TRAGÉDIA NO CONVENTO: Irmã Nadia, de 82 anos, é Mota por Invasor que Alegou “Ouvir Vozes”

Homem Invadiu Convento e Mat0u a Paulad4as a Irmã Nádia De 82 Anos.
No último sábado, dia 21, uma tarde que deveria ser de paz e recolhimento no município de Ivaí, na região dos Campos Gerais do Paraná, transformou-se no cenário de um crime brutal e injustificável que chocou todo o país.

O Convento das Irmãs Servas de Maria Imaculada, um local sagrado dedicado à oração e ao serviço comunitário, teve sua segurança violada da maneira mais trágica possível. Irmã Nadia Gavanski, uma religiosa de 82 anos, foi assassinada dentro dos muros que, por décadas, serviram como seu lar e refúgio espiritual. Segundo as autoridades locais, o crime ocorreu após um homem invadir a instituição pulando o muro, em um ato que culminou na morte por asfixia da idosa. A violência empregada contra uma senhora de idade avançada, dentro de uma casa religiosa, levantou uma onda de indignação e tristeza profunda na comunidade paranaense e entre os fiéis.
Para compreendermos a dimensão desta perda, é fundamental olharmos para quem era a vítima. Irmã Nadia não era apenas mais uma estatística; ela dedicou mais de 50 anos de sua vida, especificamente 55 anos, à vocação religiosa e ao serviço ao próximo. Aqueles que conviviam com ela relatam que, apesar das limitações físicas impostas pela idade e pela saúde, ela era uma presença de luz. A religiosa havia sofrido um Acidente Vascular Cerebral (AVC) anteriormente, o que afetou sua fala e a impedia de se comunicar verbalmente. No entanto, no seu silêncio forçado, ela transmitia alegria e acolhimento. A nota da congregação destaca que ela “cuidava com amor das plantinhas, da horta e das pequenas coisas do dia a dia”. O seu “questionamento” à presença do invasor, citado pela polícia, foi certamente um ato de coragem silenciosa de alguém que protegia seu lar, tornando o desfecho ainda mais covarde.
A dinâmica do crime revela a crueldade a que a irmã foi submetida. De acordo com a Polícia Civil do Paraná (PCPR), uma equipe da Polícia Militar foi a primeira a chegar ao local e encontrou um cenário desolador: a religiosa estava caída no chão, com peças de roupa parcialmente retiradas e sinais evidentes de agressão física. Embora o suspeito tenha negado violência sexual, o estado em que o corpo foi encontrado e a violência aplicada — descrita inicialmente como pauladas e posteriormente detalhada pelo suspeito como asfixia mecânica com os dedos na boca da vítima — mostram o terror dos últimos momentos de Irmã Nadia. Relatos indicam que, ao ver o invasor, ela tentou reagir ou questionar sua presença, sendo empurrada e, ao cair, atacada brutalmente para que não pudesse pedir socorro, embora sua capacidade de gritar já fosse limitada pela sua condição de saúde.
Um detalhe crucial para a rápida elucidação da autoria do crime foi a presença de uma testemunha atenta no local. Uma fotógrafa, que estava no convento registrando um evento, cruzou o caminho do assassino logo após o ato consumado. Segundo o relato dado à polícia, o homem a abordou demonstrando extremo nervosismo, com as roupas sujas de sangue e arranhões visíveis no pescoço. Ele tentou dissimular, alegando que trabalhava no local e que havia encontrado a freira já caída. Desconfiada daquela narrativa e percebendo a gravidade da situação, a fotógrafa agiu com prudência: gravou discretamente parte da conversa, garantindo o registro do rosto e da voz do suspeito, e imediatamente pediu que outras pessoas acionassem a Polícia Militar. Percebendo que não convenceria a testemunha, o homem fugiu do convento antes da chegada das viaturas.
