Queridos Filhos! Não Esperem o Sinal, Não Haverá Mais Tempo. Preparem-se Dias 2, 3 e 4 De Agosto.

Meus queridos irmãos e irmãs, parem por um instante e sintam o peso desta pergunta que ecoa: e se o “sinal” que você tanto espera para abraçar plenamente a sua fé nunca chegar, ou pior, chegar tarde demais?
Vivemos em tempos de grande urgência espiritual, onde o chamado para a preparação é alto e claro, e não é uma mensagem qualquer, mas um apelo direto de Nossa Senhora. Se você sente que este tempo é crucial e que muitas pessoas ao seu redor precisam dessa mesma conexão e oração, peço que, agora mesmo, escreva nos comentários os nomes de todos aqueles – amigos, familiares, entes queridos – que você deseja que incluamos em nossa oração principal com o Rosário.

Conhecemos Clara, uma alma boa e de coração generoso, que vivia em uma rotina agitada, sempre encontrando motivos para adiar as coisas que realmente importavam para a alma. Ela ia à Missa de vez em quando, rezava um Pai Nosso ou uma Ave Maria antes de dormir quando a consciência pesava, mas no fundo, acreditava que ainda haveria um grande acontecimento, um sinal extraordinário no céu ou na terra – como muitos esperam os segredos revelados em Medjugorje –, que a faria finalmente mergulhar de cabeça na fé. Para Clara, a espiritualidade era como um seguro de vida que ela guardava para “quando precisasse”, ou quando “realmente acontecesse algo grande” que provasse de uma vez por todas a verdade que seu coração, no fundo, já conhecia. Esse pensamento sutil de procrastinação se enraizou nela, um conforto enganoso que a impedia de ver a urgência dos apelos divinos que ecoavam pelo mundo.
Os dias, contudo, não esperavam, e a Clara percebia, em pequenos fragmentos de conversas e notícias, que algo parecia estar mudando na atmosfera do mundo. Havia uma estranha sensação de que o tempo estava acelerando, um caos que parecia se instalar mais e mais nas nações, nos corações, e a fé das pessoas parecia desvanecer-se tão rapidamente quanto surgia, exatamente como o aviso de que “o mundo está correndo para o abismo e temos visto uma fé que se dissolve rapidamente.” Ela via vizinhos devotos se entregando à oração e penitência com um fervor crescente, enquanto ela mesma permanecia observadora, sentindo uma estranha dissonância entre a paz que eles irradiavam e a sua própria inquietude disfarçada de tranquilidade. Era uma pequena semente de desconforto, um murmúrio quase imperceptível que lhe dizia que talvez, só talvez, ela estivesse perdendo algo essencial enquanto esperava pelo espetáculo.
Foi então que um insight poderoso, como um raio que ilumina uma escuridão súbita, atravessou a alma de Clara. Ela se lembrou das persistentes súplicas de Nossa Senhora, a Rainha da Paz, de que a conversão não deveria ser adiada. As palavras ressoavam em sua mente: “não adiemos a nossa conversão, porque depois será tarde demais,” e o alerta severo de que adiar significa “deixar o coração endurecer, os olhos não verem e os ouvidos não ouvirem.” Clara percebeu que ela mesma estava vivendo sob essa lente distorcida, filtrando a urgência das mensagens e fechando seus olhos espirituais para as realidades presentes. O chamado à mudança de vida não era para um futuro distante e incerto, mas para o agora, e o seu próprio coração era o campo de batalha onde Satanás já lutava, semeando a divisão e o ódio, fazendo o mal operar no homem como nunca antes. A verdadeira fé não dependia de um sinal grandioso vindo de fora, mas de uma transformação genuína brotando de dentro.
Com essa revelação, Clara decidiu que não esperaria mais. Os dias 2, 3 e 4 de agosto, que antecedem o aniversário de Nossa Senhora, tornaram-se seu foco e um tempo de preparação fervorosa e intencional. No dia 2 de agosto, que também era um primeiro sábado do mês, ela compreendeu a dupla importância de oferecer a reparação contra os pecados que ferem o Imaculado Coração de Maria e de Jesus, e de rezar pelos incrédulos, por aqueles que não conhecem o amor de Deus, percebendo que a falta de fé deles gerava muitos males no mundo. Assim, ela fez sua confissão, abrindo seu coração e deixando para trás o peso de anos de procrastinação e indiferença. Nos dias seguintes, ela ofereceu pequenas penitências, como abdicar de certos prazeres cotidianos, e praticou a caridade em gestos discretos, sem buscar reconhecimento. Mais importante ainda, ela passou a orar com o coração, não apenas com palavras decoradas, sentindo cada súplica ressoar em sua alma, entregando-se por completo ao plano de salvação da humanidade, um plano no qual ela agora entendia ser importante.
