Padre Oliveira Revelou Qual País Será Devastado e Que Vai Afetar o Mundo Inteiro.

Padre Oliveira profecia

Meus irmãos, inicio esta reflexão com um questionamento que deve ecoar no fundo de nossas consciências, não apenas como uma curiosidade, mas como um chamado à vigilância: quem entre vocês está verdadeiramente ciente das profecias reveladas ao Padre Oliveira?

Padre Oliveira profecia

Faço questão que deixem aqui o seu testemunho, tanto aqueles que acompanham cada detalhe destas revelações quanto aqueles para quem este nome ainda é uma incógnita. Mais do que isso, interpelo aqueles que, mesmo conhecendo, optam pela incredulidade ou pelo ceticismo, pois é fundamental entendermos o terreno onde estamos pisando. A razão pela qual inicio com esta provocação é a gravidade e a precisão “de arrepiar” daquilo que Deus, em sua infinita misericórdia e justiça, tem confiado a este sacerdote brasileiro. Não estamos falando de previsões vagas, mas de um cenário detalhado, visões claras e profecias que já começaram a se desenhar diante dos nossos olhos. O horizonte que se apresenta, especialmente ao olharmos para a transição do ano de 2026 e projetarmos o que virá em 2027, 2028 e até 2029, conforme vislumbrado pelo padre, exige de nós uma postura séria. Embora o livre arbítrio permita que ninguém seja obrigado a acreditar, a prudência cristã aconselha vivamente que prestemos atenção aos sinais dos tempos, pois ignorar avisos celestes pode nos custar a preparação necessária para enfrentar o que está por vir.

As revelações concedidas ao Padre Oliveira não devem ser vistas como um instrumento para gerar medo infundado ou pânico descontrolado, mas sim como um eco potente dos avisos divinos que a humanidade tem recebido ao longo dos séculos. Assim como em cada aparição de Nossa Senhora ao redor do mundo, onde a Mãe de Deus vem alertar seus filhos sobre os perigos do pecado e da falta de oração, as palavras deste sacerdote ressoam como uma trombeta que nos desperta do sono espiritual. Vivemos em uma era de distrações, e o Céu, em sua pedagogia de amor, envia estes alertas para que nos preparemos espiritualmente. Não é o momento para o desespero, pois o cristão não se move pelo medo, mas pela esperança e pela confiança na Divina Providência; contudo, é urgentemente a hora de uma “ação verdadeira” em nossa vida interior. A apatia religiosa deve dar lugar a um fervor renovado, fortalecendo nossa existência diária na oração constante, na frequência aos sacramentos e na entrega total de nossas angústias e incertezas ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria. Estes são os refúgios seguros que nos são oferecidos diante das tempestades que se avizinham.

Recordemos que o Padre Oliveira foi categórico ao afirmar que um período de grande tribulação teria seu início no ano de 2023. Para aqueles que buscam confirmações nos fatos, basta olhar para o que eclodiu em Israel em outubro daquele mesmo ano. A precisão temporal é assustadora e serve como um selo de autenticidade para o que mais foi dito. Ele explicou que esta tribulação não viria necessariamente como um único golpe repentino e total, mas que se iniciaria de forma gradual, muitas vezes sem o alarde que a mídia costuma fazer, espalhando-se pelo globo como uma mancha de óleo e marcando, definitivamente, o começo de tempos difíceis. Este processo gradual é perigoso porque acostuma as pessoas ao mal e à tragédia, insensibilizando as consciências. Estamos presenciando o aumento sistemático de guerras em diversos frontes, secas prolongadas que ameaçam o abastecimento, tempestades devastadoras e terremotos em lugares improváveis. O cenário geopolítico e climático está mudando diante de nós, validando a profecia de que a tribulação seria uma escalada contínua, preparando o terreno para eventos ainda mais impactantes nos anos subsequentes.

A fúria da natureza, que observamos com crescente espanto, é um dos sinais mais visíveis desta desordem que se instalou no mundo. As guerras humanas estão se intensificando, mas a criação também parece gemer em dores de parto. Tomemos como exemplo o que ocorreu aqui mesmo no Brasil, onde um tornado arrasou parte do município de Rio Bonito do Iguaçu, no interior do Paraná. Os relatos dos moradores locais são comoventes e aterrorizantes: pessoas que viveram ali a vida toda afirmam categoricamente que “nunca viram isso acontecer antes”. Este é um padrão que se repetirá: o ineditismo das catástrofes. Regiões do mundo que se consideravam seguras, lugares onde a ciência e a meteorologia jamais imaginariam certos fenômenos, serão palco de eventos extremos e arrasadores. A intensidade desses acontecimentos tende a aumentar, desafiando as previsões humanas e mostrando a fragilidade das nossas construções e da nossa suposta segurança material diante do poder da natureza quando esta sai de seu curso habitual.