Graças à bravura da testemunha e às imagens capturadas, a Polícia Militar agiu com rapidez. O vídeo permitiu a identificação imediata do suspeito, um homem de 33 anos que já possuía antecedentes criminais por roubo e furto na região. As equipes policiais iniciaram as buscas e o localizaram em sua própria residência. O comportamento violento do indivíduo não cessou após o crime no convento; ao perceber a aproximação dos militares, ele tentou empreender fuga novamente e resistiu à prisão com socos e chutes, sendo necessário o uso de força para contê-lo. Ele foi preso em flagrante e encaminhado à delegacia, onde a frieza de suas declarações posteriores chocaria ainda mais os investigadores e a opinião pública.
Na delegacia, o interrogatório revelou as motivações perturbadoras por trás do assassinato. O homem confessou o crime e confirmou que havia passado a madrugada inteira consumindo crack e bebidas alcoólicas. Em seu depoimento, ele afirmou que ouviu “vozes” ordenando que matasse alguém. Movido por esse delírio induzido pelo uso de entorpecentes e por uma maldade latente, ele pulou o muro do convento não especificamente para roubar, mas com a intenção clara de tirar a vida de uma pessoa, fosse quem fosse. Ele relatou que, ao ser confrontado pela desconfiança da freira, a empurrou e, quando ela caiu, introduziu os dedos em sua boca para provocar asfixia e silenciá-la definitivamente. Ele negou ter usado um objeto de madeira para golpear a cabeça dela, atribuindo os ferimentos cranianos à queda, mas a perícia e a investigação continuarão a apurar todos os detalhes técnicos.
A comunidade de Ivaí e a congregação das Irmãs Servas de Maria Imaculada estão imersas em luto. Em nota oficial, o convento lamentou profundamente a morte de Irmã Nadia, classificando o ocorrido como um “ato de violência injustificável” contra uma mulher que dedicou sua vida inteira ao bem. O comunicado ressalta que a instituição está colaborando plenamente com as autoridades para que a justiça seja feita. O corpo de Irmã Nadia foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) de Ponta Grossa e a cerimônia de despedida foi marcada para ocorrer em Prudentópolis. Resta agora a saudade de uma senhora que, em seu caminho diário, cuidava das plantas e sorria, e que teve sua presença interrompida pela violência de um homem covarde. O céu, como diz a nota das irmãs, recebe uma alma que soube amar no silêncio.
Diante de uma notícia tão devastadora, é impossível não sentirmos um aperto no peito e uma reflexão profunda sobre o estado do nosso mundo. Vemos que a maldade não respeita lugares sagrados, não respeita a idade e não respeita a bondade. O fato de um homem invadir um convento, um local que é símbolo de paz, oração e caridade, para tirar a vida de uma serva de Deus, nos mostra o quanto a humanidade está doente e carente de luz. Vivemos tempos difíceis, onde as drogas, a perturbação mental e a falta de amor ao próximo destroem vidas inocentes. É um momento em que, independentemente de religião, precisamos reconhecer que o mundo precisa, mais do que nunca, de oração, de intercessão e de um retorno aos valores que protegem a vida. A violência urbana chegou a níveis inaceitáveis, e somente através da união em fé e clamor podemos buscar esperança para dias melhores.
Por isso, eu peço a você que está assistindo a este vídeo agora: não deixe que esta seja apenas mais uma notícia trágica que você ouviu hoje. Tire um momento para elevar o seu pensamento a Deus. Vamos orar juntos pela alma da Irmã Nadia, para que ela seja recebida nos braços do Pai, e também por suas irmãs de congregação e seus familiares, que enfrentam agora a dor desta perda brutal. Eles precisam de força, consolo e justiça. Eu convido você a deixar aqui nos comentários a sua oração, a sua mensagem de solidariedade ou simplesmente um “Amém” para mostrar que estamos unidos em espírito contra essa violência. Deixe seu comentário agora, compartilhe este vídeo para que mais pessoas possam se unir a esta corrente de oração e, se puder, ore pela conversão e cura deste mundo tão ferido. Que Deus abençoe e proteja a todos nós.
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