Os dias de preparação de Clara culminaram numa profunda e duradoura transformação. Não houve trombetas celestiais ou milagres visíveis para o mundo, mas a sua própria vida foi tocada por uma graça indescritível. A ansiedade que a impedia de se comprometer foi substituída por uma paz serena e um propósito renovado. Ela entendeu que o verdadeiro “sinal” era a persistência do amor de Nossa Senhora, sua incansável solicitação por conversão e oração, e a beleza de uma fé que florescia na simplicidade do dia a dia, e não em eventos extraordinários. A promessa de que “vocês são importantes no meu plano para a salvação da humanidade” não era mais uma frase bonita, mas uma verdade que a preenchia com responsabilidade e alegria, mostrando que seu esforço, por menor que fosse, se encaixava perfeitamente no grande design divino, mudando a sua própria vida e, através dela, influenciando silenciosamente o mundo.
Transformada por essa experiência, Clara compreendeu a urgência de espalhar a mensagem de preparação, não como um grito de alarme e medo, mas como um convite amoroso e um chamado à esperança. Ela se tornou um exemplo vivo da verdade contida na mensagem de Nossa Senhora de 25 de junho de 2022: “Alegro-me com vocês e agradeço-lhes por cada sacrifício e oração que fizeram pelas minhas intenções.” Clara sabia agora que a Mãe de Deus realmente “conta comigo e com você” para que seu plano de salvação se cumpra. Seu testemunho, sua presença, suas orações dedicadas aos incrédulos e sua contínua preparação eram seu modo de cooperar com o Céu, uma maneira prática de “voltar-se para Deus e orar para que o Espírito Santo possa trabalhar em vocês e através de vocês,” mesmo nos dias em que “Satanás está lutando pela guerra e pelo ódio,” com “a divisão é forte e o mal trabalha no homem como nunca antes.” A urgência agora era interna, um fogo de caridade que a impelia a agir e a convidar outros à essa mesma jornada de fé e conversão.
Você já se imaginou com o conhecimento exato de um futuro que pode mudar o curso da humanidade? Os videntes de Medjugorje, com quem Nossa Senhora se comunica, não vivem em uma realidade de conto de fadas, esperando passivamente pelos “segredos” se manifestarem. Pelo contrário, o peso dessa antevisão os impulsiona a uma vida de oração ainda mais profunda e a uma urgência em divulgar as mensagens da Virgem. Se até aqueles que têm o privilégio de um contato direto com o divino sentem a necessidade imperativa de intensificar a fé, a oração e a penitência, o que dizer de nós, que esperamos por “sinais no céu ou na terra” para, só então, mover um dedo? O maior sinal já está se manifestando nas turbulências do mundo, na crescente apatia espiritual e no próprio apelo contínuo de uma Mãe que não se cana de nos chamar ao Seu Filho. Estamos nós, por acaso, fechando os olhos para estes “sinais” diários, tão ou mais eloquentes que qualquer fenômeno extraordinário, perdendo a oportunidade de sermos transformados AGORA, enquanto ainda há tempo e a misericórdia se estende?
A ideia de “preparação” muitas vezes nos parece algo grandioso ou reservado para um futuro incerto, algo que só faremos “quando der tempo” ou “quando as coisas se acalmarem”. Mas pare para pensar em como você prepara sua vida no dia a dia: você planeja uma viagem com antecedência, guarda dinheiro para a aposentadoria, cuida da sua saúde com pequenas atitudes diárias, como exercícios ou alimentação, não espera por uma doença grave para começar. Ora, se somos tão diligentes em coisas que afetam apenas nossa vida terrena, por que negligenciamos a preparação de algo infinitamente mais importante: nossa alma e nossa eternidade? Nossa Senhora não pede rituais complicados, mas uma mudança de coração acessível a todos, em qualquer circunstância. É a confissão regular, a caridade praticada nos pequenos gestos do dia a dia, a oração que se torna um respiro e um escudo contra as influências do mundo – pequenos passos firmes que pavimentam o caminho para a paz e para a salvação, nos afastando do abismo para o qual muitos correm sem perceber, adormecidos na espera de um milagre visível que os arranque do lugar, em vez de se moverem pela fé.
Existe uma grande tentação em muitos corações hoje em dia: a de exigir uma prova concreta, um “sinal irrefutável” que force a crença e elimine qualquer vestígio de dúvida. É como se disséssemos a Deus: “Me mostre, e eu acreditarei.” Mas a fé genuína, aquela que move montanhas e transforma vidas, é um ato de livre escolha, um salto de confiança que nasce de um coração aberto e humilde, não de uma imposição. Nossa Senhora, em Sua infinita sabedoria e amor, nos adverte claramente: “Mesmo que façam uma peregrinação e se ajoelhem diante do sinal, para muitos será tarde demais.” Isso porque, se a alma não se preparou pela humildade e pelo desejo sincero de conversão, se o coração se endureceu esperando o espetáculo, o sinal poderá ser visto apenas como um evento curioso ou assustador, sem provocar a verdadeira mudança interior. Não podemos esperar que Deus nos obrigue a crer, porque Ele respeita nosso livre-arbítrio; Ele nos convida com amor e apelos urgentes, esperando que respondamos com fé e uma verdadeira conversão que nasça de nosso interior, da nossa vontade de segui-Lo.
