Pode Medjugorje Unir pontes quebradas ? Mensagens sobre Tolerância para os Crentes de Hoje

Medjugorje nossa senhora

Você já sentiu que existem abismos entre as pessoas que nem mesmo o tempo consegue fechar, situações onde o ódio parece ter vencido e a tolerância se tornou uma palavra esquecida? Muitos dizem que a paz mundial é uma utopia distante, algo inalcançável, mas existe uma mensagem específica, vinda de um vilarejo remoto, que afirma exatamente o contrário: que a verdadeira guerra não é travada com armas, mas dentro do nosso próprio peito, e que a chave para unir pontes quebradas não está na força, mas na entrega.

Medjugorje  nossa senhora

Se você acha que não há mais solução para os conflitos na sua família ou no mundo, você precisa ouvir essa história até o fim, pois ela traz um segredo sobre como a harmonia pode florescer no meio do deserto da intolerância. Mas antes de mergulharmos nessa jornada que vai tocar sua alma, escreva agora mesmo nos comentários os nomes das pessoas, parentes ou amigos que estão necessitando de uma oração forte; nós vamos recolher todos esses nomes e colocá-los na intenção da nossa oração principal com o santo rosário, então não deixe para depois, escreva agora e abra seu coração.

Imagine uma comunidade dividida, não apenas por muros visíveis, mas por muralhas invisíveis de ressentimento, onde dois irmãos vizinhos deixaram de se falar por causa de heranças e mal-entendidos antigos, permitindo que o orgulho crescesse como erva daninha em um jardim abandonado. Essa situação ilustra perfeitamente o estado de muitos de nós hoje, vivendo em ilhas isoladas, acreditando que a tolerância é um sinal de fraqueza e que perdoar é perder uma batalha, quando na verdade o silêncio entre as pessoas é o grito mais alto de socorro que existe. Nessa história que usamos para ilustrar nossa realidade, a ponte que ligava os dois lados do rio havia caído anos atrás, e ninguém tinha a coragem ou a vontade de reconstruí-la, pois cada pedra colocada ali exigiria um pedido de desculpas, e o ser humano, em sua teimosia, prefere carregar o peso da mágoa a sentir a leveza do perdão, transformando a própria vida em um campo de batalha silencioso onde a paz se torna uma lembrança distante e dolorosa.

Foi então que algo diferente começou a acontecer naquele lugar esquecido, rumores de que uma Senhora, uma Mãe de bondade infinita, estaria aparecendo nas colinas pedregosas, trazendo recados que não falavam de julgamento ou condenação, mas de um convite urgente para a reconciliação. As mensagens que chegavam não eram ordens militares, mas súplicas maternas, pedindo que as pessoas largassem as pedras que carregavam nas mãos para atirar nos outros e, em vez disso, usassem essas mesmas pedras para construir algo novo, baseando-se na caridade e na compreensão mútua. A proposta era chocante para aquela gente acostumada ao conflito, pois a voz doce que ecoava naquelas montanhas dizia que, para haver paz no mundo, era necessário primeiro haver paz no coração de cada indivíduo, e que a tolerância não significava aceitar o erro, mas sim amar a pessoa que erra, enxergando nela um filho de Deus que também está ferido e perdido em suas próprias batalhas internas.

Um dos irmãos, cansado da amargura que envenenava seus dias e tirava seu sono, decidiu subir a montanha seguindo os peregrinos, buscando entender que tipo de força era aquela que fazia as pessoas descerem lá de cima com o rosto transformado e sereno. A subida era difícil, cheia de espinhos e pedras pontiagudas que machucavam os pés, uma representação perfeita da nossa caminhada de fé, que exige sacrifício e vontade de mudar, pois a conversão verdadeira nunca é um caminho confortável e plano. Enquanto ele subia, sentia o peso de cada palavra dura que já tinha dito, de cada momento em que negou ajuda, e percebeu que a verdadeira ponte quebrada não era a de madeira sobre o rio, mas a ponte do amor que havia desmoronado dentro dele mesmo, e que sem a ajuda do céu, sem a intercessão daquela que se apresenta como a Rainha da Paz, ele jamais conseguiria reunir os cacos de sua própria história.

Ao chegar no topo, envolto em uma atmosfera de silêncio sobrenatural, ele ouviu no fundo da alma a essência da mensagem que Medjugorje transmite ao mundo: “Se vocês soubessem o quanto eu os amo, chorariam de alegria”, e essa frase foi como um martelo quebrando a carapaça de gelo em seu coração. Ele compreendeu que a tolerância que Deus pede de nós é, na verdade, um exercício de humildade, é reconhecer que todos nós somos falhos e carentes de misericórdia, e que julgar o próximo é tomar para si um papel que só cabe ao Divino. A caridade não é apenas dar uma esmola, mas é ter a paciência de ouvir, a coragem de silenciar quando se quer gritar e a força de estender a mão quando tudo o que o mundo diz é para virar as costas, percebendo que a paz mundial é um mosaico feito de pequenas pedrinhas de perdão que colocamos no nosso dia a dia.

