Não se trata de mero medo ou paranoia infundada, mas daquela sensação inegável que desperta muitos no meio da noite, um aperto no peito ao observar um mundo que se torna, a cada dia, mais estranho, acelerado e distante do Criador.
Essa angústia não é solitária; ela reverbera em milhões de almas ao redor do globo que sentem que o tempo da graça está se esgotando e que as portas de proteção parecem estar se fechando. Contudo, em meio a essa escuridão, existe uma luz de orientação vinda de alguém que dedicou a vida a ouvir o céu: o Padre Petar Lubiteit, o sacerdote escolhido para revelar ao mundo os segredos de Medjugorje. Ele traz uma mensagem que muitos prefeririam ignorar, uma diretriz direta da Virgem Maria que alerta a humanidade para se afastar imediatamente de três nações específicas. Este aviso não é um conselho de turismo, mas um alerta espiritual grave, indicando que esses lugares se tornaram epicentros de um mal que transcende o físico e ameaça a integridade da alma de quem lá permanece ou visita. A Virgem Santíssima, em sua infinita misericórdia de mãe, tenta nos proteger das consequências trágicas geradas pela rejeição humana ao sagrado, indicando onde a proteção divina foi retirada e onde o perigo é iminente.
Antes de detalharmos os nomes destas nações, é fundamental compreender a teologia por trás deste aviso: Nossa Senhora não revela o futuro para semear o pânico, mas para despertar consciências adormecidas antes que a justiça divina substitua o tempo da misericórdia. O mundo passa por uma desintegração moral acelerada, onde o que sustentou civilizações por milênios é destruído da noite para o dia, um processo que começou justamente onde Deus foi expulso primeiro. O Padre Petar, em suas viagens e orações, discerniu um padrão terrível: existem territórios espiritualmente mortos, onde a presença viva de Deus se retirou devido à obstinação humana, deixando um vácuo que não permaneceu vazio, mas foi preenchido pela presença ativa do inimigo. Nossa Senhora, vendo onde as trevas são mais densas e contagiosas, grita para seus filhos como uma mãe que vê um perigo que a criança ignora. Ela sabe que certas atmosferas espirituais são tão tóxicas que podem corromper até os mais fortes, e por isso o alerta é claro: evitem esses lugares onde o mal opera com liberdade total, pois a proteção habitual que cobre a terra não se aplica mais ali.
O primeiro país que a Virgem Maria aponta com extrema gravidade é a China. À primeira vista, muitos enxergam apenas uma potência econômica e uma nação moderna, mas o olhar espiritual revela uma realidade muito mais sombria: é um dos poucos lugares onde o ateísmo não é apenas uma escolha pessoal, mas uma política de Estado imposta com rigor brutal. Na China, a guerra contra Deus é institucional; cristãos são perseguidos, Bíblias são censuradas e a fé é tratada como uma doença a ser erradicada, enquanto o sistema reduz o ser humano a uma mera peça de engrenagem, destituída de dignidade divina. Nossa Senhora chora por este povo, mas adverte que a China é um território de perseguição não apenas física, mas espiritual; quem entra ali desprotegido corre o risco de sofrer uma contaminação da alma, um enfraquecimento da luz interior causado pela opressão de um ambiente onde Deus é oficialmente negado. A atmosfera é carregada de uma densidade maligna que afeta a todos, e o conselho do céu é evitar colocar a própria salvação em risco ao adentrar um domínio onde o dragão vermelho luta abertamente contra a Mulher vestida de sol.
O segundo aviso recai sobre uma nação onde a escuridão é ainda mais absoluta: a Coreia do Norte. Embora o perigo físico seja óbvio para qualquer observador, Nossa Senhora destaca o perigo espiritual de um local onde a blasfêmia foi institucionalizada ao ponto de substituir Deus pelo culto a um homem. É o único país do mundo sem uma única igreja livre, onde possuir a Palavra de Deus é sentença de morte e onde gerações inteiras crescem na mais completa ignorância sobre Jesus Cristo, vivendo sob um regime que inverteu todos os valores morais. Este lugar representa a negação total da Verdade, um “inferno na terra” onde o mal é exaltado como bem. A Virgem Maria alerta que a escuridão ali é contagiosa e profunda; não se trata apenas do medo de campos de concentração, mas do horror de estar em um território onde a rejeição a Deus é tão completa que cria um abismo espiritual capaz de tragar quem não estiver firmemente enraizado na fé. É um alerta para que não subestimemos o poder de contaminação espiritual de um ambiente onde a adoração devida ao Criador é roubada por um ditador mortal.
