Sangue em 23 de Setembro? A Visão Apavorante do Padre Oliveira que chocou todos

Olá, meus irmãos e irmãs em Cristo! Preparem-se para mergulhar em uma história que mexe com o tempo, a fé e o que está por vir, uma experiência profunda relatada por um sacerdote que nos faz refletir sobre os desítes da batalha espiritual em que nos encontramos.

Estamos em um momento crucial, o relógio parece acelerar em direção a uma data significativa de 2028, conforme a mensagem enigmática que o Padre Oliveira recebeu de um anjo em 2018: “Em 10 anos estejas pronto.” Algo grandioso está se desenhando, e a verdade é que estamos muito próximos de testemunhar eventos que podem redefinir nosso caminho. O Padre Oliveira fala de um dia específico, 23 de setembro, sem revelar o ano, mas com uma intensidade que exige nossa total atenção e discernimento. 

Essa data, o 23 de setembro, não é um simples acaso na experiência do Padre Oliveira; ela carrega uma força misteriosa que se manifestou de maneira impressionante e repetitiva em sua vivência. No dia 28 de julho de 2017, uma sexta-feira chuvosa de tarde, por volta das 15 horas, enquanto organizava a igreja com todo carinho para iniciar um retiro de casais que estava para acontecer, um fato extraordinário e completamente inesperado quebrou a tranquilidade do momento. Subitamente, o padre relata ter ouvido uma voz – não vinda de fora, mas de seu interior, uma “locução interior” – que ecoava insistentemente as palavras “23 de Setembro”. Era uma voz urgente, que ora gritava com veemência, ora apenas sussurrava, mas sempre com uma expressão de pressa que apertava o peito e pedia atenção imediata. Ele não via ninguém ao seu redor, apenas sentia a forte presença dessa mensagem sonora em seu íntimo, uma melodia única que reverberava em sua mente, repetindo incessantemente a mesma data, como um chamado ou um aviso urgente para algo que viria.

Diante daquela manifestação inesperada e persistente, a mente do Padre Oliveira começou a correr, tentando desesperadamente decifrar o enigma. Seria sobre o aniversário de um parente próximo, que coincidentemente caía naquele dia? Ou estaria relacionado ao Dia de São Padre Pio, um santo tão venerado por sua própria devoção e um mistério divino a ser desvendado? Talvez se tratasse de sua própria consagração ao Santo Anjo, um momento de profunda espiritualidade em sua vida, que também ocorria nessa data tão marcante em seu calendário. Ele chegou a questionar em voz alta, buscando uma confirmação, uma pista que o tirasse daquela névoa de incertezas, perguntando se era sobre seu parente, sobre São Padre Pio, ou sobre seu anjo guardião. No entanto, a voz insistia em sua melodia única e monótona, não dando mais explicações ou detalhes adicionais: “23 de Setembro”. A repetição contínua da data, desprovida de qualquer outro contexto, acentuava o mistério e a sensação de urgência que ele já sentia, indicando que o significado real daquela mensagem era muito mais profundo e transcendente do que ele conseguia imaginar naquele instante.

Em meio a essa perplexidade crescente e ao ritmo insistente daquela voz interior, o Padre Oliveira sentiu, de forma avassaladora, uma súbita e incontrolável vontade de olhar para trás, em direção à pesada porta da igreja. Ele estava imerso em pensamentos e na sonoridade daquelas palavras repetidas, e essa virada, esse ímpeto inexplicável de mudar o foco de sua atenção, marcou o início de uma experiência ainda mais intensa. Ao direcionar seu olhar para onde estava a porta principal da igreja, uma transformação profunda aconteceu em sua percepção do ambiente. A imagem do interior do santuário onde ele se encontrava, que antes estava clara e iluminada pela luz do dia, mergulhou de repente numa escuridão densa, quase palpável, como se toda a claridade tivesse sido engolida por uma sombra vasta e opressora. Lá fora, pelas janelas, ele via apenas o espetáculo assustador de raios rasgando o céu e trovões que faziam a igreja vibrar, como se uma tempestade colossal, de proporções apocalípticas, se abatesse sobre a terra. Essa visão inicial, que misturava a escuridão sufocante do interior com a fúria estrondosa da tempestade lá fora, prenunciava a gravidade e o impacto do que viria a seguir.