Ao descer daquele monte, o homem não era mais o mesmo; a paisagem era igual, as pedras eram as mesmas, mas o olhar dele havia mudado completamente, pois quem encontra a verdadeira mensagem de Maria não consegue mais olhar para o irmão como um inimigo. Ele foi até a margem do rio, onde as ruínas da antiga ponte jaziam, e começou, sozinho, a mover as pedras pesadas, não para atacar o outro lado, mas para limpar o caminho, num gesto concreto de quem entendeu que a oração sem ação é incompleta. A atitude dele causou espanto, pois a verdadeira revolução que a fé propõe é silenciosa e começa com o exemplo, mostrando que para unir pontes quebradas alguém precisa dar o primeiro passo, alguém precisa ser o primeiro a amar, rompendo o ciclo vicioso do ódio com a atitude surpreendente da bondade.

Do outro lado do rio, o irmão que observava desconfiado, esperando um ataque ou uma provocação, ficou desarmado ao ver aquele esforço solitário e pacífico, sentindo seu próprio coração, antes endurecido, começar a amolecer diante daquele testemunho de humildade. A mensagem de harmonia é contagiosa; quando uma pessoa decide verdadeiramente viver a paz e a caridade, ela cria uma onda de luz que ilumina as trevas ao redor, e foi assim que o segundo irmão também desceu à margem e começou a ajudar na reconstrução. Ali, no meio do trabalho e do suor, sem necessidade de muitas palavras, a tolerância se manifestou na prática, provando que as mensagens vindas do céu têm o poder de restaurar o que parecia impossível aos olhos humanos, unindo sangue com sangue e alma com alma através do cimento da oração e do jejum de atitudes ruins.

A história desses dois se espalhou, tornando-se um símbolo de que Medjugorje não é apenas um lugar geográfico, mas um estado de espírito, um chamado urgente para que os crentes de hoje deixem de lado as diferenças e foquem no que realmente importa: a salvação das almas e a harmonia entre os povos. As pontes que precisamos reconstruir estão dentro das nossas casas, nos nossos ambientes de trabalho e nas nossas igrejas, e a Senhora nos ensina que a única ferramenta capaz de fazer isso é o amor incondicional que suporta, crê e espera. A tolerância cristã é ativa, ela constrói, ela une, ela cura, e é essa a grande missão que recebemos: ser construtores de pontes em um mundo viciado em levantar muros, levando a certeza de que, com fé, qualquer divisão pode ser superada.

Trazendo essa realidade para o nosso cotidiano, quantas vezes nós agimos como aqueles irmãos antes da reconciliação, esperando que o outro peça desculpas primeiro, guardando mágoas que só nos adoecem e nos afastam da graça de Deus? As mensagens de conversão e de paz não são apenas para serem lidas, mas para serem vividas agora, hoje, no momento em que alguém te fecha no trânsito, quando um parente diz algo que te ofende ou quando a impaciência quer dominar o seu lar. Ter mais fé significa acreditar que a oração diária tem o poder de mudar a realidade, que o jejum nos fortalece contra o mal e que o perdão é a chave que abre as portas do céu para nós e para quem nos ofendeu; por isso, seja você a mudança, seja você o primeiro a estender a mão e a tolerar com caridade, lembrando sempre de rezar por aqueles que te perseguem. E reforço aqui o pedido: se você lembrou de alguém que precisa dessa paz agora, não deixe de escrever o nome dessa pessoa nos comentários, pois vamos colocá-la na nossa oração principal com o rosário, clamando por um milagre de reconciliação na vida dela.

Eu gostaria muito de saber a sua opinião sincera sobre esse tema tão profundo e necessário nos dias de hoje: você acredita que a tolerância e a oração são capazes de restaurar famílias que parecem destruídas para sempre? Deixe seu comentário abaixo compartilhando sua visão ou até mesmo um testemunho breve, pois sua história pode inspirar outra pessoa que está passando pela mesma dificuldade. Se essa mensagem tocou o seu coração e te trouxe uma nova perspectiva sobre a paz e a caridade, por favor, clique no botão de curtir para que o YouTube entregue este vídeo a mais almas necessitadas, e não se esqueça de se inscrever no canal ativando o sininho, para continuarmos juntos desvendando esses mistérios da fé que nos aproximam de Deus.

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Sou Fabio Russo, desenvolvedor e administrador do site Artesanato Total desde 2015. A mais de 25 anos trabalho com diversos nichos de sites na Internet, sempre presando a qualidade em todos os projetos.

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