estreitando. Profecias antigas e contemporâneas estão convergindo para o nosso presente, revelando que o plano de salvação desenhado por Deus está em plena execução. A insistência da Virgem Maria para que aceitemos o seu convite é um eco da voz profética que clama no deserto das metrópoles modernas, onde a fé esfriou e o materialismo sufocou a espiritualidade. Este chamado para “segui-la” é, na verdade, uma convocação para entrarmos na Arca segura do seu Imaculado Coração antes que as tempestades da tribulação se tornem insuportáveis para a alma humana desprotegida.
Uma das partes mais intrigantes e profundas da mensagem recente é o convite para que as nossas almas estejam “unidas na alegria da espera”. À primeira vista, pode parecer paradoxal pedir alegria e paz num mundo assolado por guerras, rumores de guerras, pestes e colapsos morais. No entanto, é exatamente aqui que a profecia se cumpre na vida do crente: a capacidade sobrenatural de manter a serenidade enquanto o mundo ao redor treme. Nossa Senhora nos ensina que a verdadeira espera cristã não é passiva ou temerosa, mas uma expectativa vibrante da intervenção divina. “O vosso coração será preenchido de paz”, promete Ela. Essa paz é o sinal distintivo dos eleitos nestes dias de confusão. Enquanto a sociedade secular se desespera com a instabilidade econômica e política, aqueles que escutam a voz profética entendem que estas dores de parto são necessárias para o nascimento de uma nova realidade. A “alegria da espera” é a certeza da vitória final de Deus, uma âncora lançada no céu que nos impede de sermos arrastados pelas correntes do medo que o inimigo tenta instaurar diariamente através das notícias e das calamidades globais.
O pedido reiterado para “orar por aqueles que não oram e que não desejam a paz” revela a natureza da batalha espiritual que travamos agora. Estamos testemunhando o cumprimento de profecias sobre a grande apostasia, onde o amor de muitos esfriaria e a rejeição a Deus se tornaria pública e notória. Nossa Senhora, em sua sabedoria maternal e estratégica, identifica que existem corações endurecidos, não apenas indiferentes, mas que ativamente “não desejam a paz”. Estes são os frutos das tramas do maligno, que tem trabalhado incessantemente para cegar a humanidade e arrastá-la para um abismo de ódio e divisão. Como cristãos católicos e guerreiros de oração, temos a obrigação moral e espiritual de nos colocarmos na brecha. A nossa oração é o contrapeso que segura o braço da justiça divina; é o escudo que pode proteger nações inteiras da ruína total. Videntes ao redor do mundo têm recebido confirmações de que o destino de muitas almas e até de países depende da intercessão dos fiéis remanescentes. Rezar pelos que rejeitam a Deus não é apenas um ato de caridade, é um ato de guerra espiritual contra as trevas que tentam dominar o planeta.
A promessa contida na mensagem de que “o bem que fazeis voltará para vós” deve ser compreendida muito além de um simples conceito de retribuição ou carma; trata-se da economia divina operando em tempos de escassez espiritual. Em um mundo onde o egoísmo é a norma e a vantagem pessoal é a lei, o ato de fazer o bem desinteressadamente torna-se um sinal profético de contradição. Nossa Senhora nos assegura: “Estareis convencidos, filhinhos, de que tudo correrá bem e que Deus abençoará tudo”. Esta frase é um bálsamo para os corações aflitos que temem o futuro. Ela nos lembra que, independentemente do colapso das estruturas humanas, a Providência Divina nunca falha com aqueles que permanecem fiéis à aliança. Plantar o bem em tempos de crise — seja através da caridade material, da palavra de consolo ou da oração — é acumular tesouros onde a traça e a ferrugem não corroem. Deus, que vê no secreto, recompensará em dobro, não necessariamente com riquezas terrenas, mas com a proteção espiritual e a fortaleza necessárias para atravessar os dias de provação que a humanidade enfrenta e ainda enfrentará.
Não podemos ignorar que as profecias estão se cumprindo diante dos nossos olhos, agora mesmo. O que antes líamos em livros antigos ou ouvíamos em relatos de aparições passadas, hoje compõe as manchetes dos jornais. A natureza se revolta, as estruturas sociais balançam e a confusão adentra até mesmo os recintos sagrados da Igreja. Nossa Senhora, em suas múltiplas aparições atuais, tem alertado que o diabo sabe que seu tempo é curto e, por isso, intensificou seus ataques contra as famílias e contra a paz mundial. A mensagem da vidente, ao enfatizar que “Deus abençoará tudo”, é um lembrete de que o controle final da história pertence ao Criador, não às elites globais ou às forças das trevas. Estamos vivendo o período da “Purificação”, um tempo doloroso mas necessário, onde o trigo está sendo separado do joio. Aqueles que permanecem firmes nas mensagens do Céu conseguem discernir os sinais dos tempos sem cair no desespero. Eles entendem que a tribulação atual não é o fim, mas o prelúdio do Triunfo do Imaculado Coração, conforme prometido em Fátima e reiterado em Medjugorje e outras manifestações marianas autênticas.