Precisamos compreender a raiz teológica e moral de todos esses flagelos. O homem moderno, em sua arrogância, deixou de levar a sério a existência de um Deus soberano e Criador. Esqueceu-se de que este Deus estabeleceu uma Lei Divina, não para nos escravizar, mas para o nosso próprio bem, para a manutenção da ordem e para que tenhamos vida em abundância. A desobediência a estas leis naturais e espirituais tem consequências cósmicas. Muitas das tragédias que vamos presenciar são frutos diretos da desobediência obstinada e da incredulidade de uma geração que virou as costas para o Céu. Deus permite que a natureza siga seu curso desordenado ou que o homem colha os frutos de sua maldade como uma forma de correção, um chamado doloroso ao arrependimento. Se a humanidade não reconhece a Deus pelo amor e pela bondade de sua criação, muitas vezes acaba por buscá-Lo em meio aos escombros da dor. A incredulidade de muitos não impede que os planos de Deus se cumpram, mas torna a travessia desses tempos muito mais dolorosa para aqueles que se recusam a ver a verdade.

Além dos flagelos físicos e naturais, o Padre Oliveira alertou sobre uma dimensão ainda mais perigosa: as doenças e os males espirituais. Se por um lado as novas doenças e pestes serão um grande castigo para o corpo, o mal espiritual será um flagelo para as almas, sendo, nas palavras dele, “ainda pior”. Haverá tentações fortíssimas, ataques demoníacos sutis e diretos, especialmente voltados contra os sacerdotes. Não precisamos olhar muito longe para confirmar isso; infelizmente, assistimos à queda dolorosa de tantos sacerdotes que possuíam uma caminhada bonita, que lideravam comunidades vibrantes e renovavam vidas, mas que sucumbiram. O Inimigo sabe que, ferindo o pastor, as ovelhas se dispersam, e por isso vem com fúria total sobre o clero. É um tempo de grande batalha espiritual dentro da própria Igreja. Por isso, faço um apelo veemente: cuidado ao se juntarem ao coro dos que falam mal dos sacerdotes na internet. A crítica sem oração é combustível para o inferno. Se vemos coisas impuras acontecendo, é sinal de que os católicos não estão rezando e se sacrificando como deveriam pela santificação do seu clero.

Diante de tamanho combate, o Padre Oliveira nos deu as “armas” e as “defesas” necessárias. Ele pediu encarecidamente o uso de sacramentais: medalhas, o escapulário marrom, o uso do sal bento, da água benta, do óleo abençoado e das velas bentas em nossas casas. Estas não são amuletos de sorte, mas sinais visíveis da nossa fé e canais da graça divina que afastam o mal. Ele enfatizou especialmente a Medalha de Nossa Senhora das Graças (a Medalha Milagrosa) e a Medalha de São Bento, conhecidas por sua eficácia contra as ciladas do demônio. Mas a proteção externa deve refletir uma vida interior: “Adorem Jesus Eucarístico e rezem o Rosário”, disse ele. A Adoração ao Santíssimo Sacramento é a âncora que nos mantém firmes quando o mundo balança; é onde ganhamos força. O Santo Rosário é a corrente que nos une ao Céu e aprisiona o mal. Unidos em reparação e sacrifício, temos o poder, através da misericórdia divina, de alterar o curso de algumas profecias ou, ao menos, mitigar seus efeitos devastadores sobre nossas famílias e nações.

O sacerdote também tocou em pontos geopolíticos nevrálgicos, mencionando especificamente uma devastação que envolverá a Rússia, um evento que, segundo suas visões, será “instigado pelo dragão infernal”. A linguagem apocalíptica sugere que por trás das decisões políticas e militares existe uma influência preternatural, uma provocação do mal absoluto que deseja o caos. Esta devastação na Rússia não será um evento isolado, mas algo que afetará o mundo inteiro, dada a interconexão das nações. Já vemos o cenário sendo montado com a guerra na Ucrânia e as tensões envolvendo potências como os Estados Unidos e a situação petrolífera na Venezuela. O bloqueio de recursos, as sanções e as alianças secretas podem desencadear algo realmente avassalador. Devemos estar cientes de que muitos males são planejados em segredo, em gabinetes fechados, longe dos olhos do público, e quando menos esperamos, são executados com rapidez letal, ceifando vidas inocentes. A geopolítica atual é um barril de pólvora pronto para explodir, e as profecias indicam que o pavio já está aceso.

Por fim, e mais importante, todas estas revelações convergem para uma promessa luminosa: o Triunfo do Imaculado Coração de Maria. Não importa quão escura seja a noite ou quão feroz seja a tribulação, a vitória já pertence a Deus e à Sua Mãe Santíssima. Nós vamos vencer, pois temos Nossa Senhora como Capitã dos exércitos celestes. No entanto, ela nos faz um pedido claro e condicional: “Rezem o rosário, façam adoração, convertam-se”. A Virgem Maria é transparente em suas mensagens: ela não pode fazer tudo sozinha se nós não fizermos a nossa parte, aquilo que o Céu está pedindo. Ela é a Onipotência Suplicante, mas só pode interceder eficazmente se lhe dermos “matéria-prima” através de nossas orações e sacrifícios. A intercessão de Maria não é mágica; é uma aliança de amor que depende da nossa disposição em obedecer. Portanto, conto com a ajuda de cada um de vocês nesta missão de alerta e esperança. Compartilhem esta mensagem, deixem o seu comentário e o seu “joinha” para que este aviso chegue a mais almas. Que Deus abençoe a todos e nos mantenha firmes na fé.

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Sou Fabio Russo, desenvolvedor e administrador do site Artesanato Total desde 2015. A mais de 25 anos trabalho com diversos nichos de sites na Internet, sempre presando a qualidade em todos os projetos.

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