Não demorou muito para que algo ainda mais perturbador começasse a acontecer dentro daquela igreja envolta em escuridão e marcada pela fúria do lado de fora. Pelas frestas das janelas e por baixo da pesada porta principal, um líquido escuro e denso começou a escorrer para dentro do santuário. Aquilo avançava lenta e implacavelmente pelo chão de pedra, subindo os degraus do altar, envolvendo os bancos vazios, como uma maré macabra que avançava de forma contínua e sem qualquer obstáculo. A cena era tão estranha quanto perturbadora, o silêncio da igreja, em contraste com o barulho dos trovões lá fora, só acentuava o estranho avanço desse fluido sombrio. À medida que o líquido escuro e denso se aproximava de seus pés, rastejando pelo corredor central da igreja, o Padre Oliveira pôde, com horror e clareza crescentes, perceber a verdade aterrorizante que seus olhos tentavam processar: não era água suja, nem lodo da tempestade, muito menos algo inofensivo que a chuva trouxera. Era sangue. Muito sangue, em uma quantidade inimaginável e com uma cor tão intensa que parecia sugar toda a luz ambiente, escurecendo ainda mais o local. No instante exato em que a viscosidade do sangue tocou suas vestes e seus pés, a cena se desfez abruptamente, e ele se viu de volta à luz da tarde, no meio dos preparativos para o retiro, como se nada tivesse acontecido – exceto pela memória vívida, nítida e pelo aperto doloroso em sua alma, que atestavam a profundidade e a realidade daquela experiência tão marcante e apavorante.

Essa profunda experiência de Padre Oliveira, com a visão perturbadora da escuridão e do sangue escorrendo, é um alerta que, embora ninguém seja obrigado a acreditar em profecias, é sábio examiná-las e buscar o discernimento espiritual. Um portador de mensagens muito respeitado no meio religioso, Lucas Gelázio, ao transmitir esse relato do padre, deixou uma reflexão impactante que ressoa com a gravidade da visão: “Oremos para que neste dia 23 de Setembro não comece um derramamento de sangue.” E como não sentir o peso dessas palavras diante do que vemos acontecer em nosso país? A situação do Brasil, com as notícias diárias revelando divisões e conflitos em tantas esferas, nos lembra que tempos difíceis podem estar se aproximando. É nesse cenário de incertezas, onde a batalha se desenha, que se fortalece a presença protetora e poderosa de São Miguel Arcanjo. Não é à toa que sua imagem, um símbolo de batalha e proteção divina, adentrou espaços tão importantes como o Congresso Nacional, sinalizando a urgência da intercessão celestial e de uma luta que não é apenas carnal, mas profundamente espiritual. Nós estamos, de fato, em tempos de verdadeira batalha espiritual, e São Miguel Arcanjo, com toda sua milícia celeste, é o general que se levanta para nos defender e nos ajudar a purificar e restaurar a paz na nossa nação. Ele é o baluarte contra as forças das trevas, o auxílio certo nos momentos de maior provação.