A vidente nos recorda que Nossa Senhora conhece profundamente as tramas do maligno para as nossas vidas, para o nosso país e para o mundo. O inimigo tenta nos seduzir com o materialismo desenfreado, fazendo-nos esquecer que “aqui nessa terra tudo vai passar”. A busca incessante pela segurança material, em detrimento da vida espiritual, é uma armadilha sutil nestes tempos finais. A mensagem é clara: a nossa salvação é o que realmente importa. A construção da nossa “casa” espiritual deve estar sobre a rocha da fé, e não sobre a areia das posses terrenas. Quando a mensagem diz que “há mais alegria em dar do que em receber”, ela está propondo uma inversão dos valores mundanos. Em um cenário profético de possível colapso financeiro ou social, a verdadeira moeda de troca será a fé, a solidariedade e a graça de Deus. Aqueles que entenderem isso agora estarão preparados para enfrentar qualquer adversidade, pois o seu tesouro está guardado no Céu. A alegria interna que ninguém pode comprar é o resultado direto de uma vida alinhada com a Vontade Divina, vivendo no mundo sem pertencer a ele.
A difusão destas mensagens não é apenas uma partilha de informações religiosas, mas um ato de evangelização urgente. Quando compartilhamos os avisos do Céu, estamos agindo como atalaias, alertando os irmãos sobre o perigo e apontando o caminho da salvação. “Não tenha medo de fazer o bem”, diz o texto. Hoje, fazer o bem inclui propagar a Verdade num mundo dominado pela mentira e pela censura. As redes sociais e a tecnologia, embora muitas vezes usadas para o mal, devem ser santificadas pelo nosso uso consciente para espalhar a Luz. O pedido para interagir, comentar e divulgar o vídeo transcende o algoritmo das plataformas digitais; é uma forma moderna de apostolado. Cada “amém”, cada compartilhamento é uma semente lançada que pode alcançar um coração desesperado do outro lado da tela, alguém que talvez esteja à beira do abismo e precise desesperadamente saber que tem uma Mãe no Céu que intercede por ele. Esta é a missão dos apóstolos dos últimos tempos: usar todos os meios disponíveis para resgatar almas para Deus antes que a porta da Arca se feche.
No contexto da batalha espiritual e da tribulação, o uso de sacramentais e imagens sagradas ganha uma nova dimensão de importância. O texto menciona a aquisição de produtos religiosos, como imagens de Nossa Senhora, medalhas, água e sal abençoados. Longe de ser apenas um comércio, a introdução destes objetos sagrados em nossos lares deve ser vista como uma atitude de consagração e proteção. A tradição da Igreja e os exorcistas ensinam que os sacramentais, quando devidamente abençoados por um sacerdote e usados com fé, são terríveis para os demônios e repelem o mal. Ao vestirmos uma blusa com a estampa de Nossa Senhora das Graças ou ao colocarmos sua imagem em destaque na nossa sala, estamos publicamente declarando a quem pertencemos. Estamos marcando o nosso território — nossas casas e nossos corpos — como propriedade exclusiva de Deus e da Virgem Maria. Em tempos onde o mal ronda as famílias de forma visível e invisível, transformar nossas casas em “pequenas igrejas domésticas”, repletas de sinais visíveis da nossa fé, é uma estratégia de sobrevivência espiritual e uma barreira contra a influência nefasta do mundo exterior.
Por fim, a mensagem culmina numa nota de esperança e encorajamento prático. “Não perca tempo, fé nas compras” pode ser interpretado num sentido mais elevado: invista na sua fé agora. Adquira os meios de proteção, revista-se da armadura de Deus e dos símbolos da Virgem Maria. A beleza das estampas e dos objetos religiosos reflete a beleza da alma que está em estado de graça. O convite para presentear alguém com estes itens é um convite para ser um instrumento da Providência na vida do próximo. Que possamos levar a sério as palavras: “Estareis convencidos de que tudo correrá bem”. Esta não é uma esperança vazia, mas a garantia da Rainha dos Profetas. Mesmo que a escuridão pareça cobrir a terra, a luz daqueles que responderam ao chamado brilhará como estrelas no firmamento. Que o nosso “Amém” seja firme e que a nossa vida seja um reflexo desta mensagem maravilhosa, caminhando com alegria, orando sem cessar e aguardando com paz o cumprimento final das promessas divinas. Deus está no comando, e através do Imaculado Coração de Maria, a vitória já é certa para aqueles que creem e amam.