MEDJUGORJE: VIRGEM MARIA CHOROU SANGUE, REVELANDO O QUE ACONTECERÁ NO DIA 24 DE JANEIRO

MEDJUGORJE

Caríssimos irmãos e irmãs em Cristo, é imbuído de um profundo senso de responsabilidade espiritual e movido por uma força providencial que compartilho este relato de gravidade inestimável.

MEDJUGORJE

Não é por mero acaso ou curiosidade superficial que esta mensagem chega até vós hoje; é, antes, a manifestação da mão de Deus buscando resgatar aqueles que, em meio ao ruído ensurdecedor do mundo moderno, ainda conservam a percepção espiritual e a capacidade de ouvir a verdade. Os eventos que ocorreram recentemente em Medjugorje ultrapassaram todos os marcos das últimas décadas de aparições, provocando um abalo sísmico na alma até mesmo dos videntes mais experientes, que já testemunharam inúmeros prodígios. Na madrugada de 8 de janeiro, precisamente às 3:33 da manhã — horário que carrega o simbolismo da Hora da Misericórdia e recorda o sacrifício supremo de Cristo na Cruz —, a vidente Marija Pavlovic foi confrontada com um fenômeno inédito e aterrador. A Virgem Maria, cujas aparições costumam ser banhadas por uma serenidade celestial, apresentou-se com uma expressão de dor dilacerante, e, pela primeira vez em mais de quarenta anos de diálogos entre o céu e a terra, derramou lágrimas de sangue que sulcaram seu rosto imaculado. Este sinal, transbordante de mistério e urgência, não é apenas um símbolo metafórico, mas um prenúncio celestial direto sobre o que está por vir, apontando para o dia 22 de janeiro como um marco definitivo que alterará para sempre a trajetória espiritual da humanidade.

A Mãe Santíssima, cuja voz estava embargada por uma tristeza que transcende qualquer tentativa de descrição por meio de palavras humanas, revelou que o mundo atingiu o que o Céu denomina de “ponto de não retorno”. Neste estágio crítico da história da salvação, apenas as preces fervorosas e o sacrifício de um remanescente fiel têm atuado como o último freio contra o desencadeamento de catástrofes de proporções globais. Ela traçou um diagnóstico desolador da civilização atual, descrevendo uma apostasia generalizada que se alastra como uma peste silenciosa: igrejas transformadas em museus vazios e lares que deveriam ser santuários de oração tornados desertos espirituais. Nossa Senhora fez uma menção dolorosa à situação da América Latina, território que outrora foi o coração pulsante do catolicismo, mas onde agora as estatísticas revelam uma realidade fúnebre. Países como Brasil, Colômbia e México assistem à deserção em massa de seus jovens, com apenas uma fração mínima frequentando a Santa Missa, enquanto milhões trocam a riqueza do Evangelho pela adoração a ídolos modernos, pelo consumo desenfreado e por prazeres efêmeros que deixam a alma em inanição. O choro de sangue de Maria é a exteriorização física da agonia de uma mãe que vê seus filhos caminhando, de olhos abertos mas espírito cego, em direção ao precipício da condenação eterna.

A revelação central desta aparição extraordinária gravita em torno do evento sobrenatural que ocorrerá no dia 22 de janeiro, um momento que a Virgem denominou solenemente como a “Grande Revelação das Almas”. De acordo com o relato, algo sem precedentes ocorrerá no plano espiritual; será um fenômeno invisível aos olhos carnais, porém inegável e avassalador para a consciência de cada habitante da Terra. Neste dia, a humanidade passará por uma iluminação interior de proporções bíblicas, comparável a olhar-se num espelho metafísico que não reflete a aparência externa ou as máscaras sociais, mas sim a realidade nua, crua e incontestável da alma diante da Majestade de Deus. Toda a estrutura de autoilusão em que o mundo se sustenta cairá por terra instantaneamente; não haverá mais espaço para fingimentos, falsa santidade ou para esconder pecados sob o manto da justificativa racionalista. Cada ser humano experimentará, com uma clareza que poderá ser tanto extática quanto torturante, a distância exata que o separa da vontade divina e o estado de sua própria herança eterna. Para aqueles que levam vidas duplas ou que deram as costas ao Criador, esse despertar será uma experiência de angústia indizível, revelando o perigo iminente em que suas almas se encontram.