E por que toda essa insistência, essa repetição incessante dos apelos de Nossa Senhora em Medjugorje e em tantas outras aparições? Porque ela não é apenas uma Mensageira do Céu, mas uma Mãe amorosa que vê seus filhos em perigo e, com o coração partido, nos estende a mão para nos guiar. Imagine uma mãe na beira de um abismo vendo seu filho se aproximar distraído: ela não sussurraria um aviso, mas gritaria, alertaria com toda a força de seus pulmões, faria tudo para que ele parasse e percebesse o perigo. Nossa Senhora age assim conosco. Sua persistência não é um peso, mas a maior prova de Seu amor incondicional, um amor que nos oferece um caminho claro de salvação e de paz em meio a um mundo cada vez mais turbulento. Ela nos vê imersos em um plano maligno, onde o ódio e a divisão se alastram, e seu “plano de salvação para a humanidade” é um convite desesperado e esperançoso ao mesmo tempo, um abraço de Mãe que nos tira da rota de colisão e nos leva de volta ao Coração de Deus, onde a verdadeira alegria e segurança podem ser encontradas antes que seja realmente tarde demais para se arrepender e acolher Sua infinita misericórdia.
Assim como Clara, cada um de nós é constantemente convidado a uma conversão diária, a uma oração sincera que não se limita a momentos específicos, mas se torna um diálogo constante com Deus. Precisamos perdoar e pedir perdão para ter paz em nosso coração, buscando incessantemente mais conversões e uma fé inabalável que resiste às tempestades do mundo. Não podemos esperar por sinais espetaculares para acreditar ou agir, pois o maior sinal é o próprio convite divino à mudança de vida, que ecoa incessantemente em nosso interior e nas vozes de nossos irmãos. Este é o tempo de agir, de preparar-se, de ser instrumento da paz e da conversão para aqueles que ainda estão adormecidos espiritualmente, sem esquecer a caridade em cada gesto. E pensando naqueles que mais precisam dessas orações neste momento, pedimos novamente: escreva agora mesmo nos comentários o nome de pessoas e parentes que necessitam da graça da oração, para que os incluamos em nossa oração principal com o Rosário, pedindo a intercessão da Rainha da Paz.
Esperar por um sinal pode nos custar a eternidade. Nossa Senhora não nos pede algo extraordinário, mas uma preparação sincera do coração, uma mudança de vida que nos capacite a ser instrumentos da paz de Deus neste mundo turbulento. Que esta história, a história de uma alma que ouviu o chamado, inspire cada um de vocês a não adiar sua conversão, a se preparar e a orar sem cessar. Se este vídeo tocou seu coração e trouxe clareza sobre a urgência do tempo presente, por favor, deixe seu like e inscreva-se no canal para não perder nenhuma de nossas mensagens e conteúdos. Juntos, somos mais fortes na fé. Que Nossa Senhora Rainha da Paz e São Miguel Arcanjo intercedam por todos nós. Amém.
Meine lieben Brüder und Schwestern, haltet einen Moment inne und spürt die Bedeutung dieser immer wiederkehrenden Frage: Was, wenn das „Zeichen“, nach dem ihr euch so sehr sehnt, um euren Glauben voll und ganz anzunehmen, nie oder, schlimmer noch, zu spät kommt? Wir leben in Zeiten großer spiritueller Dringlichkeit, in denen der Ruf zur Vorbereitung laut und deutlich erklingt – und es ist nicht nur irgendeine Botschaft, sondern ein direkter Appell Unserer Lieben Frau. Wenn ihr spürt, dass diese Zeit entscheidend ist und viele Menschen um euch herum diese Verbindung und dieses Gebet brauchen, bitte ich euch, jetzt gleich in den Kommentaren die Namen all derer zu schreiben – Freunde, Familie, Lieben –, die wir in unser Hauptgebet mit dem Rosenkranz einschließen sollen. Und wenn euch diese Arbeit am Herzen liegt und ihr unsere Arbeit schätzt, denkt bitte darüber nach, den Kanal mit einer Spende in beliebiger Höhe zu unterstützen; eure Geste ist Balsam für uns und ein gesegneter Same. Klickt einfach auf den ersten Link in der Beschreibung oder auf den „Danke“-Button unter dem Video. Seid versichert, dass Jesus es euch doppelt vergelten wird, und eure Großzügigkeit wird uns ungemein helfen, diese Mission fortzusetzen.
Wir trafen Clara, eine gute Seele mit einem großzügigen Herzen, die einen hektischen Alltag führte und immer Gründe fand, die Dinge aufzuschieben, die ihr wirklich wichtig waren. Sie ging gelegentlich zur Messe, betete vor dem Schlafengehen ein Vaterunser oder ein Ave Maria, wenn ihr Gewissen sie plagte, doch tief in ihrem Inneren glaubte sie an ein großes Ereignis, ein außergewöhnliches Zeichen im Himmel oder auf Erden – wie viele es von den in Medjugorje offenbarten Geheimnissen erhoffen –, das sie endlich kopfüber in den Glauben eintauchen lassen würde. Für Clara war Spiritualität wie eine Lebensversicherung, die sie für den Fall aufbewahre, dass sie sie brauche oder etwas wirklich Großes passierte, das ein für alle Mal die Wahrheit beweisen würde, die ihr Herz tief in ihrem Inneren bereits wusste. Diese subtile Haltung des Aufschiebens wurzelte in ihr, ein trügerischer Trost, der sie daran hinderte, die Dringlichkeit der göttlichen Rufe zu erkennen, die in der ganzen Welt widerhallten.