Diante desse cenário e do chamado espiritual, não podemos ficar indiferentes ou passivos ao que está acontecendo ao nosso redor, em nossa nação, e muito menos em nossos corações. Como fiéis e cidadãos espiritualmente responsáveis, temos uma responsabilidade enorme com o nosso Brasil. Isso significa orar incansavelmente pelos nossos governantes, pedindo a Deus que lhes dê discernimento, sabedoria e coragem para que tomem as melhores decisões, sempre buscando o bem maior do nosso povo e agindo com retidão. A passagem do tempo, com cada ano que nos aproxima de 2028, é um lembrete constante da proximidade daquela data misteriosa, profetizada pelo anjo ao Padre Oliveira. Sua experiência e sua missão nos convidam a uma prontidão espiritual contínua, a estarmos vigilantes e atuantes na fé. Cada dia que passa é um passo em direção ao que foi revelado, seja no sentido literal de uma profecia, ou no sentido de estarmos preparados espiritualmente para os desafios que a vida e os tempos nos apresentam. Que Padre Oliveira, com sua profunda devoção e coragem, e todos nós, estejamos prontos, munidos de fé, de uma oração incessante e de esperança, para enfrentar o que vier, certos de que a oração é a nossa maior arma e São Miguel Arcanjo, nosso grande defensor nas lutas invisíveis e visíveis.

A história do Padre Oliveira não é apenas um relato para nos maravilhar, mas um convite vibrante à nossa própria jornada de fé diária e a uma constante renovação espiritual. Assim como ele buscou entendimento e discernimento naquilo que lhe foi revelado, somos chamados a cultivar a oração sem cessar, não apenas nas grandes adversidades, mas em cada pequeno e grande momento de nossa vida. Orar pelos enfermos, sim; orar pelas famílias que sofrem e precisam de amparo divino; mas também pela paz em nossos corações, pela capacidade genuína de perdoar aqueles que nos ofendem, por mais conversões sinceras ao caminho de Cristo, por almas que se reconciliem com a palavra divina, e, acima de tudo, por uma fé que se fortaleça diante de qualquer desafio ou tormenta. É a oração que abre caminhos que parecem impossíveis, que transmuta situações adversas, que acalma as tempestades internas da alma e as externas que assolam a nação. É na oração constante, na súplica fervorosa, que encontramos a verdadeira paz, superamos as tribulações e contribuímos para que a luz de Deus dissipe as sombras sobre o nosso país e o mundo. Que cada um de nós seja, com o seu Rosário nas mãos, um pilar de fé inabalável, um agente ativo de amor, de reconciliação e de esperança em meio aos desafios que a vida nos impõe. E, novamente, deixe nos comentários os nomes de todas as pessoas que você sabe que precisam dessa intervenção divina urgente. Vamos uní-los em nossa próxima oração principal, rogando com fervor através do Santo Rosário. Sua intenção fortalece imensamente a nossa corrente de oração!

E você, o que pensa sobre o Padre Oliveira, sua profunda experiência e a enigmática data de 23 de Setembro? Sua visão sobre este tema é de extrema importância para nossa comunidade. Compartilhe sua reflexão e suas impressões nos comentários, pois sua opinião é muito valiosa para continuarmos a crescer juntos na fé. Se esta mensagem tocou seu coração e você se sente fortalecido em sua fé, não se esqueça de deixar seu ‘curtir’ neste vídeo, compartilhar com aqueles que você ama e que também precisam de uma palavra de esperança, e, claro, inscrever-se no canal para não perder nossos próximos vídeos que fortalecem a alma e iluminam o caminho. Que a luz divina e a proteção de São Miguel Arcanjo estejam sempre com você e sua família, abençoando cada passo de sua jornada. Fique com Deus!


Hello, my brothers and sisters in Christ! Prepare to delve into a story that touches on time, faith, and what lies ahead—a profound experience recounted by a priest that makes us reflect on the spiritual battle we find ourselves in. We are at a crucial moment; the clock seems to be ticking toward a significant date: 2028, according to the enigmatic message Father Oliveira received from an angel in 2018: “In 10 years, be ready.” Something grand is unfolding, and the truth is that we are very close to witnessing events that could redefine our path. Father Oliveira speaks of a specific day, September 23rd, without revealing the year, but with an intensity that demands our full attention and discernment. Before we unravel further details of this chilling revelation, I ask that you, right now, write in the comments the names of people and relatives who need prayer. We will add each name to our main prayer with the Holy Rosary.