O terceiro país mencionado pode surpreender muitos, pois não se trata de uma nação ateia, mas da Arábia Saudita. Aqui, o perigo reside na falsificação da verdade e na rejeição teológica da divindade de Cristo. A Arábia Saudita é o berço e o coração financeiro de uma interpretação radical que nega a Santíssima Trindade e a redenção pela cruz, promovendo ideologias que veem o cristianismo como inimigo mortal. Nossa Senhora aponta este local porque ele representa um campo de batalha espiritual intenso, onde a guerra não é apenas cultural, mas soteriológica — uma luta pela salvação das almas. Em lugares onde Cristo é negado com tanta veemência e onde a conversão é punida com a morte, as forças anticristãs estão concentradas e poderosas. A Virgem alerta que não devemos nos aproximar dessa confusão espiritual, pois a batalha entre a verdade do Evangelho e as mentiras que o negam é real e violenta naquele solo. Evitar este país é uma medida de proteção contra as insidias que buscam destruir a fé na divindade de Jesus.
A escolha específica destes três países — China, Coreia do Norte e Arábia Saudita — não é aleatória, mas profundamente simbólica, representando a tríade da rejeição a Deus que ameaça o mundo moderno. A China simboliza a rejeição ideológica e o ateísmo prático; a Coreia do Norte representa a rejeição total e a idolatria do homem; e a Arábia Saudita encarna a rejeição religiosa e a negação da filiação divina de Jesus. Padre Petar nos ensina que Nossa Senhora, ao nos pedir para evitar geograficamente esses lugares, está também nos pedindo para evitar esses “estados de alma” em nossas próprias vidas. Ela está nos preparando para o tempo dos segredos, indicando que esses três tipos de apostasia estarão no centro dos eventos futuros que abalarão a humanidade. O aviso geográfico é, portanto, também um aviso teológico: não caiam no ateísmo, não idolatrem o poder humano e não aceitem falsas doutrinas que negam o Cristo Salvador.
Diante de um cenário tão grave, a passividade não é uma opção; Padre Petar enfatiza incansavelmente que as mensagens de Medjugorje são um chamado à ação imediata e à mudança de vida concreta. Nossa Senhora não aparece há décadas apenas para nos consolar, mas para nos armar espiritualmente contra os perigos iminentes, e essa armadura consiste na oração diária do Rosário, no jejum, na confissão frequente e na Eucaristia. Viver estas mensagens é a única forma de criar uma barreira de proteção ao redor de nós e de nossas famílias, uma imunidade espiritual contra o contágio que emana dos lugares e ideologias que rejeitam a Deus. O aviso para não visitar esses países é um mandamento de proteção maternal que exige obediência, pois coloca em perspectiva que nenhuma viagem, negócio ou curiosidade vale o preço de expor a alma a potestades malignas que operam livremente onde a graça foi rejeitada.
Vivemos um momento decisivo da história, onde a separação entre aqueles que servem a Deus e os que o rejeitam torna-se cada vez mais nítida, e é nossa responsabilidade escolher de que lado estaremos. Padre Petar e a Virgem Maria nos alertam que o tempo está se esgotando e que a neutralidade não será mais possível; cada decisão, cada passo e cada aliança que fazemos agora tem peso eterno. Devemos ser instrumentos de alerta para nossos irmãos, compartilhando essas mensagens com seriedade, sem medo do ridículo, pois podemos ser a única voz de verdade na vida de alguém que está perdido. A verdadeira fé exige confiar na Virgem mesmo quando não compreendemos totalmente os mistérios da iniquidade, obedecendo aos seus avisos como filhos que confiam na visão superior da mãe. O custo de seguir a verdade pode ser alto aos olhos do mundo, mas o prêmio é a proteção divina em meio ao caos e a garantia da salvação eterna.
Por fim, o chamado é para uma decisão irrevogável pelo bem, aqui e agora, pois o relógio da misericórdia avança inexoravelmente para o tempo da justiça. Não haverá segunda chance quando os eventos previstos começarem a se desenrolar com toda a força; portanto, o momento de se consagrar, de abandonar o pecado e de buscar refúgio no Imaculado Coração de Maria é hoje. Deus respeita nosso livre arbítrio até o fim, e seremos julgados pelo que fizemos com os avisos que Ele nos enviou através de Sua Mãe Santíssima. Que cada um de nós tenha a sabedoria de dizer “não” aos caminhos de morte representados por essas nações e ideologias, e “sim” à vida em Cristo. A promessa do triunfo do Imaculado Coração é certa, e aqueles que permanecerem fiéis, obedientes e vigilantes, abrigados sob o manto de Nossa Senhora, não apenas sobreviverão às tempestades, mas herdarão a glória eterna preparada para os filhos da luz.