Die Tage warteten jedoch nicht, und Clara bemerkte in kleinen Gesprächsfetzen und Nachrichtenberichten, dass sich etwas in der Weltatmosphäre zu verändern schien. Es war ein seltsames Gefühl, als würde die Zeit immer schneller vergehen, ein Chaos, das sich immer mehr in den Nationen, in den Herzen festzusetzen schien, und der Glaube der Menschen schien so schnell zu verschwinden, wie er entstanden war, genau wie die Warnung: „Die Welt rast auf den Abgrund zu, und wir haben einen Glauben gesehen, der sich rasch auflöst.“ Sie sah, wie fromme Nachbarn sich mit wachsender Inbrunst dem Gebet und der Buße hingaben, während sie selbst nur zusah und eine seltsame Dissonanz zwischen dem Frieden, den sie ausstrahlten, und ihrem eigenen, als Ruhe getarnten Unbehagen spürte. Es war ein kleiner Samen des Unbehagens, ein fast unmerkliches Raunen, das ihr sagte, dass sie vielleicht, nur vielleicht, etwas Wesentliches verpasste, während sie auf das Schauspiel wartete.
In diesem Moment durchbohrte eine kraftvolle Erkenntnis, wie ein Blitz, der eine plötzliche Dunkelheit erhellt, Claras Seele. Sie erinnerte sich an die beharrlichen Bitten Unserer Lieben Frau, der Königin des Friedens, die Bekehrung nicht aufzuschieben. Die Worte hallten in ihrem Kopf wider: „Lasst uns unsere Bekehrung nicht hinausschieben, denn dann ist es zu spät“, und die ernste Warnung, dass Aufschieben bedeutet, „unsere Herzen verhärten, unsere Augen nicht mehr sehen und unsere Ohren nicht mehr hören zu lassen“. Klara erkannte, dass sie selbst durch diese verzerrte Linse lebte, die Dringlichkeit der Botschaften herausfilterte und ihre geistigen Augen vor den gegenwärtigen Realitäten verschloss. Der Ruf zur Lebensänderung galt nicht einer fernen und ungewissen Zukunft, sondern der Gegenwart, und ihr eigenes Herz war das Schlachtfeld, auf dem Satan bereits kämpfte, Zwietracht und Hass säte und das Böse in der Menschheit wirken ließ wie nie zuvor. Wahrer Glaube hing nicht von einem grandiosen Zeichen von außen ab, sondern von echter Transformation, die von innen kommt.
Mit dieser Erkenntnis beschloss Klara, nicht länger zu warten. Die Tage des 2., 3. und 4. August, die dem Geburtstag Unserer Lieben Frau vorausgingen, wurden zu ihrem Mittelpunkt und zu einer Zeit inbrünstiger und bewusster Vorbereitung. Am 2. August, dem ersten Samstag im Monat, verstand sie die doppelte Bedeutung: Sühne für die Sünden zu leisten, die das Unbefleckte Herz Mariens und Jesu verletzt hatten, und für die Ungläubigen zu beten, für diejenigen, die Gottes Liebe nicht kennen und erkannten, dass ihr Mangel an Glauben viel Böses in der Welt hervorbrachte. Sie legte ihre Beichte ab, öffnete ihr Herz und ließ die Last jahrelangen Zögerns und der Gleichgültigkeit hinter sich. In den folgenden Tagen leistete sie kleine Buße, wie den Verzicht auf bestimmte alltägliche Freuden, und übte sich in diskreten Gesten der Nächstenliebe, ohne Anerkennung zu suchen. Vor allem begann sie, mit dem Herzen zu beten, nicht nur mit auswendig gelernten Worten, und spürte, wie jede Bitte in ihrer Seele widerhallte. Sie überließ sich ganz dem Heilsplan der Menschheit, einem Plan, in dem sie nun ihre Bedeutung verstand.
Klaras Tage der Vorbereitung gipfelten in einer tiefgreifenden und nachhaltigen Wandlung. Es gab keine himmlischen Posaunen oder Wunder, die für die Welt sichtbar waren, doch ihr eigenes Leben wurde von einer unbeschreiblichen Gnade berührt. Die Angst, die sie daran gehindert hatte, sich zu engagieren, wich einem heiteren Frieden und neuer Zielstrebigkeit. Sie verstand, dass das wahre „Zeichen“ die Beständigkeit der Liebe Unserer Lieben Frau, ihr unermüdlicher Ruf zur Umkehr und zum Gebet und die Schönheit eines Glaubens waren, der in der Einfachheit des Alltags und nicht in außergewöhnlichen Ereignissen erblühte. Das Versprechen, dass „du wichtig bist in meinem Plan zur Erlösung der Menschheit“, war keine schöne Phrase mehr, sondern eine Wahrheit, die sie mit Verantwortung und Freude erfüllte und ihr zeigte, dass ihr Einsatz, so klein er auch sein mochte, perfekt in den großen göttlichen Plan passte, ihr eigenes Leben veränderte und dadurch still und leise die Welt beeinflusste.