This date, September 23rd, is no mere coincidence in Father Oliveira’s experience; it carries a mysterious force that manifested itself in a striking and repetitive way. On July 28th, 2017, a rainy Friday afternoon, around 3 p.m., while he was carefully organizing the church to begin an upcoming couples retreat, an extraordinary and completely unexpected event shattered the tranquility of the moment. Suddenly, the priest reports hearing a voice—not from outside, but from within, an “inner locution”—that insistently echoed the words “September 23rd.” It was an urgent voice, sometimes shouting vehemently, sometimes merely whispering, but always with a hurried expression that tightened his chest and demanded immediate attention. He saw no one around him; he only felt the strong presence of this sonorous message within him, a unique melody that reverberated in his mind, incessantly repeating the same date, like a call or an urgent warning of something to come.

Faced with this unexpected and persistent manifestation, Father Oliveira’s mind began to race, desperately trying to decipher the enigma. Could it be the birthday of a close relative, which coincidentally fell on that day? Or was it related to the Feast of Saint Padre Pio, a saint so venerated for his own devotion and a divine mystery yet to be unraveled? Perhaps it was his own consecration to the Holy Angel, a moment of profound spirituality in his life, which also occurred on this significant date in his calendar. He even questioned aloud, seeking confirmation, a clue that would pull him out of that fog of uncertainty, wondering if it was about his relative, Saint Padre Pio, or his guardian angel. However, the voice persisted in its unique, monotonous melody, offering no further explanation or details: “September 23rd.” The continuous repetition of the date, devoid of any other context, heightened the mystery and sense of urgency he already felt, indicating that the true meaning of that message was far deeper and more transcendent than he could have imagined at that moment.

Amidst this growing perplexity and the insistent rhythm of that inner voice, Father Oliveira felt, overwhelmingly, a sudden and uncontrollable urge to look back, toward the heavy church door. He was immersed in his thoughts and the sound of those repeated words, and this shift, this inexplicable urge to shift the focus of his attention, marked the beginning of an even more intense experience. As he directed his gaze toward the church’s main door, a profound transformation occurred in his perception of the surroundings. The image of the interior of the sanctuary where he found himself, which had previously been bright and illuminated by daylight, suddenly plunged into a dense, almost palpable darkness, as if all light had been swallowed by a vast and oppressive shadow. Outside, through the windows, he saw only the terrifying spectacle of lightning tearing through the sky and thunder shaking the church, as if a colossal storm of apocalyptic proportions were bearing down on the earth. This initial vision, which blended the suffocating darkness of the interior with the thunderous fury of the storm outside, foreshadowed the gravity and impact of what was to come.

It wasn’t long before something even more disturbing began to occur inside that church shrouded in darkness and marked by the fury outside. Through the cracks in the windows and beneath the heavy main door, a dark, dense liquid began to flow into the sanctuary. It advanced slowly and relentlessly across the stone floor, up the altar steps, enveloping the empty pews, like a macabre tide that advanced continuously and unhindered. The scene was as strange as it was disturbing; the silence of the church, contrasted with the thunder outside, only accentuated the strange advance of this dark fluid. As the dark, dense liquid approached his feet, creeping down the church’s central aisle, Father Oliveira could, with growing horror and clarity, perceive the terrifying truth his eyes were trying to process: it wasn’t dirty water, nor mud from the storm, much less something harmless brought in by the rain. It was blood. So much blood, in unimaginable quantities and with such an intense color that it seemed to suck up all the ambient light, further darkening the place. At the exact moment the viscous blood touched his clothes and feet, the scene abruptly vanished, and he found himself back in the afternoon light, amidst the preparations for the retreat, as if nothing had happened—except for the vivid, clear memory and the painful tightness in his soul, which attested to the depth and reality of that remarkable and terrifying experience.