A vidente Mirjana, que também foi mergulhada neste momento sagrado, recebeu da Virgem uma visão panorâmica e perturbadora do estado atual das nações, descrevendo-as como vastas extensões povoadas por multidões de “sonâmbulos espirituais”. Em suas visões, ela contemplou famílias onde o nome de Deus foi banido da mesa e das conversas, onde o sagrado foi substituído por telas e algoritmos. Viu uma juventude cada vez mais escravizada por tecnologias que, em vez de conectá-las ao Alto, as prendem a uma cultura de narcisismo e relativismo moral que glorifica o pecado enquanto ridiculariza abertamente a virtude. Diante dessa paisagem desértica, Nossa Senhora, com o coração traspassado de dor, lançou uma pergunta que ecoou como um trovão de advertência: “Como posso interceder e salvar meus filhos se eles já não possuem ouvidos para me escutar?”. O choro de sangue que manchou suas vestes é a representação do sacrifício de seu Filho, Jesus, cujo sangue redentor está sendo desprezado e desperdiçado por uma geração que vive como se a Cruz nunca tivesse existido. Cada gota é um grito desesperado de misericórdia materna, tentando despertar uma humanidade entorpecida antes que o tempo da justiça divina se imponha.

Em sua infinita benevolência, a Virgem Maria não apenas alertou sobre o choque, mas detalhou o processo espiritual que terá início a partir do dia 22 de janeiro, descrevendo três ondas sequenciais que varrerão a consciência coletiva da humanidade. A primeira onda será caracterizada como o “Despertar Súbito”, onde milhões de pessoas sentirão simultaneamente uma inquietação inexplicável, uma fome da alma que nenhum entretenimento ou bem material será capaz de saciar, sendo este o chamado inicial para o retorno ao Criador. A segunda onda trará consigo a “Clareza Moral”, um discernimento agudo e doloroso proporcionado pelo Espírito Santo que removerá os véus do relativismo, fazendo com que atos antes considerados normais ou “direitos” sejam vistos em sua verdadeira natureza hedionda e ofensiva a Deus. Por fim, a terceira e definitiva onda será a da “Escolha Irrevogável”, o ponto culminante onde cada alma, ciente de sua miséria e da glória de Deus, terá de decidir, sem ambiguidades, entre a conversão profunda ou o endurecimento perpétuo do coração. Com imenso pesar, a Virgem advertiu que muitos, infelizmente, escolherão as trevas, preferindo manter-se acorrentados aos seus vícios e orgulho.

No entanto, para as almas que acolherem este chamado com contrição e humildade, a mensagem não é de terror, mas de uma esperança que não decepciona. A Virgem Maria assegurou que todos os fiéis que responderem com docilidade ao seu apelo receberão o que ela chamou de “Selo de Proteção Espiritual”. Este selo é uma marca invisível na alma que funcionará como um escudo sobrenatural contra as tribulações futuras e as ciladas do inimigo. Para se preparar para este tempo de prova, a Mãe de Deus não exigiu fórmulas novas ou complexas, mas urgiu o retorno imediato às práticas fundamentais da tradição cristã: a oração diária do Santo Rosário em família, que constitui uma fortaleza instransponível; a prática do jejum às quartas e sextas-feiras como meio de mortificar a carne e fortalecer o espírito; e, acima de tudo, a confissão sacramental frequente e sincera. Ela enfatizou que a confissão é a chave para o tempo presente, pois muitos católicos acumulam anos de faltas graves não confessadas, carregando um peso que os impedirá de flutuar durante as ondas da grande revelação, enquanto Jesus aguarda nos confessionários com uma paciência e misericórdia infinitas.