Von dieser Erfahrung verwandelt, verstand Klara die Dringlichkeit, die Botschaft der Vorbereitung zu verbreiten – nicht als einen Schrei der Angst und Furcht, sondern als eine liebevolle Einladung und einen Aufruf zur Hoffnung. Sie wurde zu einem lebendigen Beispiel für die Wahrheit der Botschaft Unserer Lieben Frau vom 25. Juni 2022: „Ich freue mich mit euch und danke euch für jedes Opfer und jedes Gebet, das ihr für meine Anliegen gebracht habt.“ Klara wusste nun, dass die Mutter Gottes wahrhaftig „auf mich und auf euch zählt“, damit ihr Heilsplan erfüllt werden konnte. Ihr Zeugnis, ihre Gegenwart, ihre Gebete für die Ungläubigen und ihre ständige Vorbereitung waren ihre Art, mit dem Himmel zusammenzuarbeiten, eine praktische Art, sich „Gott zuzuwenden und zu beten, dass der Heilige Geist in euch und durch euch wirken möge“, selbst in Tagen, in denen „Satan für Krieg und Hass kämpft“, in denen „die Spaltung stark ist und das Böse im Menschen wirkt wie nie zuvor“. Die Dringlichkeit war nun innerlich, ein Feuer der Nächstenliebe, das sie zum Handeln zwang und sie dazu einlud, andere auf denselben Weg des Glaubens und der Umkehr einzuladen.
Haben Sie sich jemals vorgestellt, mit genauem Wissen über eine Zukunft, die den Lauf der Menschheit verändern könnte? Die Seher von Medjugorje, mit denen die Gottesmutter kommuniziert, leben nicht in einer märchenhaften Realität und warten passiv darauf, dass die „Geheimnisse“ enthüllt werden. Im Gegenteil, die Bedeutung dieser Voraussicht treibt sie zu einem noch intensiveren Gebetsleben und der Dringlichkeit, die Botschaften der Jungfrau zu verbreiten. Wenn selbst diejenigen, die das Privileg des direkten Kontakts mit Gott haben, das dringende Bedürfnis verspüren, ihren Glauben, ihr Gebet und ihre Buße zu intensivieren, was können wir dann von denen unter uns sagen, die auf „Zeichen im Himmel oder auf Erden“ warten, bevor sie einen Finger rühren? Das größte Zeichen manifestiert sich bereits im Aufruhr der Welt, in der wachsenden spirituellen Apathie und im ständigen Ruf einer Mutter, die uns unermüdlich zu ihrem Sohn ruft. Verschließen wir vielleicht unsere Augen vor diesen alltäglichen „Zeichen“, die genauso beredt oder beredter sind als jedes außergewöhnliche Phänomen, und verpassen wir die Gelegenheit, JETZT verwandelt zu werden, solange noch Zeit ist und die Barmherzigkeit reicht? Der Gedanke der „Vorbereitung“ erscheint oft großspurig oder einer ungewissen Zukunft vorbehalten, etwas, das wir erst tun, „wenn wir Zeit haben“ oder „wenn sich die Dinge beruhigen“.
Aber denken Sie einmal darüber nach, wie Sie sich täglich auf Ihr Leben vorbereiten: Planen Sie eine Reise im Voraus, sparen Sie Geld für die Rente, kümmern Sie sich mit kleinen alltäglichen Maßnahmen wie Bewegung oder Ernährung um Ihre Gesundheit und warten Sie nicht, bis eine schwere Krankheit zuschlägt. Wenn wir uns so sorgfältig mit Dingen beschäftigen, die nur unser irdisches Leben betreffen, warum vernachlässigen wir dann die Vorbereitung auf etwas unendlich Wichtigeres: unsere Seele und unsere Ewigkeit? Unsere Liebe Frau verlangt keine komplizierten Rituale, sondern einen Sinneswandel, der jedem und in jeder Situation möglich ist. Es ist die regelmäßige Beichte, die in kleinen, alltäglichen Gesten praktizierte Nächstenliebe, das Gebet, das zu einem Hauch frischer Luft und einem Schutzschild gegen die Einflüsse der Welt wird – kleine, feste Schritte, die den Weg zu Frieden und Erlösung ebnen und uns von dem Abgrund wegführen, auf den viele zusteuern, ohne es zu merken, schlafend in der Erwartung eines sichtbaren Wunders, das sie aus ihrer Position reißt, anstatt sich im Glauben zu bewegen.