Father Oliveira’s profound experience, with the disturbing vision of darkness and flowing blood, is a warning that, while no one is obliged to believe in prophecies, it is wise to examine them and seek spiritual discernment. Lucas Gelázio, a highly respected messenger in religious circles, conveying the priest’s account, left a powerful reflection that resonates with the gravity of the vision: “Let us pray that on this September 23rd, bloodshed does not begin.” And how can we not feel the weight of these words in light of what we see happening in our country? The situation in Brazil, with daily news revealing divisions and conflicts in so many spheres, reminds us that difficult times may be approaching. It is in this scenario of uncertainty, where the battle is unfolding, that the protective and powerful presence of Saint Michael the Archangel is strengthened. It is no wonder that his image, a symbol of battle and divine protection, has entered such important spaces as the National Congress, signaling the urgency of heavenly intercession and a struggle that is not merely carnal, but profoundly spiritual. We are, indeed, in times of true spiritual battle, and Saint Michael the Archangel, with all his heavenly militia, is the general who rises to defend us and help us purify and restore peace to our nation. He is the bulwark against the forces of darkness, the sure help in times of greatest trial.

Faced with this scenario and the spiritual call, we cannot remain indifferent or passive to what is happening around us, in our nation, and much less in our hearts. As believers and spiritually responsible citizens, we have an enormous responsibility to our Brazil. This means praying tirelessly for our leaders, asking God to grant them discernment, wisdom, and courage to make the best decisions, always seeking the greater good of our people and acting with righteousness. The passage of time, with each year that brings us closer to 2028, is a constant reminder of the proximity of that mysterious date, prophesied by the angel to Father Oliveira. His experience and mission invite us to a constant spiritual readiness, to be vigilant and active in faith. Each passing day is a step toward what has been revealed, whether in the literal sense of a prophecy or in the sense of being spiritually prepared for the challenges that life and the times present us. May Father Oliveira, with his deep devotion and courage, and all of us, be ready, armed with faith, incessant prayer and hope, to face whatever comes, certain that prayer is our greatest weapon and Saint Michael the Archangel, our great defender in the invisible and visible struggles.

Father Oliveira’s story is not only a story to inspire wonder, but a vibrant invitation to our own daily journey of faith and constant spiritual renewal. Just as he sought understanding and discernment in what was revealed to him, we are called to cultivate prayer without ceasing, not only in great adversity, but in every small and great moment of our lives. Pray for the sick, yes; pray for families who suffer and need divine support; but also for peace in our hearts, for the genuine capacity to forgive those who offend us, for more sincere conversions to the path of Christ, for souls reconciled with the divine word, and, above all, for a faith that grows stronger in the face of any challenge or storm. It is prayer that opens paths that seem impossible, that transmutes adverse situations, that calms the internal storms of the soul and the external ones that ravage the nation. It is through constant prayer and fervent supplication that we find true peace, overcome tribulations, and contribute to God’s light dispelling the shadows over our country and the world. May each of us, with our Rosary in hand, be a pillar of unshakable faith, an active agent of love, reconciliation, and hope amidst the challenges life imposes upon us. And, again, leave in the comments the names of all the people you know who need this urgent divine intervention. Let’s join them in our next main prayer, praying fervently through the Holy Rosary. Your intention immensely strengthens our prayer chain!

And you, what do you think about Father Oliveira, his profound experience, and the enigmatic date of September 23rd? Your perspective on this topic is extremely important to our community. Share your reflections and impressions in the comments, as your opinion is invaluable as we continue to grow together in faith. If this message touched your heart and you feel strengthened in your faith, don’t forget to like this video, share it with those you love who also need a word of hope, and, of course, subscribe to the channel so you don’t miss our upcoming videos that strengthen the soul and illuminate the path. May the divine light and protection of Saint Michael the Archangel always be with you and your family, blessing every step of your journey. God bless you!

Sobre o Autor

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Sou Fabio Russo, desenvolvedor e administrador do site Artesanato Total desde 2015. A mais de 25 anos trabalho com diversos nichos de sites na Internet, sempre presando a qualidade em todos os projetos.

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