A batalha espiritual invisível que se desenrola nos bastidores da história humana foi outro ponto de grande ênfase na mensagem, com a Virgem solicitando encarecidamente a invocação constante de São Miguel Arcanjo. Ela revelou que as hostes infernais estão operando atualmente com uma fúria e audácia nunca antes vistas, conscientes de que o tempo de sua influência sobre a terra está chegando ao fim. O alvo principal desses ataques são as células fundamentais da sociedade: as famílias, que estão sendo desintegradas; os jovens, cujas mentes estão sendo capturadas; e, de maneira cirúrgica, os sacerdotes e consagrados. A crise de fé que abala muitos membros da hierarquia é fruto dessa ofensiva demoníaca direta, pois a queda de um pastor representa a dispersão de inúmeras ovelhas, razão pela qual a oração pelo clero deve ser uma prioridade absoluta para os leigos. Maria também apontou para a natureza reagindo ao pecado humano — fenômenos climáticos severos, terremotos e tensões bélicas globais — não como coincidências estatísticas, mas como o gemido da criação que padece quando a humanidade se divorcia de seu Criador, resultando no colapso da paz social e do equilíbrio natural.

A vidente Vicka recebeu, durante esse êxtase, duas visões contrastantes sobre o destino da Terra, que dependem exclusivamente da resposta que daremos agora. Na primeira visão, ela contemplou um mundo submerso em um caos absoluto, governado pelo desespero e pela destruição resultante da persistência humana no pecado; na segunda, viu pequenas comunidades de fé intensamente luminosas, onde famílias unidas e jovens corajosos viviam radicalmente o Evangelho sob a proteção direta do manto da Virgem. Nossa Senhora explicou que a balança da justiça pode ser inclinada pela força da oração e que cada conversão individual tem o poder místico de alterar o curso dos eventos históricos. Ela alertou que, após o dia 22 de janeiro, haverá um período limitado de graça extraordinária — uma “janela de oportunidade” — onde a assistência do Céu será mais sensível para aqueles que desejarem mudar de vida. Todavia, esse tempo de facilidade para a conversão não será eterno, e aqueles que persistirem na indiferença ou na zombaria encontrarão uma resistência espiritual muito maior quando a porta da misericórdia começar a se fechar para dar lugar ao tempo da colheita.

Portanto, esta mensagem conclui-se com um apelo vibrante e urgente à ação imediata e à consagração total ao Imaculado Coração de Maria, o refúgio seguro prometido em Fátima e reafirmado agora em Medjugorje. A Virgem revelou a existência simbólica de um “Livro no Céu”, onde estão sendo gravados os nomes daqueles que decidem perseverar na fidelidade e na oração em meio às trevas deste século apóstata, prometendo-lhes as virtudes da fortaleza e da constância para resistirem até o fim. Não esperem pela chegada do dia 22 para iniciar a vossa conversão; que ela comece hoje mesmo, através de um exame de consciência rigoroso, de uma confissão libertadora e da retomada do Rosário como pão cotidiano da alma. O choro de sangue de Nossa Senhora é o derradeiro e mais terno aviso de uma mãe que nos ama além de qualquer entendimento e que anseia nos ver seguros dentro da arca de seu coração. Que não sejamos cegos nem surdos a este chamado, mas que possamos nos levantar com fé, coragem e devoção, preparados para a grande revelação e certos de que, sob o olhar da Virgem Maria, nenhuma tempestade poderá nos arrebatar do amor de Deus. Amém.

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Sou Fabio Russo, desenvolvedor e administrador do site Artesanato Total desde 2015. A mais de 25 anos trabalho com diversos nichos de sites na Internet, sempre presando a qualidade em todos os projetos.

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