In vielen Herzen herrscht heute eine große Versuchung: Sie verlangen konkrete Beweise, ein „unwiderlegbares Zeichen“, das zum Glauben zwingt und jeden Zweifel ausräumt. Es ist, als würden wir zu Gott sagen: „Zeige es mir, und ich werde glauben.“ Doch echter Glaube, der Berge versetzt und Leben verändert, ist ein Akt der freien Entscheidung, ein Vertrauensvorschuss aus einem offenen und demütigen Herzen, kein Zwang. Unsere Liebe Frau warnt uns in ihrer unendlichen Weisheit und Liebe deutlich: „Selbst wenn sie pilgern und vor dem Zeichen niederknien, wird es für viele zu spät sein.“ Denn wenn sich die Seele nicht durch Demut und den aufrichtigen Wunsch nach Umkehr vorbereitet hat, wenn das Herz in Erwartung des Schauspiels verhärtet ist, kann das Zeichen nur als merkwürdiges oder beängstigendes Ereignis wahrgenommen werden, ohne eine wahre innere Wandlung zu bewirken. Wir können nicht erwarten, dass Gott uns zum Glauben zwingt, denn er respektiert unseren freien Willen. Er lädt uns mit Liebe und eindringlichen Appellen ein und hofft, dass wir mit Glauben und einer wahren, von innen kommenden Umkehr antworten, aus unserem Wunsch, ihm zu folgen.
Und warum all dieses Beharren, diese unaufhörliche Wiederholung der Appelle der Muttergottes in Medjugorje und bei so vielen anderen Erscheinungen? Weil sie nicht nur eine Botin des Himmels ist, sondern eine liebende Mutter, die ihre Kinder in Gefahr sieht und uns mit gebrochenem Herzen die Hand reicht, um uns zu führen. Stellen Sie sich eine Mutter vor, die am Rande eines Abgrunds steht und ihr Kind unaufmerksam auf sich zukommen sieht: Sie flüstert keine Warnung, sondern schreit, warnt mit aller Kraft und tut alles, damit es stehen bleibt und die Gefahr erkennt. So handelt die Muttergottes mit uns. Ihre Beharrlichkeit ist keine Last, sondern der größte Beweis ihrer bedingungslosen Liebe, einer Liebe, die uns inmitten einer zunehmend turbulenten Welt einen klaren Weg zu Erlösung und Frieden bietet. Sie sieht uns in einen bösen Plan verstrickt, in dem Hass und Spaltung grassieren. Ihr „Heilsplan für die Menschheit“ ist eine verzweifelte und zugleich hoffnungsvolle Einladung, eine mütterliche Umarmung, die uns vom Kollisionskurs abbringt und uns zurück zum Herzen Gottes führt, wo wahre Freude und Geborgenheit zu finden sind, bevor es wirklich zu spät ist, Buße zu tun und seine unendliche Barmherzigkeit anzunehmen.
Wie Klara ist jeder von uns ständig zur täglichen Umkehr eingeladen, zu einem aufrichtigen Gebet, das nicht auf bestimmte Momente beschränkt ist, sondern zu einem ständigen Dialog mit Gott wird. Wir müssen vergeben und um Vergebung bitten, um Frieden in unseren Herzen zu haben, unablässig nach weiteren Bekehrungen und einem unerschütterlichen Glauben zu streben, der den Stürmen der Welt standhält. Wir können nicht auf spektakuläre Zeichen warten, um zu glauben oder zu handeln, denn das größte Zeichen ist die göttliche Einladung selbst, unser Leben zu ändern, die unaufhörlich in uns und in den Stimmen unserer Brüder und Schwestern widerhallt. Jetzt ist die Zeit zu handeln, uns vorzubereiten, ein Werkzeug des Friedens und der Umkehr für diejenigen zu sein, die geistig noch schlafen, ohne dabei die Nächstenliebe in jeder Geste zu vergessen. Und im Gedanken an diejenigen, die diese Gebete in dieser Zeit am meisten brauchen, bitten wir Sie erneut: Schreiben Sie jetzt in die Kommentare die Namen von Menschen und Angehörigen, die die Gnade des Gebets benötigen, damit wir sie in unser Hauptgebet mit dem Rosenkranz einbeziehen und um die Fürsprache der Königin des Friedens bitten können.
Auf ein Zeichen zu warten, kann uns die Ewigkeit kosten. Unsere Liebe Frau verlangt von uns nichts Außergewöhnliches, sondern eine aufrichtige Vorbereitung des Herzens, eine Veränderung des Lebens, die uns befähigt, Werkzeuge des Friedens Gottes in dieser turbulenten Welt zu sein. Möge diese Geschichte, die Geschichte einer Seele, die den Ruf hörte, jeden von Ihnen inspirieren, Ihre Bekehrung nicht aufzuschieben, sich vorzubereiten und ohne Unterlass zu beten. Wenn dieses Video Ihr Herz berührt und Ihnen die Dringlichkeit der gegenwärtigen Zeit verdeutlicht hat, liken und abonnieren Sie den Kanal bitte, damit Sie keine unserer Botschaften und Inhalte verpassen. Gemeinsam sind wir stärker im Glauben. Mögen Unsere Liebe Frau, Königin des Friedens, und der heilige Erzengel Michael für uns alle Fürsprache einlegen. Amen.
My dear brothers and sisters, pause for a moment and feel the weight of this echoing question: what if the “sign” you so long for to fully embrace your faith never arrives, or worse, arrives too late? We live in times of great spiritual urgency, where the call to preparation is loud and clear, and it is not just any message, but a direct appeal from Our Lady. If you feel that this time is crucial and that many people around you need this same connection and prayer, I ask that you, right now, write in the comments the names of all those—friends, family, loved ones—whom you would like us to include in our main prayer with the Rosary. And if this work touches your heart, if you value what we do, please consider supporting the channel with a donation of any amount; your gesture is a balm for us and a blessed seed. Just click on the first link in the description or the “Thanks” button below the video. Be assured that Jesus will repay you double, and your generosity will help us immensely to continue this mission.
We met Clara, a good soul with a generous heart, who lived a hectic routine, always finding reasons to postpone the things that truly mattered to her soul. She went to Mass occasionally, prayed an Our Father or a Hail Mary before bed when her conscience weighed on her, but deep down, she believed that there would yet be a great event, an extraordinary sign in heaven or on earth—as many hope for the secrets revealed in Medjugorje—that would finally make her dive headfirst into faith. For Clara, spirituality was like a life insurance policy she kept for “when she needed it,” or when “something really big happened” that would prove once and for all the truth that her heart, deep down, already knew. This subtle mindset of procrastination took root within her, a deceptive comfort that prevented her from seeing the urgency of the divine calls echoing throughout the world.
The days, however, didn’t wait, and Clara noticed, in small fragments of conversations and news reports, that something seemed to be shifting in the world’s atmosphere. There was a strange sensation that time was accelerating, a chaos that seemed to settle more and more in nations, in hearts, and people’s faith seemed to vanish as quickly as it arose, exactly like the warning that “the world is rushing toward the abyss and we have seen a faith that dissolves rapidly.” She saw devout neighbors giving themselves over to prayer and penance with growing fervor, while she herself remained an observer, feeling a strange dissonance between the peace they radiated and her own uneasiness disguised as tranquility. It was a small seed of unease, an almost imperceptible murmur that told her that perhaps, just perhaps, she was missing something essential while waiting for the spectacle.
It was then that a powerful insight, like a lightning bolt illuminating a sudden darkness, pierced Clara’s soul. She remembered the persistent pleas of Our Lady, the Queen of Peace, that conversion should not be postponed. The words echoed in her mind: “Let us not postpone our conversion, for then it will be too late,” and the stern warning that to postpone means “to let our hearts harden, our eyes fail to see, and our ears fail to hear.” Clare realized that she herself was living through this distorted lens, filtering out the urgency of the messages and closing her spiritual eyes to present realities. The call to change one’s life was not for some distant and uncertain future, but for the present, and her own heart was the battlefield where Satan was already fighting, sowing division and hatred, making evil work in humanity as never before. True faith did not depend on a grandiose sign from without, but on genuine transformation springing from within.
With this revelation, Clare decided she would wait no longer. The days of August 2nd, 3rd, and 4th, preceding Our Lady’s birthday, became her focus and a time of fervent and intentional preparation. On August 2nd, which was also the first Saturday of the month, she understood the dual importance of offering reparation for the sins that wound the Immaculate Heart of Mary and Jesus, and of praying for unbelievers, for those who do not know God’s love, realizing that their lack of faith generated much evil in the world. Thus, she made her confession, opening her heart and leaving behind the weight of years of procrastination and indifference. In the following days, she offered small penances, such as giving up certain everyday pleasures, and practiced charity in discreet gestures, without seeking recognition. Most importantly, she began to pray with her heart, not just with memorized words, feeling each plea resonate in her soul, surrendering herself completely to the plan of humanity’s salvation, a plan in which she now understood her importance.
Clare’s days of preparation culminated in a profound and lasting transformation. There were no heavenly trumpets or miracles visible to the world, but her own life was touched by an indescribable grace. The anxiety that had prevented her from committing herself was replaced by a serene peace and renewed purpose. She understood that the true “sign” was the persistence of Our Lady’s love, her tireless call for conversion and prayer, and the beauty of a faith that flourished in the simplicity of everyday life, not in extraordinary events. The promise that “you are important in my plan for the salvation of humanity” was no longer a pretty phrase, but a truth that filled her with responsibility and joy, showing her that her effort, however small, fit perfectly into the great divine design, changing her own life and, through it, quietly influencing the world.
Transformed by this experience, Clare understood the urgency of spreading the message of preparation, not as a cry of alarm and fear, but as a loving invitation and a call to hope. She became a living example of the truth contained in Our Lady’s message of June 25, 2022: “I rejoice with you and thank you for every sacrifice and prayer you have made for my intentions.” Clare now knew that the Mother of God truly “counts on me and on you” for her plan of salvation to be fulfilled. Her witness, her presence, her prayers dedicated to unbelievers, and her continuous preparation were her way of cooperating with Heaven, a practical way of “turning to God and praying that the Holy Spirit may work in you and through you,” even in days when “Satan is fighting for war and hatred,” when “division is strong and evil works in man as never before.” The urgency was now internal, a fire of charity that compelled her to act and to invite others to this same journey of faith and conversion.
Have you ever imagined yourself with precise knowledge of a future that could change the course of humanity? The visionaries of Medjugorje, with whom Our Lady communicates, do not live in a fairytale reality, passively waiting for the “secrets” to be revealed. On the contrary, the weight of this foresight drives them to an even deeper life of prayer and an urgency to spread the Virgin’s messages. If even those who have the privilege of direct contact with the divine feel the imperative need to intensify their faith, prayer, and penance, what can we say of those of us who wait for “signs in heaven or on earth” before lifting a finger? The greatest sign is already manifesting itself in the turmoil of the world, in the growing spiritual apathy, and in the constant appeal of a Mother who tirelessly calls us to Her Son. Are we, perhaps, closing our eyes to these daily “signs,” as eloquent or more so than any extraordinary phenomenon, missing the opportunity to be transformed NOW, while there is still time and mercy extends?
The idea of “preparation” often seems grandiose or reserved for an uncertain future, something we’ll only do “when we have time” or “when things calm down.” But stop and think about how you prepare your life day to day: you plan a trip in advance, save money for retirement, take care of your health with small daily actions like exercise or nutrition, and don’t wait for a serious illness to strike. Now, if we are so diligent in things that affect only our earthly lives, why do we neglect preparing for something infinitely more important: our soul and our eternity? Our Lady doesn’t ask for complicated rituals, but a change of heart accessible to everyone, in any circumstance. It is regular confession, charity practiced in small, everyday gestures, prayer that becomes a breath of fresh air and a shield against the influences of the world – small, firm steps that pave the way to peace and salvation, moving us away from the abyss towards which many rush without realizing it, asleep in the wait for a visible miracle that will pull them from their place, instead of moving by faith.
There is a great temptation in many hearts today: to demand concrete proof, an “irrefutable sign” that forces belief and eliminates any trace of doubt. It is as if we were saying to God, “Show me, and I will believe.” But genuine faith, the kind that moves mountains and transforms lives, is an act of free choice, a leap of trust born of an open and humble heart, not an imposition. Our Lady, in Her infinite wisdom and love, clearly warns us: “Even if they make a pilgrimage and kneel before the sign, for many it will be too late.” This is because, if the soul has not prepared itself through humility and a sincere desire for conversion, if the heart has hardened in anticipation of the spectacle, the sign may be seen only as a curious or frightening event, without bringing about true inner change. We cannot expect God to force us to believe, because He respects our free will; He invites us with love and urgent appeals, hoping that we respond with faith and a true conversion born from within, from our desire to follow Him.
And why all this insistence, this incessant repetition of Our Lady’s appeals in Medjugorje and in so many other apparitions? Because she is not only a Messenger from Heaven, but a loving Mother who sees her children in danger and, with a broken heart, extends her hand to guide us. Imagine a mother on the edge of a precipice, seeing her child approaching distractedly: she would not whisper a warning, but would shout, warn with all her might, doing everything to make him stop and realize the danger. Our Lady acts this way with us. Her persistence is not a burden, but the greatest proof of Her unconditional love, a love that offers us a clear path to salvation and peace in the midst of an increasingly turbulent world. She sees us immersed in an evil plan, where hatred and division are rampant, and her “plan of salvation for humanity” is both a desperate and hopeful invitation, a Mother’s embrace that pulls us from the collision course and leads us back to the Heart of God, where true joy and security can be found before it is truly too late to repent and accept His infinite mercy.
Like Clare, each of us is constantly invited to a daily conversion, to a sincere prayer that is not limited to specific moments, but becomes a constant dialogue with God. We need to forgive and ask for forgiveness to have peace in our hearts, ceaselessly seeking more conversions and an unshakable faith that withstands the storms of the world. We cannot wait for spectacular signs to believe or act, for the greatest sign is the divine invitation itself to change our lives, which echoes incessantly within us and in the voices of our brothers and sisters. This is the time to act, to prepare, to be an instrument of peace and conversion for those who are still spiritually asleep, without forgetting charity in every gesture. And thinking of those who most need these prayers at this time, we ask again: write in the comments now the names of people and relatives who need the grace of prayer, so that we can include them in our main prayer with the Rosary, asking for the intercession of the Queen of Peace.
Waiting for a sign can cost us eternity. Our Lady does not ask of us something extraordinary, but a sincere preparation of the heart, a change of life that enables us to be instruments of God’s peace in this turbulent world. May this story, the story of a soul who heard the call, inspire each of you not to postpone your conversion, to prepare and pray without ceasing. If this video touched your heart and brought clarity to the urgency of the present time, please like and subscribe to the channel so you don’t miss any of our messages and content. Together, we are stronger in faith. May Our Lady Queen of Peace and Saint Michael the Archangel intercede for us all. Amen.
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